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segunda-feira, 2 de julho de 2012
Corpo: o vaso e a casa - 2
Escrevendo diretamente de Guaíba (vizinha a Porto Alegre). Darei continuidade ao que estava escrevendo sobre o corpo e nossa relecao com ele.
Um fato ocorrido no sabado retrasado foi o mais perto que ocorreucom relacao ao suicidio. Um primo primeiro tomou soda caustica e fiquei 3 dias correndo em hospitais, com remédios e afins. O que quero dizer com isso é que o corpo não nos pertence (portanto não podemos fazer o que quisermos sem nos responsabilizarmos com as consequências). E este não é o tipo de coisa que simplesmente se faz e esquece, passa por cima como se nada tivesse acontecido. Que tipo de relação é esta que temos conosco? Não estar de acordo com algo é normal, mas , pelo menos para mim, não há nada tão ruim que possa fazer com que eu tire minha própria vida (ou mutile um corpo que me está emprestado).
E não podemos julgar ninguém que o faz, sabem porque? Pelo mesmo fato de que fazemos o mesmo em graus variados e de formas diferentes. Como assim? Pessoas se matam todos os dias excedendo a quantidade de comida, transando demais, bebendo demais, fumando ou usando outros entorpecentes e assim por diante. E isso não nos parece assustador, a menos que pensemos desta maneira, pois tudo o que nos parece bom queremos aproveitar ao máximo.
Aliás, são exatamente os extremos que são prejudiciais. Uns comem demais enquanto outros passam fome para manter a forma (por um distúrbio psiquiátrico ou qualquer outro motivo). A riqueza ou a pobreza também interferem de uma forma ou de outra. Exageros com adereços e roupas, o que inclui por exemplo piercings e tatuagens. A pergunta é: o que nos faz pensar que podemos fazer qualquer coisa com nosso corpo? Nisto se incluem os profissionais do sexo, pessoas que fazem mudanças no corpo (incluindo plásticas, modificações corporais, lipoaspirações, implantes etc), fisiculturistas e halterofilistas, auto-agressões...
Acho que tinha mais, mas vai ficar sendo isso.
Namastê. Au revoir.
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quarta-feira, 20 de junho de 2012
Corpo: o vaso e a casa - 1
Há pouco
tempo falei aqui sobre a linguagem corporal e, há um pouco mais de tempo, falei
sobre o toque. Agora venho falar sobre o veículo responsável por tudo isso: o
corpo. Venho falar do que ele representa para nós e o que nós fazemos com ele. Para muitos o corpo é apenas um veículo de prazer e que é utilizado para vivermos, sendo confundido com a própria pessoa. Para outros muitos, incluindo eu, somos espíritos (ou almas) e temos um corpo, do qual fazemos uso para vivermos, sendo duas coisas separadas. Acredito que esses primeiros vivem meio perdidos, confundidos pelo torpor dos sentidos, esquecendo-se do que realmente são, vivendo devotamente a "si" e a Mamon. De uma forma ou de outra, o corpo é de suma importância.
Vou começar falando sobre o que me chamou a atenção para escrever sobre este tema. Tenho observado durante a minha vida (que não é lá muito longa) os acontecimentos mundiais e como ele se reflete em nossa sociedade, mais precisamente na atualidade. Sempre existiu diversas formas de nos expressarmos através do nosso corpo, durante toda a existência do nosso planeta, mas algumas chamam mais nossa atenção do que outras (me refiro aqui ao tratamento que damos ao nosso corpo). Podemos citar como exemplo o celibato e a auto-flagelação (ou auto-mutilação, podendo levar à morte, como no caso dos homens-bomba) no caso dos religiosos, os vegetarianos e praticantes de atividade física no que se refere a o que ingerem, como e com o que nutrem seus organismos e como mantêm a saúde física (e porque não da mente?), aos praticantes de sexo (independente de ser casual, da orientação sexual, se são afeitos por fetiches dos mais diversos, se é somente com o parceiro que está casado, se é por profissão etc), aos diversos estilos e manifestações da vida (se é adepto a piercings, tatuagens, escarificações, implantes cutâneos, lacerações, tinturas de cabelo, suspensão corporal, cortes de cabelo/barba diferenciados e estilos de roupa). Esses são apenas alguns exemplos que podemos citar dentre tantos outros. Cada um tem seu livre-arbítrio, mas fico me perguntando: para quê ou se isso é realmente necessário? Darei sequência a este parágrafo após a "definição" de corpo como um vaso, como coloco abaixo.
Para finalizar, o que significa isso de vaso e casa que coloquei no título? São apenas 2 comparações simples que utilizo, como explico a seguir.
Comparo o corpo a um vaso no caso de qualquer dos animais que habite a Terra (mas falarei detidamente sobre o animal racional, também conhecido como ser humano). Corpo, o mais sublime dos santuários no qual se manifesta a obra divina do Supremo Idealizador. Domicílio de carne, no qual a alma se manifesta, o corpo é perfeito em toda a sua extensão, em seus detalhes mais ocultos e em seus fantásticos mistérios, indecifráveis pela própria criatura. Através dela, a mente hominal se desenvolve e se purifica, ensaiando-se nas lutas da transformação interna, lapidando-se como diamante coberto de lama. Vaso depositário de bênçãos, como disse Emmanuel em psicografia de Chico Xavier, o corpo "lembra uma oficina complexa, formada de bilhões
de motores infinitesimais, movidos por oscilações eletromagnéticas, em
comprimento de onda específica, emitindo radiações próprias e assimilando as
irradiações do plano em que se encontram, tudo sob o comando de um único diretor:
a mente." O corpo é templo sagrado para o desenvolvimento das potencialidades das criaturas sobre a Terra e nos demais planetas que orbitam o Universo, que nos é oferecido gentilmente pelo Patrono Celeste.
Ainda quando estava na universidade e atuava na área de psiquiatria, tive a oportunidade de conduzir grupos em atendimento na UDQ (Unidade de Dependência Química). Dentre as atividades que propús, trabalhei a questão da máscara (que falarei aqui em outra oporutnidade) e a questão da casa como simbologia do nosso corpo e do que fazemos com ele. E é este sentido que quis representar aqui. Imaginem nosso corpo como a nossa casa. Como é que é esta casa? É bagunçada, harmoniosa, bonita, simpática, mal-cuidada, suja, cheirosa, vazia, cheia, nova ou está com a construção em ruínas e caindo aos pedaços? E quem é que frequenta essa casa? Selecionamos quem entra ou qualquer pessoa pode entrar e fazer o que quiser? Nós estamos nela, participando e decidindo o que acontece e que rumos se toma ou somos apenas espectadores, deixando ao abandono? O que nós trazemos para dentro dela? Como disse aos meninos e meninas que atendi naquela época: nós tomamos a rédea da nossa vida; quem manda na nossa casa somos nós! Portanto, só acontecerá o que nós quisermos ou que nós permitamos que aconteça.
Resumindo: o corpo é uma das coisas que temos de mais sagrado e que devemos zelar o máximo possível, pois ele nos é emprestado por Deus. Sendo assim, devemos cuidá-lo para que se possamos merecer o título de filhos do Criador, instrumentos de manifestação divina para desenvolvimento de nossas capacidades para melhor servi-Lo. Lembrem se disso para facilitar a leitura de outros textos que exporei aqui sobre sexo, a mente, dor, doenças, a razão da nossa vida e para o qual fomos criados, entre outros. E lembrem-se deste texto também se forem reler o que escrevi sobre carnaval, vegetarianismo, doação, influência e exemplo, religião, desapego, morte, trabalho, liberdade e libertinagem. Por isso me questiono sobre a prática indevida do sexo (como o casual, grupal, profissionais do sexo e da indústria de filmes adultos etc), ingestão de entorpecentes, drogas ou qualquer outro tipo de agressão (como um aborto, por exemplo), exageros com dietas e na prática esportiva (como fisiculturismo e alterofilismo, que podem desenvolver distúrbios psiquiátricos e lesões físicas), o estilo de vida punk, roqueiro ou com modificações corporais, até mesmo nos casos estéticos (ditadura da beleza da magreza por aqui e em países norte-americanos e europeus e ditadura da engorda na Mauritânia, África, para conseguirem casar, ou das "mulheres-girafas" que utilizam aquelas argolas no pescoço e vão esticando-o) e assim por diante. Obviamente, como menciono acima, cada um sabe o que faz, mas é inevitável que se pense nas consequências de tamanho vandalismo, crueldade, agressão e mutilação (ou seja, atitudes pouco recomendáveis) contra nós mesmos. Lembrem-se: o corpo nos é somente emprestado, portanto façamos bom uso e cuidemos bem dele.
Namastê. Au revoir.
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quinta-feira, 5 de abril de 2012
Lista de Filmes - 3
Continuando com a terceira parte da lista. Você também pode conferir a primeira parte e a segunda parte, já publicados.
Aproveitem! E feliz páscoa a todos!
Namastê. Au revoir.
O Show de Truman - The
Truman Show
O Leitor –
The Reader
O Último Samurai – The Last Samurai
A.I. –Inteligência Artificial – A.I. - Artifial Intelligence
X-Men
(especialmente o 2 e First Class) – X-Men
Mar Adentro
- The Sea Inside
Menina de Ouro - Million Dollar Baby
Pequena Miss Sunshine – Little Miss Sunshine
Crash – no Limite - Crash
Ensaio Sobre a Cegueira - Blindness
O Segredo de seus Olhos - El Secreto de Sus Ojos
Up – Altas Aventuras - Up
Os Incríveis
– The Incredibles
A Alegria de Emma - Emmas Glück
Wall-E –
Wall-E
Transamérica
- Transamerica
O Labirinto do Fauno - El Laberinto del Fauno
O Sexto Sentido - The Sixth Sense
À Espera de um Milagre – The Green Mile
O Curioso Caso de Benjamin Button - The
Curious Case of Benjamin Button
O Bom Coração - The Good Heart
Memórias de uma Gueixa - Memoirs
of a Geisha
O Ilusionista – The IllusionistAproveitem! E feliz páscoa a todos!
Namastê. Au revoir.
domingo, 11 de março de 2012
Profissões
Todas as profissões são importantes, por mais bobas ou por piores e mais difíceis que sejam. É através delas que o homem ajuda o próprio homem. É ajudando aos outros que ajudamos a nós mesmos. Através delas nos realizamos como seres humanos, servindo, de uma forma ou de outra, à coletividade. Infelizmente, nem todas recebem a atenção devida ou tem sua importância reconhecida. Os melhores exemplos que nós temos são os profissionais da saúde e os professores, e que para mim especialmente parecem ser os mais importantes, pelo menos de certo modo.
É através da saúde (e principalmente da prevenção ás mesmas e trabalhando na atenção primária - que é o conjunto de ações que visam evitar a doença na população, removendo os fatores causais, ou seja, visam a diminuição da incidência da doença. Tem por objetivo a promoção de saúde e proteção específica) que se pode fazer crescer uma nação, dando boas condições para que todos tenham uma vida digna. E infelizmente nossos governantes não têm dado a atenção necessária a esta área tão valiosa, já que esta é uma das categorias que mais está sucateada e que os profissionais são mais mal remunerados (ou quando temos uma profissão que quer se sobrepror às outras, sendo que todas elas têm sua importância).
Outra profissão que acredito ser uma das mais valiosas está na categoria ensino. Não entendo como o Brasil, crescendo como está e aprendendo tanto, não tenha percebido ainda o valor desses profissionais. Não é atoa que temos uma das piores classificações do ensino mundial, a começar pelo baixíssimo salário que os professores recebem. E porque esta profissão é tão importante? Pois somente através dela podemos nos transformar enquanto pessoas e, principalmente, poderemos ter profissionais cada vez mais qualificados, com muito mais estudos e pesquisas para melhoria não só de todas as áreas no Brasil (economia, política, cultura e lazer, moradia, saneamento e saúde, transporte, sociedade, justiça etc) como também de todo o mundo. Isso estimula o crescimento de toda a sociedade, por exemplo tendo maior excelência no nível dos cursos superiores, transformando o quadro de saúde que temos hoje em "primeiro mundo"; uma saúde realmente de qualidade. Resumindo: para mim, a educação é o carro-chefe, A grande responsável, pela transformação e crescimento de uma sociedade!
As domésticas e diaristas, carinhosamente conhecidas hoje como secretárias do lar. São uma classe em ascensão e declínio ao mesmo tempo, bem como sua grande necessidade e importância na sociedade mundial atualmente. Ascensão por conta da melhoria e qualidade do serviço prestado e declínio por conta da diminuição do número de profissionais que esta área vêm sofrendo. Sua importância está na necessidade de contar com essas pessoas para cuidar das nossas coisas, enquanto passamos fora o dia todo trabalhando. Dentro desta classe há ainda as babás, que cuidam e ensinam às nossas crianças o que nós deveríamos estar fazendo (educar os filhos é tarefa dos pais), são uma espécie de substitutos. E isso é bom ou ruim devido ao peso que carregam. A parte ruim vocês já conhecem dos noticiários, mas a parte boa a maioria esquece. No filme Histórias Cruzadas (que finalmente assisti!) há uma senhora que ensina a filha do casal para quem trabalha a dizer "você é gentil, você é inteligente e você é importante". Preciso falar mais? Quer responsabilidade maior do que criar uma pessoa, seja ela seu filho ou não? Assistam ao filme para ver numa passagem a gratidão (ao final, quando a patroa faz comida e os donos é quem a servem no almoço; emocionante!) que nós deveríamos ter por essas humildes (ok, nem sempre) trabalhadoras que são tão maltratadas em nossa sociedade.
Temos os engenheiros e arquitetos que planejam e constroem nossas casas e prédios, para que possamos estar abrigados confortavelmente para construir família, nos protegermos contra as intempéries, termos qualidade de vida e um local onde podemos chamar de "lar". Por falar em proteção... temos ainda os bombeiros e policiais no geral que fazem a guarda da nossa segurança e integridade, tornando nossas vidas mais tranquilas. Claro que temos problemas diversos nessas áreas, bem como em todos os lugares, mas ela não deixa de ter sua importância e, principalmente, necessidade. As pessoas que trabalham com importação, exportação e transporte de comida (bem como os responsáveis por fazer a comida: os cozinheiros), para que nós possamos estar bem alimentados, possamos experimentar do que quisermos do mundo e tenhamos energia para realizar nossos afazeres. Cantores, atores e artistas plásticos que nos entretem, tornando a vida um pouco menos cansativa, pessimista e tristonha, permitindo-nos sermos representados por uma música ou por determinado personagem. Os coveiros e funerárias (ah, profissão ingrata!) que fazem por nós uma das coisas mais dolorosas: enterrar nossos entes queridos. Os políticos, que são os responsáveis por tomar decisões importantíssimas para bem conduzir milhares de pessoas que estão sobre sua "tutela", articulando-se uns com os outros e consigo próprios, apesar de alguns se esquivarem de suas responsabilidades de guiar a coletividade e preferirem o caminho mais fácil (o da corrupção e desvio de dinheiro etc...). Trabalhadores das indústrias e comércio, que distribuem os itens necessários para nossa sobrevivência. Motoristas e pilotos no geral (como os de aviões) que nos levam onde queremos ir. Os guias religiosos, que têm a competência de levar a paz aos corações aflitos, capazes de transformar o íntimo da criatura que tenha vontade para tal, mesmo que outros desviem do seu caminho acabando na pedofilia, estagnação do crescimento pessoal proporcionado pelo que se põe a pregar ou gerar conflitos entre outras formas de expressão religiosa, devido ao pensamento egóico e não pelo bem maior.
Obviamente há algumas que têm lá sua importância, apesar de eu não percebê-la tanto, como é o caso dos modelos. Ser cabide ambulante para uma roupa ou peça em específico, para receber um tanto de dinheiro e ser famoso (em "poucos" casos) por um trabalho relativamente simples me faz pensar que é desnecessário, pois enquanto se discute tal peça pra moda de tal época e local há pessoas que morrem de fome ou doenças. Mas também há o lado positivo de ser estilista e design de moda lado positivo: exploram uma infinidade de produtos que tornam nossas vidas mais práticas (como as roupas que não molham etc).
Enfim, há uma infinidade de profissões que merecem nossa atenção, todas são dignas e têm sua importância (mesmo algumas como as lutas de MMA e outras que, eu em minha pequenez, não compreendo), mas não há tempo hábil pra falar de todas elas nem paciência (ou a famosa falta de tempo) para lê-los. Isto que eu trouxe é apenas uma pequena parcela para contribuir para a auto-reflexão: o que nós estamos fazendo das nossas vidas ou que tipo de escolhas estamos fazendo em nossas vidas? Uma reflexão como esta foi feita num filme recente (Hugo Cabret, que concorreu ao Oscar deste ano), cuja mensagem é que o mundo funciona como um grande relógio e nós somos as engrenagens, cada um em sua posição específica fazendo o trabalho que lhe cabe e que lhe está predestinado, de uma forma ou de outra. Nascemos para fazer algo, às vezes não tão claro, mas que tem sua importância e necessidade.
Namastê. Au revoir.
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domingo, 22 de janeiro de 2012
Contos, poesias, frases e afins - 2
Continuando com o tema iniciado na publicação anterior, trago outro poema de Cora Coralina, cuja biografia foi levemente transcrita na publicação anterior.
Aninha E Suas Pedras
Retirado do livro Cora Coralina, seleção de Darcy França Denófrio, coleção melhores poemas, 1° edição de 2004.
Aninha E Suas Pedras
(Outubro, 1981)
Não te deixes destruir...
Ajuntando novas pedras
e construindo novos poemas.
Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Faz de tua vida mesquinha
um poema.
e viverás no coração dos jovnes
e na memória das gerações que hão de vir.
Esta fonte é para uso de todos os sedentos.
Toma a tua parte.
Vem a estas páginas
e não entraves seu uso
aos que têm sede.
Retirado do livro Cora Coralina, seleção de Darcy França Denófrio, coleção melhores poemas, 1° edição de 2004.
Namastê. Au revoir.
sábado, 14 de janeiro de 2012
Contos, poesias, frases e afins - 1
Esta é uma publicação de nova temática, assim como também criei o tema Recursos. Neste tema serão abordados pequenos contos, poesias diversas, frases citadas por diversos autores (como Einstein, Drumond, Gandhi, entre outros) e demais itens que se encaixam na mesma categoria.
Para começar, trago um poema de Cora Coralina. Esta poetisa goiana, de nome Ana Lins dos Guimarães Peixoto, nascida em 20/08/1889, sob o pseudônimo de Cora Coralina, começou sua carreira de poetisa em 1956 aos 76 anos de idade. Recebeu elogios de diversos artistas da época, como Carlos Drummond de Andrade, em 1979. Escreveu sobre diversas coisas, dentre os quais faz parte a vida interiorana da cidade de Goiás, onde residia antes de falecer em Goiânia em 1985 (e onde sua casa se tornou museu, juntamente com suas obras após sua morte).
MINHA CIDADE
Goiás, minha cidade...
Eu sou aquela amorosa
de tuas ruas estreitas,
curtas,
indecisas, entrando,
saindo
uma das outras.
Eu sou aquela menina feia da ponte da Lapa.
Eu sou Aninha.
Eu sou aquela mulher
que ficou velha,
esquecida,
nos teus larguinhos e nos teus becos tristes,
contando estórias,
fazendo adivinhação.
Cantando teu passado.
Cantando teu futuro.
Eu vivo nas tuas igrejas
e sobrados
e telhados
e paredes.
Eu sou aquele teu velho muro
verde de avencas
onde se debruça
um antigo jasmineiro,
cheiroso
na ruinha pobre e suja.
Eu sou estas casas
encostadas
cochichando umas com as outras.
Eu sou a ramada
dessas árvores,
sem nome e sem valia,
sem flores e sem frutos,
de que gostam
a gente cansada e os pássaros vadios.
Eu sou o caule
destas trepadeiras sem classe,
nascidas na frincha das pedras.
Bravias.
Renitentes.
Indomáveis.
Cortadas.
Maltratadas.
Pisadas.
E renascendo.
Eu sou a dureza desses morros,
revestidos,
enflorados,
lascados a machado,
lanhados, lacerados.
Queimados pelo fogo.
Pastados.
Calcinados
e renascidos.
Minha vida,
meus sentidos,
minha estética,
todas as vibrações
de minha sensibilidade de mulher,
têm, aqui, suas raízes.
Eu sou a menina feia
da ponte da Lapa.
Eu sou Aninha.
Retirado do livro Cora Coralina, seleção de Darcy França Denófrio, coleção melhores poemas, 1° edição de 2004.
Namastê. Au revoir.
Para começar, trago um poema de Cora Coralina. Esta poetisa goiana, de nome Ana Lins dos Guimarães Peixoto, nascida em 20/08/1889, sob o pseudônimo de Cora Coralina, começou sua carreira de poetisa em 1956 aos 76 anos de idade. Recebeu elogios de diversos artistas da época, como Carlos Drummond de Andrade, em 1979. Escreveu sobre diversas coisas, dentre os quais faz parte a vida interiorana da cidade de Goiás, onde residia antes de falecer em Goiânia em 1985 (e onde sua casa se tornou museu, juntamente com suas obras após sua morte).
MINHA CIDADE
Goiás, minha cidade...
Eu sou aquela amorosa
de tuas ruas estreitas,
curtas,
indecisas, entrando,
saindo
uma das outras.
Eu sou aquela menina feia da ponte da Lapa.
Eu sou Aninha.
Eu sou aquela mulher
que ficou velha,
esquecida,
nos teus larguinhos e nos teus becos tristes,
contando estórias,
fazendo adivinhação.
Cantando teu passado.
Cantando teu futuro.
Eu vivo nas tuas igrejas
e sobrados
e telhados
e paredes.
Eu sou aquele teu velho muro
verde de avencas
onde se debruça
um antigo jasmineiro,
cheiroso
na ruinha pobre e suja.
Eu sou estas casas
encostadas
cochichando umas com as outras.
Eu sou a ramada
dessas árvores,
sem nome e sem valia,
sem flores e sem frutos,
de que gostam
a gente cansada e os pássaros vadios.
Eu sou o caule
destas trepadeiras sem classe,
nascidas na frincha das pedras.
Bravias.
Renitentes.
Indomáveis.
Cortadas.
Maltratadas.
Pisadas.
E renascendo.
Eu sou a dureza desses morros,
revestidos,
enflorados,
lascados a machado,
lanhados, lacerados.
Queimados pelo fogo.
Pastados.
Calcinados
e renascidos.
Minha vida,
meus sentidos,
minha estética,
todas as vibrações
de minha sensibilidade de mulher,
têm, aqui, suas raízes.
Eu sou a menina feia
da ponte da Lapa.
Eu sou Aninha.
Retirado do livro Cora Coralina, seleção de Darcy França Denófrio, coleção melhores poemas, 1° edição de 2004.
Namastê. Au revoir.
domingo, 27 de novembro de 2011
Lista de Filmes - 2
Dando continuidade à publicação com a segunda parte sobre minha lista de filmes...
Tropa de Elite (1 e 2)
Tron – O Legado – Tron Legacy
A Troca - Changeling
O Concerto – The Concert
Babel - Babel
Lixo Extraordinário - Waste Land
Enrolados - Tangled
Cisne Negro – Black Swan
Minhas Mães e Meu Pai - The Kids Are All Right
As Horas – The Hours
Direito de Amar – A Single Man
O Vencedor - The Fighter
O Discurso do Rei - The King's Speech
Bravura Indômita – True Grit
Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas – Big Fish
A Partida - Okuribito
VIPs
Rio
Estamos Juntos
Meia Noite em Paris - Midnight in Paris
Distrito 9 - District 9
O Diabo Veste Prada - The Devil Wears Prada
Procurando Nemo – Finding Nemo
Uma Prova de Amor – My Sister’s Keeper
Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças - Eternal Sunshine of the Spotless Mind
Uma Mente Brilhante - A Beautiful Mind
Espero que gostem destes que escolhi desta vez. Depois tem mais.
Namastê. Au revoir.
Tropa de Elite (1 e 2)
Tron – O Legado – Tron Legacy
A Troca - Changeling
O Concerto – The Concert
Babel - Babel
Lixo Extraordinário - Waste Land
Enrolados - Tangled
Cisne Negro – Black Swan
Minhas Mães e Meu Pai - The Kids Are All Right
As Horas – The Hours
Direito de Amar – A Single Man
O Vencedor - The Fighter
O Discurso do Rei - The King's Speech
Bravura Indômita – True Grit
Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas – Big Fish
A Partida - Okuribito
VIPs
Rio
Estamos Juntos
Meia Noite em Paris - Midnight in Paris
Distrito 9 - District 9
O Diabo Veste Prada - The Devil Wears Prada
Procurando Nemo – Finding Nemo
Uma Prova de Amor – My Sister’s Keeper
Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças - Eternal Sunshine of the Spotless Mind
Uma Mente Brilhante - A Beautiful Mind
Espero que gostem destes que escolhi desta vez. Depois tem mais.
Namastê. Au revoir.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Lista de filmes 1
Decidi, há alguns meses, fazer uma lista dos filmes que vejo e que gostei, seja por qual motivo for. O resultado, até o momento, é uma pequena lista de 3 páginas (já tendo iniciado a 4¤ página) do Word que contém cerca de 70-80% de filmes recentes e o restante de filmes um pouco mais antigos. Os critérios utilizados para entrar na minha lista variam, mas normalmente está de acordo com um bom roteiro, boas interpretações e atores, bons personagens, boa trilha sonora e boa fotografia. Segue abaixo a primeira página com os filmes. Acompanham também o trailer de cada filme, o nome em português e o nome original, sendo que se tiver apenas um nome, este é um filme brasileiro (portanto, se tornando desnecessário a repetição do nome no original também em português).
Olga
Julie e Julia - Julie and Julia
Onde Vivem os Monstros - Where the Wild Things Are
Bastardos Inglórios - Inglorious Bastards
Amor Sem Escalas - Up in the Air
Há Tanto Tempo que Te Amo - Il y a Longtemps que je T'Aime
Algo que Você Precisa Saber - Quelque Chose a te Dire
Um Segredo em Família - Un Secret
O Escafandro e a Borboleta - Le Scaphandre et le Papillon
Invictus - Invictus
Preciosa - Precious
Um Sonho Possível – The Blind Side
Zona Verde - Green Zone
Mary E Max – Uma Amizade Diferente - Mary and Max
Criação - Criation
Flor do Deserto – Desert Flower
Toy Story (a trilogia, principalmente o 3) – Toy Story
Perfume – A História de um Assassino - Perfume – The Story of a Murderer
A Origem - Inception
Salt - Salt
Meu Malvado Favorito - Despicable Me
Destinos Ligados - Mother and Child
Nosso Lar
Chico Xavier – O Filme
Espero que gostem! Depois tem a segunda e terceira parte da lista de filmes.
Au revoir
Olga
Julie e Julia - Julie and Julia
Onde Vivem os Monstros - Where the Wild Things Are
Bastardos Inglórios - Inglorious Bastards
Amor Sem Escalas - Up in the Air
Há Tanto Tempo que Te Amo - Il y a Longtemps que je T'Aime
Algo que Você Precisa Saber - Quelque Chose a te Dire
Um Segredo em Família - Un Secret
O Escafandro e a Borboleta - Le Scaphandre et le Papillon
Invictus - Invictus
Preciosa - Precious
Um Sonho Possível – The Blind Side
Zona Verde - Green Zone
Mary E Max – Uma Amizade Diferente - Mary and Max
Criação - Criation
Flor do Deserto – Desert Flower
Toy Story (a trilogia, principalmente o 3) – Toy Story
Perfume – A História de um Assassino - Perfume – The Story of a Murderer
A Origem - Inception
Salt - Salt
Meu Malvado Favorito - Despicable Me
Destinos Ligados - Mother and Child
Nosso Lar
Chico Xavier – O Filme
Espero que gostem! Depois tem a segunda e terceira parte da lista de filmes.
Au revoir
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Esportes 4 - Os esquecidos
Lembrei-me que esqueci de falar algumas coisas como as corridas de carro, alterofilismo e mais um pouco sobre futebol (sobre o espaço que se tem na mídia e o tempo que nos é tomado). Como acabei de falar sobre futebol vou começar por ele.
Sobre o futebol esqueci de falar sobre o poder que este exerce na mídia e, esta por sua vez, exerce sobre a massa brasileira (pra não dizer mundial). É notório que o futebol tem um enorme espaço nos meios de comunicação, seja ele jornal, rádio, internet ou televisão. Como se não bastasse ter um espaço exclusivo nos telejornais e jornais impressos (e falo isso sobre todos os jornais que passam no dia), ainda há programas televisivos específicos dedicados somente a este esporte maravilhoso! Melhor dizendo, é dedicado aos esportes no geral, mas, fazendo um balancete, pode-se perceber a soberania do futebol. E o espaço que o futebol tem em nossas vidas? Enchem-nos de informações “inúteis” e nós, além de deixar isso acontecer, gostamos disso. Ao invés de gastar nossa memória com coisas que façam diferença no dia-a-dia e ao longo da vida preferem, por exemplo, saber os jogadores de determinado time, quem foi pra onde, quem foi rebaixado, qual classificação está em não sei qual campeonato, os passes e gols de determinado jogador, posição no time e, pra finalizar, fixam em determinados passes ou jogadas, descrevendo-os detalhadamente porque foi A jogada ou fez O gol (e colocam como a coisa mais bonita do mundo). Como se isso fizesse alguma diferença ou mudasse alguma coisa no mundo.
Outra paixão, em sua maioria do sexo masculino, são os carros. Perdem tempo analisando detalhadamente cada componente do carro, coisas que possam ser melhoradas no design ou no motor para melhorar desempenho e velocidade. A mesma coisa vale para as corridas de carro e o espaço que ambos têm na mídia. Que esporte mais legal este onde se passa horas a fil dentro de um carro, correndo loucamente, fazendo um barulho ensurdecedor para se ganhar uma corrida (porque, como já tinha dito, se compete para vencer, é o que importa). E as pessoas adoram assistir a corridas como esta na frente da Tv, a famosa Fórmula 1 ou “Gran Pri” não sei de onde (assistir ao vivo é melhor ainda, pois se gasta um dinheirão para ver um monte de carros passando, pessoas se arriscando e ficando surdo, tamanho o barulho que carros em alta velocidade emitem).
Por fim, o alterofilismo. Um esporte saudável, antes de se tornar alterofilismo. Por que? Para a manutensão da saúde devemos ter alimentação saudável e fazer atividades físicas, mas esta estrapola este conceito. Primeiro porque, para ficarem gigantes daquele jeito, usam suplementos e outros recursos (como anabolizantes, por exemplo); segundo porque têm como ideal isto como uma coisa saudável e bonita. Tudo bem que cada um tem seu conceito de beleza, mas deformar o próprio corpo como fazem é um pouco demais a meu ver. Sem contar que, como os outros que foram supracitados, não vai fazer diferença no mundo e serve para machucar, pois quando se perde o equilíbrio e um peso daqueles cai... já sabem o que acontece (são vários os vídeos que mostram fraturas e outras peripécias causadas por isso).
Bom, acho que era isso o que eu ainda tinha pra falar sobre o tema.
Até mais ver. E agradeço por acompanharem e compartilharem.
Au revoir.
Sobre o futebol esqueci de falar sobre o poder que este exerce na mídia e, esta por sua vez, exerce sobre a massa brasileira (pra não dizer mundial). É notório que o futebol tem um enorme espaço nos meios de comunicação, seja ele jornal, rádio, internet ou televisão. Como se não bastasse ter um espaço exclusivo nos telejornais e jornais impressos (e falo isso sobre todos os jornais que passam no dia), ainda há programas televisivos específicos dedicados somente a este esporte maravilhoso! Melhor dizendo, é dedicado aos esportes no geral, mas, fazendo um balancete, pode-se perceber a soberania do futebol. E o espaço que o futebol tem em nossas vidas? Enchem-nos de informações “inúteis” e nós, além de deixar isso acontecer, gostamos disso. Ao invés de gastar nossa memória com coisas que façam diferença no dia-a-dia e ao longo da vida preferem, por exemplo, saber os jogadores de determinado time, quem foi pra onde, quem foi rebaixado, qual classificação está em não sei qual campeonato, os passes e gols de determinado jogador, posição no time e, pra finalizar, fixam em determinados passes ou jogadas, descrevendo-os detalhadamente porque foi A jogada ou fez O gol (e colocam como a coisa mais bonita do mundo). Como se isso fizesse alguma diferença ou mudasse alguma coisa no mundo.
Outra paixão, em sua maioria do sexo masculino, são os carros. Perdem tempo analisando detalhadamente cada componente do carro, coisas que possam ser melhoradas no design ou no motor para melhorar desempenho e velocidade. A mesma coisa vale para as corridas de carro e o espaço que ambos têm na mídia. Que esporte mais legal este onde se passa horas a fil dentro de um carro, correndo loucamente, fazendo um barulho ensurdecedor para se ganhar uma corrida (porque, como já tinha dito, se compete para vencer, é o que importa). E as pessoas adoram assistir a corridas como esta na frente da Tv, a famosa Fórmula 1 ou “Gran Pri” não sei de onde (assistir ao vivo é melhor ainda, pois se gasta um dinheirão para ver um monte de carros passando, pessoas se arriscando e ficando surdo, tamanho o barulho que carros em alta velocidade emitem).
Por fim, o alterofilismo. Um esporte saudável, antes de se tornar alterofilismo. Por que? Para a manutensão da saúde devemos ter alimentação saudável e fazer atividades físicas, mas esta estrapola este conceito. Primeiro porque, para ficarem gigantes daquele jeito, usam suplementos e outros recursos (como anabolizantes, por exemplo); segundo porque têm como ideal isto como uma coisa saudável e bonita. Tudo bem que cada um tem seu conceito de beleza, mas deformar o próprio corpo como fazem é um pouco demais a meu ver. Sem contar que, como os outros que foram supracitados, não vai fazer diferença no mundo e serve para machucar, pois quando se perde o equilíbrio e um peso daqueles cai... já sabem o que acontece (são vários os vídeos que mostram fraturas e outras peripécias causadas por isso).
Bom, acho que era isso o que eu ainda tinha pra falar sobre o tema.
Até mais ver. E agradeço por acompanharem e compartilharem.
Au revoir.
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terça-feira, 23 de agosto de 2011
Esportes 3 - Futebol
Pra finalizar esta triologia sobre esportes, vou colocar a paixão mundial na mesa: o futebol. Vcs já sabem o que penso, mas quero dedicar este pequeno espaço para falar um pouco mais a respeito. E me refiro tanto ao futebol dos gramados quanto ao futebol de salão.
Como eu já mensionei e costumo dizer, a definição de futebol poderia ser a de pessoas que ficam correrndo atrás de uma bola, de um lado para outro, como bobos-alegre ou barata tonta. Ou seja: fazendo nada. E são vários os pontos que podemos colocar sobre esta paixão mundial. Por mês, um jogador recebe muito mais do que a enorme maioria dos trabalhadores brasileiros. Isso sem contar com profissionais como os da saúde e da educação que, ao meu ver, são os mais necessários para se fazer uma revolução em qualquer país. Não acho justo que jogadores, técnicos ou seja lá quem for recebam tanto dinheiro e fique por isso mesmo. Digo isso porque não vejo todo esse dinheiro fazer alguma diferença no mundo.
Muitos gastam o que têm (e as vezes até o que não têm) para irem aos estádios, quadras e afins, com o objetivo de ver um jogão protagonizados por seus ídolos (os heróis). Que heróis são esses, porque elegemos eles assim e que tipo de heróis são esses que não salvam vidas? "Jogam dinheiro fora", mas faltam coisas básicas (moradia, saúde, comida ou móveis e materiais domésticos, estudos etc), fazer investimentos (como poupança), fazer trabalhos sociais, ter lazer com a família ou, simplesmente, pagar as dívidas. Outros itens que são indispensáveis e faz-se qualquer sacrifício para se ter são camisas oficiais, bandeiras, decorações de casa, entre outros. As vezes pode faltar um coisa aqui outra acolá para o dia-a-dia, não tem importância. Faz parte, né? Mas é curioso... E parece que as pessoas são obrigadas a ter um time do coração. Assim, eu prefiro não em encaixar na sociedade.
Outro ponto óbvio são as consequências de tanta fama e dinheiro. Saiu na revista Veja (não lembro se no ano passado ou neste) - coisa que não é novidade para ninguém - falando sobre "sexo, drogas e rock'n roll" que rola nos bartidores. São orgias, travestis, drogas, aviões particulares, mansões e outras diversões. Esbanjam dinheiro como podem. E se esforçam, pois são muitas as coisas realmente necessárias. E para que tanto dinheiro? Os milhões que recebem por mês poderia ser bem utilizado por ele e sua família por 3 ou 4 vidas (contando com esta). E belos exemplos recebemos, hein? Vamos citar Neymar: adolescente rebelde, rico desde o berço e que, aos 19 anos, é pai! Que comportamento é este que ele e outros nos inspiram? Como eleger Pelé ou qualquer outro como Rei? E em que essa realeza muda o mundo?
Trabalham tanto que se lesionam. Uma vida dura, que começa cedo e acaba cedo (praticamente obrigada). Como a maioria das crianças do sexo masculino, jogador de futebol é uma das primeiras opções e deve-se começar a empenhar cedo. O problema é que, tantos anos de sobre-carga no corpo, geram lesões após lesões, cirurgias após cirurgias. Mas tudo é (muito bem) compensado com um pouco de dinheiro como retorno. A boa notícia: não precisa esdutar para ser jogador profissional! Uma vida dessas, quem não quer? Dinheiro "fácil" desde cedo. Após a aposentadoria, para alguns deles (mais cedo ou mais tarde), dá-se início a uma nova carreira como treinador. Com a experiência de campo, usam isso como tática de combate para vencer e fazer uma carreira (praticamente) vitalícia. Vamos ponderar: rios de dinheiro, fama e sem necessidade de estudar. É o que (quase) todos querem: ganhar muito dinheiro sem fazer nada. Vamos nos atentar aos exemplos que eles nos dão e a influência que estes exercem em nossas vidas. A responsabilidade e a liberdade de aceitação são de todos.
Pra finalizar, gostaria de mensionar a diferença que o futebol faz na nossa vida. Considero que minha vida, e de outros que não são chegados neste esporte, é igual a de outros que o idolatram, com exceção que poupo mais dinheiro e tempo com isso. O futebol é necessário sim, mas não tanto quanto o mundo o considera. Gostaria de ver mais jogadores, técnicos e ex-jogadores e técnicos empenhados em utilizar o dinheiro, de modo a melhorar a sociedade e não apenas para fins egoístas e mesquinhos como vemos. Gostaria de ver mais ex-jogadores no anonimato, como é o caso de Rai, Túlio Maravilha e Guga (o tenista), trabalhando em prol do crescimento de todos. Enquanto isso, continuamos com a política do pão e circo moderno, com o futebol tomando tanto espaço em nossas vidas através de jogos e programas televisivos. O governo dá o que o povo quer. O futebol é de fato um esporte maravilhoso, de grande valor e que faz diferença em nossas vidas, desde que façamos ou se façam a coisa certa e lhe deem o devido valor. Como o vemos hoje faz parte da condição humana, mas ainda vão melhorar e muito as coias.
Au revoir.
Como eu já mensionei e costumo dizer, a definição de futebol poderia ser a de pessoas que ficam correrndo atrás de uma bola, de um lado para outro, como bobos-alegre ou barata tonta. Ou seja: fazendo nada. E são vários os pontos que podemos colocar sobre esta paixão mundial. Por mês, um jogador recebe muito mais do que a enorme maioria dos trabalhadores brasileiros. Isso sem contar com profissionais como os da saúde e da educação que, ao meu ver, são os mais necessários para se fazer uma revolução em qualquer país. Não acho justo que jogadores, técnicos ou seja lá quem for recebam tanto dinheiro e fique por isso mesmo. Digo isso porque não vejo todo esse dinheiro fazer alguma diferença no mundo.
Muitos gastam o que têm (e as vezes até o que não têm) para irem aos estádios, quadras e afins, com o objetivo de ver um jogão protagonizados por seus ídolos (os heróis). Que heróis são esses, porque elegemos eles assim e que tipo de heróis são esses que não salvam vidas? "Jogam dinheiro fora", mas faltam coisas básicas (moradia, saúde, comida ou móveis e materiais domésticos, estudos etc), fazer investimentos (como poupança), fazer trabalhos sociais, ter lazer com a família ou, simplesmente, pagar as dívidas. Outros itens que são indispensáveis e faz-se qualquer sacrifício para se ter são camisas oficiais, bandeiras, decorações de casa, entre outros. As vezes pode faltar um coisa aqui outra acolá para o dia-a-dia, não tem importância. Faz parte, né? Mas é curioso... E parece que as pessoas são obrigadas a ter um time do coração. Assim, eu prefiro não em encaixar na sociedade.
Outro ponto óbvio são as consequências de tanta fama e dinheiro. Saiu na revista Veja (não lembro se no ano passado ou neste) - coisa que não é novidade para ninguém - falando sobre "sexo, drogas e rock'n roll" que rola nos bartidores. São orgias, travestis, drogas, aviões particulares, mansões e outras diversões. Esbanjam dinheiro como podem. E se esforçam, pois são muitas as coisas realmente necessárias. E para que tanto dinheiro? Os milhões que recebem por mês poderia ser bem utilizado por ele e sua família por 3 ou 4 vidas (contando com esta). E belos exemplos recebemos, hein? Vamos citar Neymar: adolescente rebelde, rico desde o berço e que, aos 19 anos, é pai! Que comportamento é este que ele e outros nos inspiram? Como eleger Pelé ou qualquer outro como Rei? E em que essa realeza muda o mundo?
Trabalham tanto que se lesionam. Uma vida dura, que começa cedo e acaba cedo (praticamente obrigada). Como a maioria das crianças do sexo masculino, jogador de futebol é uma das primeiras opções e deve-se começar a empenhar cedo. O problema é que, tantos anos de sobre-carga no corpo, geram lesões após lesões, cirurgias após cirurgias. Mas tudo é (muito bem) compensado com um pouco de dinheiro como retorno. A boa notícia: não precisa esdutar para ser jogador profissional! Uma vida dessas, quem não quer? Dinheiro "fácil" desde cedo. Após a aposentadoria, para alguns deles (mais cedo ou mais tarde), dá-se início a uma nova carreira como treinador. Com a experiência de campo, usam isso como tática de combate para vencer e fazer uma carreira (praticamente) vitalícia. Vamos ponderar: rios de dinheiro, fama e sem necessidade de estudar. É o que (quase) todos querem: ganhar muito dinheiro sem fazer nada. Vamos nos atentar aos exemplos que eles nos dão e a influência que estes exercem em nossas vidas. A responsabilidade e a liberdade de aceitação são de todos.
Pra finalizar, gostaria de mensionar a diferença que o futebol faz na nossa vida. Considero que minha vida, e de outros que não são chegados neste esporte, é igual a de outros que o idolatram, com exceção que poupo mais dinheiro e tempo com isso. O futebol é necessário sim, mas não tanto quanto o mundo o considera. Gostaria de ver mais jogadores, técnicos e ex-jogadores e técnicos empenhados em utilizar o dinheiro, de modo a melhorar a sociedade e não apenas para fins egoístas e mesquinhos como vemos. Gostaria de ver mais ex-jogadores no anonimato, como é o caso de Rai, Túlio Maravilha e Guga (o tenista), trabalhando em prol do crescimento de todos. Enquanto isso, continuamos com a política do pão e circo moderno, com o futebol tomando tanto espaço em nossas vidas através de jogos e programas televisivos. O governo dá o que o povo quer. O futebol é de fato um esporte maravilhoso, de grande valor e que faz diferença em nossas vidas, desde que façamos ou se façam a coisa certa e lhe deem o devido valor. Como o vemos hoje faz parte da condição humana, mas ainda vão melhorar e muito as coias.
Au revoir.
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sábado, 20 de agosto de 2011
Esportes 2 - MMA e outros descartes
Vou continuar falando dos esportes, mas desta vez de maneira mais direcionada. Desta vez vou falar sobre o MMA (sigla em inglês para Artes Marciais Mistas), vales-tudo, pesca esportiva, tiro ao alvo e outros tipos de "esportes" que, ao meu ver, poderiam ser extintas e entrar para a galeria de esportes extintos.
Um dia assisti uma palestra na televisão sobre a filosofia das artes marciais, e que palestra! Infelizmente não consigo encontrar essa palestra na internet, mas uma das coisas mais bacanas que ouvi nela foi que as artes marciais na atualidade perderam o sentido que tinham quando foram criadas: a de manter uma boa saúde do corpo e da mente através de posturas e do respeito aos "oponentes", sendo este um dos caminhos para se chegar ao criador (assim como a meditação, as religiões etc). E o que se vê por aí é exatamente o contrário disso.
O vale-tudo e o MMA por exemplo, é, para mim, coisa de animais. Obviamente não preciso repetir que não estou julgando nem criticando, apenas utilizando-os como exemplo. E por que de animais? Simples: as pessoas se enfrentam, ganham este espaço para brigar "legalmente", praticamente se matam ou deixam inúmeras sequelas (braços e pernas quebradas ou traumatismos cranianos), se cumprimentam falsamente (porque na verdade o que querem é ganhar status, fama e dinheiro, e não se importam uns com os outros) e dizem que estão se divertindo ou trabalhando. Ora, que trabalho ou divertimento é este que o objetivo é acabar com o outro para que um possa se sobressair? É dinheiro regado a sangue e farelo de osso. Parecem animais brigando (como trogloditas demarcando território, espressados na cara de mal que fazem para posar para fotos e vídeos promocionais), mas os bichos fazem isso por sobrevivência, não para ficar famosos ou ganhar dinheiro. Lutas como estas me fazem lembrar de cenários como o Coliseu. O lugar mudou, mas o espetáculo continua o mesmo e mais modernizado.
Outro ponto é a pesca ou caça esportiva. Compreendo os que gostam, mas não concordo. Explico-me melhor: qual a razão para atirar em animais indefesos ou pescá-los com anzóis (portanto ferindo-os) e depois lhes devolver para a natureza machucados ou ainda em pior estado? O motivo disso? Diversão, claro! Entende-se quem faça isso como ganha-pão para que outros possam se alimentar. Normalmente quem procura isto são os mais ricos. De qualquer forma, ricos ou não, fazem isso para desestressarem do dia-a-dia, se livrar das tensões e se divertirem. Para isso, infezmente os pobres animais que não têm nada a ver pagam o pato (literalmente e sem trocadilhos). Falta um pouco de bom-senso, respeito e amor próprio, eu diria.
Por fim, o tiro ao alvo. Isso, se não me engano, é uma modalidade olímpica, mas porque não ficar apenas com o velho conhecido arco e flecha? Acho que a manipulação da arma traz maior segurança e maior imposição, já que esta é uma das maiores (e mais letais) formas de "se defender" criadas pelo homem. Tudo bem que queiram usar, mas se esquecem que, com isto, fazem apologia ao uso de armas de fogo. Isso é grave. E perigoso. Como competir pelo o desarmamento desta forma? Quem mais perde é quem tem uma arma em casa, pois antes de se defenderem, tornam-se vítimas de sua própria ignorância. Enquanto existirem armas, que seja para uso exclusivos de provas como estas, elas existirão para nos ameaçar.
Além disso tudo, claro que entram aí também o uso de drogas, dinheiro e outras coisas que isso possa trazer. O importante é vencer, não competir. Por isso muitos atletas se metem com esteróides e drogas diversas e precisam do dopping.
A próxima questão a ser publicada a aqui(e imagino que seja a última nesta abordagem sobre esportes) será sobre o maravilhoso futebol.
Au revoir.
Um dia assisti uma palestra na televisão sobre a filosofia das artes marciais, e que palestra! Infelizmente não consigo encontrar essa palestra na internet, mas uma das coisas mais bacanas que ouvi nela foi que as artes marciais na atualidade perderam o sentido que tinham quando foram criadas: a de manter uma boa saúde do corpo e da mente através de posturas e do respeito aos "oponentes", sendo este um dos caminhos para se chegar ao criador (assim como a meditação, as religiões etc). E o que se vê por aí é exatamente o contrário disso.
O vale-tudo e o MMA por exemplo, é, para mim, coisa de animais. Obviamente não preciso repetir que não estou julgando nem criticando, apenas utilizando-os como exemplo. E por que de animais? Simples: as pessoas se enfrentam, ganham este espaço para brigar "legalmente", praticamente se matam ou deixam inúmeras sequelas (braços e pernas quebradas ou traumatismos cranianos), se cumprimentam falsamente (porque na verdade o que querem é ganhar status, fama e dinheiro, e não se importam uns com os outros) e dizem que estão se divertindo ou trabalhando. Ora, que trabalho ou divertimento é este que o objetivo é acabar com o outro para que um possa se sobressair? É dinheiro regado a sangue e farelo de osso. Parecem animais brigando (como trogloditas demarcando território, espressados na cara de mal que fazem para posar para fotos e vídeos promocionais), mas os bichos fazem isso por sobrevivência, não para ficar famosos ou ganhar dinheiro. Lutas como estas me fazem lembrar de cenários como o Coliseu. O lugar mudou, mas o espetáculo continua o mesmo e mais modernizado.
Outro ponto é a pesca ou caça esportiva. Compreendo os que gostam, mas não concordo. Explico-me melhor: qual a razão para atirar em animais indefesos ou pescá-los com anzóis (portanto ferindo-os) e depois lhes devolver para a natureza machucados ou ainda em pior estado? O motivo disso? Diversão, claro! Entende-se quem faça isso como ganha-pão para que outros possam se alimentar. Normalmente quem procura isto são os mais ricos. De qualquer forma, ricos ou não, fazem isso para desestressarem do dia-a-dia, se livrar das tensões e se divertirem. Para isso, infezmente os pobres animais que não têm nada a ver pagam o pato (literalmente e sem trocadilhos). Falta um pouco de bom-senso, respeito e amor próprio, eu diria.
Por fim, o tiro ao alvo. Isso, se não me engano, é uma modalidade olímpica, mas porque não ficar apenas com o velho conhecido arco e flecha? Acho que a manipulação da arma traz maior segurança e maior imposição, já que esta é uma das maiores (e mais letais) formas de "se defender" criadas pelo homem. Tudo bem que queiram usar, mas se esquecem que, com isto, fazem apologia ao uso de armas de fogo. Isso é grave. E perigoso. Como competir pelo o desarmamento desta forma? Quem mais perde é quem tem uma arma em casa, pois antes de se defenderem, tornam-se vítimas de sua própria ignorância. Enquanto existirem armas, que seja para uso exclusivos de provas como estas, elas existirão para nos ameaçar.
Além disso tudo, claro que entram aí também o uso de drogas, dinheiro e outras coisas que isso possa trazer. O importante é vencer, não competir. Por isso muitos atletas se metem com esteróides e drogas diversas e precisam do dopping.
A próxima questão a ser publicada a aqui(e imagino que seja a última nesta abordagem sobre esportes) será sobre o maravilhoso futebol.
Au revoir.
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sábado, 13 de agosto de 2011
Esportes 1
Esse é muito conhecido, pouco debatido e com pouca importância e relevância para a maioria das pessoas. Novamente não estou criticando ou julgando, pois é uma coisa que todos conhecem e sabe como é, isto é, estou apenas exemplificando.
De fato, os esportes promovem a saúde, deixam as pessoas "longe das drogas" e só trazem benefícios, mas não é bem isso que ando vendo por aí... Sim, o esporte promove a saúde, porém nos esquecemos que todos os esportistas profissionais se lesam, em algum momento da vida devido ao escesso de uso do corpo. Além disso, entra em questão a competitividade (que está presente na maioria deles), distanciando as pessoas do objetivo que os esportes tinham ao serem criados: integrar os grupos sociais, promover saúde e promover um bom relacionamento entre as pessoas. As pessoas competem para vencer, apenas isso, o que faz com que muitos usem de métodos pouco recomendáveis para tal (como usar drogas ou sabotear colegas). Tirando claro que podem ganhar fama e dinheiro. E onde foi parar "o importante é competir"?
Eis outro ponto que me faz desgostar do que o esporte realmente poderia fazer: dinheiro. Vamos pegar o futebol como exemplo. Por mês, um jogador pouco conhecido deve receber em torno de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) - tirei isso da minha cabeça - e pra fazer o que? Ficar "confinado" em algum canto com outros na mesma situação para apenas correr atrás de uma bola de uma lado para outro, se lesionando ou causando lesão em outros. Simples assim. Para mim a definição de futebol poderia ser essa. O pior é que "grandes" jogadores recebem milhões POR MÊS para fazer vcs sabem o que (quero dizer: nada). Não acho justo que jogadores, técnicos ou seja lá quem for recebam tudo isso enquanto pessoas trabalhadoras recebam tão pouco, como no caso da Educação e da Saúde (onde me incluo) - que ao meu ver são muito mais importante e dão muito mais retorno. Em outro momento, gostaria de falar penas do "maravilhoso" futebol que muitos ovacionam (na verdade, acho que ele foi o motivo principal para eu fazer essa publicação).
Muitos gastam o que têm (e as vezes o que não têm) para verem seus ídolos nos estádios, quadras e afins. Até viagam para ver um "jogão", em vez de gastar o dinheiro para melhorar suas casas, fazer investimentos (como poupança), ter lazer com a família, mais comida em casa ou diminuir/quitar as dívidas. Para o jogo, camisas de seleção e outros materiais com o timão tem dinheiro, para o dia-a-dia não. Engraçado... Sem contar que as pessoas são quase obrigadas a terem um "time do coração". Para que? Ou porque? Isso sem contar com esportes tão desnecessários ou de pouco bom-gosto que não sei como ainda existem ou porque têm adeptos.
Por falar em ídolos... Vamos falar um pouco dos exemplos que eles nos passam. Podemos começar falando que, desde pequenos, muitos querem seguir os esportes porque, apesar de ser um trabalho "duro e difícil", ganha-se muito (para não fazer "nada"), não precisam estudar e também porque vão ficar famosos. E quem é que se importa em dar bom exemplo? Eles têm que ser apenas eles mesmos, nada mais, só querem um pouco de privacidade. Aí podemos ver envolvimento com drogas, tráfico, compra de mansões (também casas de praia, no estrangeiro etc), traições, orgias, violência, racismo e outros preconceitos (como de sexo e religioso, por exemplo), jogadores com envolvimento com travestis ou milícias criminosas. E por aí vai... Mas quem se importa? "Tão pagaaaando!" Bons exemplos? Claro que temos excessões (graças a Deus), pena que são tão poucos os que se inserem em trabalhos sociais. E pra finalizar: com tantas pessoas tão novas com lesões, eles acabam se aposentando cedo demais... E continuam ganhando muito bem, obrigado (isso quando não dão um jeito de continuar no mesmo ramo, como jogador de futebol que vira técnico)! Que beleza!
Apesar dos pesares, ainda há esperança! Assim como se apresenta, faz parte da condição atual da humanidade. A energia dispensada para tal está afinizada com a ressonância que se encontra neste mundo, neste período. No futuro começará a se transmormar (muito embora não se tenha percebido uma diferença tão significativa). Não teremos pessoas ganhando tanto e nem tanta competitividade para mostrar quem é o mais forte. O esporte se igualará às artes, como forma de integração cultural e individual, como também poderá gerar maior igualdade social. Não terá essa importância que tem hoje. Terá sua relevância manifestada em sua verdadeira essência.
Au revoir.
De fato, os esportes promovem a saúde, deixam as pessoas "longe das drogas" e só trazem benefícios, mas não é bem isso que ando vendo por aí... Sim, o esporte promove a saúde, porém nos esquecemos que todos os esportistas profissionais se lesam, em algum momento da vida devido ao escesso de uso do corpo. Além disso, entra em questão a competitividade (que está presente na maioria deles), distanciando as pessoas do objetivo que os esportes tinham ao serem criados: integrar os grupos sociais, promover saúde e promover um bom relacionamento entre as pessoas. As pessoas competem para vencer, apenas isso, o que faz com que muitos usem de métodos pouco recomendáveis para tal (como usar drogas ou sabotear colegas). Tirando claro que podem ganhar fama e dinheiro. E onde foi parar "o importante é competir"?
Eis outro ponto que me faz desgostar do que o esporte realmente poderia fazer: dinheiro. Vamos pegar o futebol como exemplo. Por mês, um jogador pouco conhecido deve receber em torno de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) - tirei isso da minha cabeça - e pra fazer o que? Ficar "confinado" em algum canto com outros na mesma situação para apenas correr atrás de uma bola de uma lado para outro, se lesionando ou causando lesão em outros. Simples assim. Para mim a definição de futebol poderia ser essa. O pior é que "grandes" jogadores recebem milhões POR MÊS para fazer vcs sabem o que (quero dizer: nada). Não acho justo que jogadores, técnicos ou seja lá quem for recebam tudo isso enquanto pessoas trabalhadoras recebam tão pouco, como no caso da Educação e da Saúde (onde me incluo) - que ao meu ver são muito mais importante e dão muito mais retorno. Em outro momento, gostaria de falar penas do "maravilhoso" futebol que muitos ovacionam (na verdade, acho que ele foi o motivo principal para eu fazer essa publicação).
Muitos gastam o que têm (e as vezes o que não têm) para verem seus ídolos nos estádios, quadras e afins. Até viagam para ver um "jogão", em vez de gastar o dinheiro para melhorar suas casas, fazer investimentos (como poupança), ter lazer com a família, mais comida em casa ou diminuir/quitar as dívidas. Para o jogo, camisas de seleção e outros materiais com o timão tem dinheiro, para o dia-a-dia não. Engraçado... Sem contar que as pessoas são quase obrigadas a terem um "time do coração". Para que? Ou porque? Isso sem contar com esportes tão desnecessários ou de pouco bom-gosto que não sei como ainda existem ou porque têm adeptos.
Por falar em ídolos... Vamos falar um pouco dos exemplos que eles nos passam. Podemos começar falando que, desde pequenos, muitos querem seguir os esportes porque, apesar de ser um trabalho "duro e difícil", ganha-se muito (para não fazer "nada"), não precisam estudar e também porque vão ficar famosos. E quem é que se importa em dar bom exemplo? Eles têm que ser apenas eles mesmos, nada mais, só querem um pouco de privacidade. Aí podemos ver envolvimento com drogas, tráfico, compra de mansões (também casas de praia, no estrangeiro etc), traições, orgias, violência, racismo e outros preconceitos (como de sexo e religioso, por exemplo), jogadores com envolvimento com travestis ou milícias criminosas. E por aí vai... Mas quem se importa? "Tão pagaaaando!" Bons exemplos? Claro que temos excessões (graças a Deus), pena que são tão poucos os que se inserem em trabalhos sociais. E pra finalizar: com tantas pessoas tão novas com lesões, eles acabam se aposentando cedo demais... E continuam ganhando muito bem, obrigado (isso quando não dão um jeito de continuar no mesmo ramo, como jogador de futebol que vira técnico)! Que beleza!
Apesar dos pesares, ainda há esperança! Assim como se apresenta, faz parte da condição atual da humanidade. A energia dispensada para tal está afinizada com a ressonância que se encontra neste mundo, neste período. No futuro começará a se transmormar (muito embora não se tenha percebido uma diferença tão significativa). Não teremos pessoas ganhando tanto e nem tanta competitividade para mostrar quem é o mais forte. O esporte se igualará às artes, como forma de integração cultural e individual, como também poderá gerar maior igualdade social. Não terá essa importância que tem hoje. Terá sua relevância manifestada em sua verdadeira essência.
Au revoir.
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sábado, 9 de julho de 2011
Vídeos
Trago aqui alguns dos vídeos que encontro por aí. Cada um com sua particularidade, beleza e ensinamento. Seguem abaixo, separados pelas classificações que julgo necessária.
Infantis:
http://www.youtube.com/watch?v=tniSz2FB-Kc
http://www.youtube.com/watch?v=VYDM3MIzEHo
http://www.youtube.com/watch?v=hPYf951wQ1M
http://www.youtube.com/watch?v=3FRiwnhGqUs
http://www.youtube.com/watch?v=wiMn2x8Q5UM
http://www.youtube.com/watch?v=bvHb0tiEz68
http://www.youtube.com/watch?v=b4wveY2-lCo
http://www.youtube.com/watch?v=X7WuBdYJGyo
http://www.youtube.com/watch?v=5gKpIre9WnM&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=5BGu_24WR8I
Inteligentes:
http://www.youtube.com/watch?v=3VME8cVSmoA
http://www.youtube.com/watch?v=Rjv0TsiV3ek&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=ozYUT-Sd6Tk
http://www.youtube.com/watch?v=lvP7wKT3Ckg
Reflexivos:
http://www.youtube.com/watch?v=IKqrM-d0UCU
http://www.youtube.com/watch?v=Vf94Jz5wm3k
http://www.youtube.com/watch?v=BIr0vRbxsv8
http://www.youtube.com/watch?v=LQFED1tH0do
http://www.youtube.com/watch?v=C3b5k6uu-vE
http://www.youtube.com/watch?v=vnFO4JHZF-Q
Exemplares:
http://www.youtube.com/watch?v=OPTbBX0VfsQ&feature=fvsr
http://www.youtube.com/watch?v=5ZP_w27k8tY&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=gZdJqhYVEHc
http://www.youtube.com/watch?v=Gecc5w1bCnY
http://www.youtube.com/watch?v=pfs2d1Nh4bM&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=1l6dow96AU4&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=YeQ3GBsMcBM
http://www.youtube.com/watch?v=dvBD_Ejd9QA
http://www.youtube.com/watch?v=BCPrNg1SO_g
Espero que gostem.
Au revoir
Infantis:
http://www.youtube.com/watch?v=tniSz2FB-Kc
http://www.youtube.com/watch?v=VYDM3MIzEHo
http://www.youtube.com/watch?v=hPYf951wQ1M
http://www.youtube.com/watch?v=3FRiwnhGqUs
http://www.youtube.com/watch?v=wiMn2x8Q5UM
http://www.youtube.com/watch?v=bvHb0tiEz68
http://www.youtube.com/watch?v=b4wveY2-lCo
http://www.youtube.com/watch?v=X7WuBdYJGyo
http://www.youtube.com/watch?v=5gKpIre9WnM&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=5BGu_24WR8I
Inteligentes:
http://www.youtube.com/watch?v=3VME8cVSmoA
http://www.youtube.com/watch?v=Rjv0TsiV3ek&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=ozYUT-Sd6Tk
http://www.youtube.com/watch?v=lvP7wKT3Ckg
Reflexivos:
http://www.youtube.com/watch?v=IKqrM-d0UCU
http://www.youtube.com/watch?v=Vf94Jz5wm3k
http://www.youtube.com/watch?v=BIr0vRbxsv8
http://www.youtube.com/watch?v=LQFED1tH0do
http://www.youtube.com/watch?v=C3b5k6uu-vE
http://www.youtube.com/watch?v=vnFO4JHZF-Q
Exemplares:
http://www.youtube.com/watch?v=OPTbBX0VfsQ&feature=fvsr
http://www.youtube.com/watch?v=5ZP_w27k8tY&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=gZdJqhYVEHc
http://www.youtube.com/watch?v=Gecc5w1bCnY
http://www.youtube.com/watch?v=pfs2d1Nh4bM&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=1l6dow96AU4&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=YeQ3GBsMcBM
http://www.youtube.com/watch?v=dvBD_Ejd9QA
http://www.youtube.com/watch?v=BCPrNg1SO_g
Espero que gostem.
Au revoir
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sábado, 18 de junho de 2011
Exemplos
Vou falar um pouco sobre o exemplo, para que serve e o que ele pode acarretar.
Porque escolhi esse tema desta vez? Não sei ao certo, sei que há dias sinto necessidade de escrever sobre ele (o que já queria ter feito). Este é um assunto que merece muita atenção, haja visto o grande poder que carrega com ele. Obviamente que ele se correlaciona com outras coisas já discutidas aqui anteriormente que serão citadas no decorrer deste texto.
Porque o exemplo exerce tanto poder é pode ser tão perigoso? Porque é através dele que fazemos uma das coisas mais bonitas que existem: ensinar. Claro que podemos aprender de muitas formas: podemos aprender observando/vendo/ouvindo, podemos aprender através da ação de outras pessoas (o tal do exemplo que estamos discutindo) e podemos aprender passando por determinada situação. Cada uma delas requer uma certa quantidade de "conhecimento". A que requer mais sabedoria é a aprendizagem através da observação, pois a pessoa não precisa passar por tal cituação ou dificuldade para aprender; apenas observa o que acontece com as pessoas e como elas agem, aprendendo o que é melhor ou não fazer (por exemplo: vê que não é bom, então ela não bebe). Por isso se diz, especialmente no meio Espírita, que uns aprendem pelo amor e outros aprendem pela dor (infelizmente estes são a grande maioria e por isso a necessidade de passarmos por determinadas situações: para aprender e nos educarmos). Mas vamos focar no exemplo.
Quem exerce o poder do exemplo sobre nós? Bom, isso varia de pessoa pra pessoa. Geralmente nos espelhamos em pessoas próximas, pessoas famosas ou ídolos (pode ser famoso ou não). E porque pode ser tão "perigoso" assim? Pois nos tornamos responsáveis não apenas por nós através das escolhas que nós fazemos. Também nos tornamos responsáveis por 1 ou mais pessoas, podendo chegar a milhões. Já vimos isso anteriormente quando escrevi sobre Liberdade e Libertinagem, sobre Política (que está separada em 3 partes), sobre se o Fim Justificam os Meios e sobre o Trabalho.
Uai, trabalho? Sim, porque é através do trabalho que nos esforçamos para vencer nossas dificuldades. Conquistamos as coisas por esforço próprio, nada vem de graça e isso tem tudo a ver com liberdade. Porque? Porque Deus nos dotou do livre-arbítrio para que façamos nossas escolhas e sejamos responsáveis pelo que dela advir. Ou seja, se fizermos boas escolhas e trabalharmos para que elas aconteçam, significa que recebemos por mérito próprio a colheita que nos é merecida.
Ok, ok, mas porque mais devemos tormar cuidado? Porque somos irmãos ou primos mais velhos, sobrinhos ou afilhados, padrinho/madrinhas, porque poderemos nos destacar de alguma forma (seja na comunidade, no trabalho ou na mídia) e, principalmente, porque podemos ser pais (se já não o somos). Isto é, de todas as formas de ser exemplo, as que considero mais difíceis são a de mídia e a de paternidade/maternidade. E porque? Simples: porque ou arrastamos multidões para o bom ou mal caminho (como é o caso dos políticos com as escolhas que eles fazem por milhões de pessoas e o caso dos famosos) e porque a paternidade/maternidade é um dos bens mais preciosos e sagrados que existem. Claro que cada pessoa escolhe o que fazer da vida, mas os pais tem papel fundamental e crucial nessas escolhas, no caráter e na forma como a criança vê o mundo. Uma das funções primordiais da paternidade/maternidade é ensinar. Quantas não são as crianças que são "estragadas" por causa dos pais e dos exemplos que eles dão no que diz respeito, por exemplo, a mentira, generosidade, honestidade, humildade, rancor, ansiedade, desrespeito, entre muitas outras coisas.
Esse poder também capacita o ídolos e os famosos. Por ídolos podemos entender qualquer pessoa (mesmo famosa) que exerce um grande fascínio em nós e que, portanto, têm grande influência em nossas escolhas. Pode ser um professor, um primo, um vizinho, alguém do trabalho, alguém que não exista na vida real (um desenho, por exemplo) ou, claro, um famoso. Abaixo coloco apenas algumas fotos de famosos (sem jultamentos de minha parte, para mais ou para menos) para que pensem sobre qual o tipo de influência eles têm sobre nós e sobre as pessoas no geral (quero dizer na sociedade):
Amy Winehouse
Madonna e Lady Gaga
Madre Teresa de Calcutá
Gandhi e Jesus
Obviamente que existem milhares e milhares de pessoas que podemos pegar como exemplos, tais como Rihanna, Dalai Lama, Buddha, políticos no geral ou algum em específico, Francisco de Assis, Maria Madalena, Hitler, Che Quevara, Fidel Castro, Osama Bin Laden, jogadores de futebol, shakira, Barack Obama, Ricky Martin, Chico Xavier, o Papa, Carla Bruni, Silvester Stalone, participantes de realitys shows etc etc etc.
Além destes, temos outros inúmeros exemplos no anonimato: a garotinha de Brasília que colocou cartaz na cidade para devolver R$ 50 que encontrou na rua, crianças ou animais que nasceram com algum tipo de deficiência, trabalhadores dos bastidores da televisão, pessoas que se superam (os verdadeiros Super-Homens e Mulheres Maravilhas), aquela vizinha ou pessoa que ajuda na igreja e preferem não se exporem. Um dos grandes exemplo que vejo (e claro, emocionam as pessoas) são as pessoas que se superam e se reinventam todos os dias pelo mundo a fora, para que possam sobreviver em meio à miséria, à fome, à pobreza, ao desemprego etc. Para finalizar, ainda posso citar 2 ótimos filmes -como não poderia deixar de ser - (inclusive já falei sobre um deles na postagem sobre Diversidade de Assuntos): Flor do Deserto e Um Sonho Possível. Flor do Deserto mostra a história real de uma modelo somaliana que luta pela não mutilação das mulheres de seu país. Já Um Sonho Possível trata da história, também real, de uma senhora branca dos Estados Unidos que, inicialmente indiretamente, adota um rapaz negro e "burro" que ninguém acreditava nele.
Flor do Deserto
Um Sonho Possível
Enfim, esta postagem é apenas para pensarmos nas escolhas que fazemos quando, por exemplo, pedimos para alguém mentir que não estamos em casa para não atender o telefone ou que tipo de inspiração causamos em outras pessoas com nossas atitudes (das mais simples e cotidianas às mais significativas e "grandes"). Conclusão: não pode haver falso moralismo. "Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço"? Acho que não é por aí. Nossas palavras e ações devem ser condizentes e coerentes com nossos pensamentos e a ideologia que pregamos. O que estamos tomando como exemplo e que tipo de exemplo passamos para as outras pessoas? Só podemos ensinar o que já tivermos aprendido!
Au revoir
Porque escolhi esse tema desta vez? Não sei ao certo, sei que há dias sinto necessidade de escrever sobre ele (o que já queria ter feito). Este é um assunto que merece muita atenção, haja visto o grande poder que carrega com ele. Obviamente que ele se correlaciona com outras coisas já discutidas aqui anteriormente que serão citadas no decorrer deste texto.
Porque o exemplo exerce tanto poder é pode ser tão perigoso? Porque é através dele que fazemos uma das coisas mais bonitas que existem: ensinar. Claro que podemos aprender de muitas formas: podemos aprender observando/vendo/ouvindo, podemos aprender através da ação de outras pessoas (o tal do exemplo que estamos discutindo) e podemos aprender passando por determinada situação. Cada uma delas requer uma certa quantidade de "conhecimento". A que requer mais sabedoria é a aprendizagem através da observação, pois a pessoa não precisa passar por tal cituação ou dificuldade para aprender; apenas observa o que acontece com as pessoas e como elas agem, aprendendo o que é melhor ou não fazer (por exemplo: vê que não é bom, então ela não bebe). Por isso se diz, especialmente no meio Espírita, que uns aprendem pelo amor e outros aprendem pela dor (infelizmente estes são a grande maioria e por isso a necessidade de passarmos por determinadas situações: para aprender e nos educarmos). Mas vamos focar no exemplo.
Quem exerce o poder do exemplo sobre nós? Bom, isso varia de pessoa pra pessoa. Geralmente nos espelhamos em pessoas próximas, pessoas famosas ou ídolos (pode ser famoso ou não). E porque pode ser tão "perigoso" assim? Pois nos tornamos responsáveis não apenas por nós através das escolhas que nós fazemos. Também nos tornamos responsáveis por 1 ou mais pessoas, podendo chegar a milhões. Já vimos isso anteriormente quando escrevi sobre Liberdade e Libertinagem, sobre Política (que está separada em 3 partes), sobre se o Fim Justificam os Meios e sobre o Trabalho.
Uai, trabalho? Sim, porque é através do trabalho que nos esforçamos para vencer nossas dificuldades. Conquistamos as coisas por esforço próprio, nada vem de graça e isso tem tudo a ver com liberdade. Porque? Porque Deus nos dotou do livre-arbítrio para que façamos nossas escolhas e sejamos responsáveis pelo que dela advir. Ou seja, se fizermos boas escolhas e trabalharmos para que elas aconteçam, significa que recebemos por mérito próprio a colheita que nos é merecida.
Ok, ok, mas porque mais devemos tormar cuidado? Porque somos irmãos ou primos mais velhos, sobrinhos ou afilhados, padrinho/madrinhas, porque poderemos nos destacar de alguma forma (seja na comunidade, no trabalho ou na mídia) e, principalmente, porque podemos ser pais (se já não o somos). Isto é, de todas as formas de ser exemplo, as que considero mais difíceis são a de mídia e a de paternidade/maternidade. E porque? Simples: porque ou arrastamos multidões para o bom ou mal caminho (como é o caso dos políticos com as escolhas que eles fazem por milhões de pessoas e o caso dos famosos) e porque a paternidade/maternidade é um dos bens mais preciosos e sagrados que existem. Claro que cada pessoa escolhe o que fazer da vida, mas os pais tem papel fundamental e crucial nessas escolhas, no caráter e na forma como a criança vê o mundo. Uma das funções primordiais da paternidade/maternidade é ensinar. Quantas não são as crianças que são "estragadas" por causa dos pais e dos exemplos que eles dão no que diz respeito, por exemplo, a mentira, generosidade, honestidade, humildade, rancor, ansiedade, desrespeito, entre muitas outras coisas.
Esse poder também capacita o ídolos e os famosos. Por ídolos podemos entender qualquer pessoa (mesmo famosa) que exerce um grande fascínio em nós e que, portanto, têm grande influência em nossas escolhas. Pode ser um professor, um primo, um vizinho, alguém do trabalho, alguém que não exista na vida real (um desenho, por exemplo) ou, claro, um famoso. Abaixo coloco apenas algumas fotos de famosos (sem jultamentos de minha parte, para mais ou para menos) para que pensem sobre qual o tipo de influência eles têm sobre nós e sobre as pessoas no geral (quero dizer na sociedade):
Amy Winehouse
Madonna e Lady Gaga
Madre Teresa de Calcutá
Gandhi e Jesus
Obviamente que existem milhares e milhares de pessoas que podemos pegar como exemplos, tais como Rihanna, Dalai Lama, Buddha, políticos no geral ou algum em específico, Francisco de Assis, Maria Madalena, Hitler, Che Quevara, Fidel Castro, Osama Bin Laden, jogadores de futebol, shakira, Barack Obama, Ricky Martin, Chico Xavier, o Papa, Carla Bruni, Silvester Stalone, participantes de realitys shows etc etc etc.
Além destes, temos outros inúmeros exemplos no anonimato: a garotinha de Brasília que colocou cartaz na cidade para devolver R$ 50 que encontrou na rua, crianças ou animais que nasceram com algum tipo de deficiência, trabalhadores dos bastidores da televisão, pessoas que se superam (os verdadeiros Super-Homens e Mulheres Maravilhas), aquela vizinha ou pessoa que ajuda na igreja e preferem não se exporem. Um dos grandes exemplo que vejo (e claro, emocionam as pessoas) são as pessoas que se superam e se reinventam todos os dias pelo mundo a fora, para que possam sobreviver em meio à miséria, à fome, à pobreza, ao desemprego etc. Para finalizar, ainda posso citar 2 ótimos filmes -como não poderia deixar de ser - (inclusive já falei sobre um deles na postagem sobre Diversidade de Assuntos): Flor do Deserto e Um Sonho Possível. Flor do Deserto mostra a história real de uma modelo somaliana que luta pela não mutilação das mulheres de seu país. Já Um Sonho Possível trata da história, também real, de uma senhora branca dos Estados Unidos que, inicialmente indiretamente, adota um rapaz negro e "burro" que ninguém acreditava nele.
Flor do Deserto
Um Sonho Possível
Enfim, esta postagem é apenas para pensarmos nas escolhas que fazemos quando, por exemplo, pedimos para alguém mentir que não estamos em casa para não atender o telefone ou que tipo de inspiração causamos em outras pessoas com nossas atitudes (das mais simples e cotidianas às mais significativas e "grandes"). Conclusão: não pode haver falso moralismo. "Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço"? Acho que não é por aí. Nossas palavras e ações devem ser condizentes e coerentes com nossos pensamentos e a ideologia que pregamos. O que estamos tomando como exemplo e que tipo de exemplo passamos para as outras pessoas? Só podemos ensinar o que já tivermos aprendido!
Au revoir
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quinta-feira, 14 de abril de 2011
Sobre a Morte e o Morrer - 1
Transcrevo abaixo trechos de uma das ilustrações mais bonitas sobre a morte que já vi. Recebi por e-mail um dia desses. Não vou acrescentar qualquer opinião que tenha a respeito, ficando esta para uma outra oportunidade.
"Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de beleza rara. O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.
Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamará: "já se foi". Terá sumido? Evaporado? Não, certamente. Apenas o perdemos de vista. O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava próximo de nós. Continua tão capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas. O veleiro não evaporou, apenas não o podemos mais ver.
Mas ele continua o mesmo. Nada se perde, a não ser o corpo físico de que não mais necessita. E é assim que, no mesmo instante em que dizemos: "já se foi", no além, outro alguém dirá : "já está chegando". Chegou ao destino levando consigo as aquisições feitas durante a vida. Na vida, cada um leva sua carga de vícios e virtudes, de afetos e desafetos, até que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecessário.
Assim, um dia, todos nós partimos como seres imortais que somos todos nós ao encontro daquele que nos criou."
Au revoir.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Liberdade e libertinagem
É relativamente simples falar desse tema, visto que está bastante explícito e fácil de distinguir um e outro no mundo hoje. Inicialmente vamos aos conceitos para só então discutir:
Liberdade: Condição de uma pessoa poder dispor de si; faculdade de fazer ou deixar de fazer uma coisa; o uso dos direitos do homem; ausência de servidão, submissão e determinação, qualificando-se como independência do ser humano; constitui o comportamento humano voluntário; autonomia de um sujeito racional.
Libertinagem: Desregramento; uso da liberdade sem o bom senso, acabando por transformá-la em um veículo prejudicial a si próprio ou aos outros.
A liberdade é caracterizada por se fazer escolhas de forma racional, levando em conta e aceitando as consequências advindas desta escolha. Também é conhecida por alguns como livre-arbítrio. De qualquer forma, há muitas pessoas que ainda confundem liberdade com libertinagem, fazendo desta um estilo de vida um tanto arriscado, para si e para outros. Acho importante frizar isso, pois a todo momento nos deparamos com esta contradição, especialmente porque estamos praticamente no período do carnaval, época perfeita para se divertir sem limites. Mas o carnaval vai ficar para a próxima postagem.
Às vezes queremos que nossa mão chegue além do que o braço pode esticar, mas esbarramos no limite do espaço de uma outra pessoa. Algumas pessoas invadem o espaço do outro, consciente ou inconscientemente, e se sentem incomodadas, já outros o fazem sem a menor cerimônia como se fizesse parte dele próprio. Não sabe distinguir ele mesmo de outra pessoa. Temos nossa liberdade de escolha e temos que saber usá-la, foi pra isso que Deus nos dotou da capacidade da inteligência, do raciocínio e da individualidade. Ou seja, tudo o que escolhemos e fazemos se volta para nós, não para os outros. Inicialmente pode parecer que o outro foi atingido, mas mais cedo ou mais tarde volta para nós, como se fosse um espelho. Eis aí o karma/carma citado pelos hindus, budistas e outras religiões. O carma em sí não tem nada de ruim, isso é uma ideologia criada pelo homem, mas ele é colocado como ruim porque geralmente as escolhas que fazemos provém do egosísmo, do orgulho e da vaidade.
A liberdade é a grandeza de poder fazer escolhas e escolher é sacrificar. Sacrificar outras coisas e possibilidades em detrimento de uma só. E depois da escolha vem as consequências e temos que aceitá-las, pois foi o que nós mesmos escolhemos para nós. Aceitar com resignação. Se essas escolhas não tivessem consequências, se nos permitíssimos voltar atrás no que não é admitido naturalmente, a liberdade se tornaria vazia e improdutiva. Além disso, estaríamos anulando nossa personalidade, pois somos aquilo que escolhemos para nós, mesmo que tenhamos apenas um caminho a seguir ou quando uma outra pessoa se sobrepõe a nós, daí vale a pergunta: "o que fazer com o que fizeram de mim?". Além do que, aceitar escolhas não diz respeito apenas ao que escolhemos para nós mesmo, mas também aceitar o que os demais escolhem para si. Na realidade fazemos justamente ao contrário: queremos tomar decisões pelos outros achando que será melhor para ela do jeito como pensamos e não como ela escolheu. Com isso cabe fazer uma pergunta: o que nós achamos que será bom para ela é o que é de fato ou fazemos isso porque será melhor para nós, de alguma forma?
É difícil fazer com que as pessoas compreendam aquilo que ainda não sentem. Cada pessoa tem um conceito diferente, o que faz parecer que, eu e outras pessoas que batem nessa mesma tecla maquiada de clichê, estamos tentando ensinar física para crianças do jardim. Eis aí a ignorância do ser humano. Não é raro encontrar quem queira ter seus direitos atendidos, mas é raro quem sequer lembre que, além dos direitos, temos também os deveres. E temos muitos deveres. Inclusive deveres para conosco mesmos, o que significa que a liberdade que temos é para ser usada também em benefício próprio, sem nos prejudicarmos. E se ficarmos apenas gozando dos prazeres da vida sem tirarmos nada de proveito, sem aprender, sem fazer nossa parte não teremos esta liberdade verdadeira, teremos uma prisão. Eis o auto-enclausuramento ou o "carma ruim", como colocado anteriormente. A vida foi feita para sermos felizes, mas não essa felicidade fugaz e materialista que muitos pensam e querem. A vida não é só "sexo, drogas e rock'n roll". Repito que não estamos na vida à passeio, mas muitos preferem ficar pelo caminho perdendo tempo com distrações.
Podemos, então, exercê-la de forma positiva ou negativa. E podemos chegar à tão sonhada paz com esta liberdade do qual falei... ou podemos chegar à prisão. Nós é que escolhemos onde vamos. Mas também podemos ter paz na prisão. E o contrário da liberdade é a prisão, então vamos falar um pouco disso também. Abaixo transcrevo um trecho do discurso feito por Prem Rawat do projeto Palavras de Paz, que pode ser visto no site ou no VcTubo sobre a Luz Interior, que também fala sobre a liberdade:
"Parece que estamos aqui para desfrutar. Temos um corpo que detesta sentir dor e adora sentir prazer. Talvez o propósito desta viagem não seja a dor, o sofrimento, mas podermos sentir a experiência suprema. O supremo pode ser esse poder que torna todas as coisas possíveis, que lhes dá energia, que as move. Mas o que é fascinante não é entendermos o universo, mas saber o que lhe dá energia também está dentro de nós. E isso nós podemos experimentar. Porque quando experimentamos, ficamos cheios de paz, cheios de felicidade.
A cada um de nós foi dada uma oportunidade de sentir plenitude, de sentir paz. A paz que pode ser sentida na prisão. E o que me maravilha é que mesmo na pior das situações há esperança. Há uma flexibilidade, uma compreensão e uma força em cada ser humano. E é essa força que nos faz avançar até a porta de entrada para a paz interior. Estar preso e isolado é o pior dos castigos. Estar sozinho. Eu... comigo. A liberdade está dentro de você. Pode sentir a liberdade, mesmo que esteja trancado numa prisão."
Para finalizar, a liberdade é direito de todos, principalmente no que diz respeito a libertar-se de si mesmo. Libertar-se das suas dificuldades, defeitos e apegos. A liberdade leva tanto à prisão e ao sofrimento quanto leva à paz e a felicidade. Basta saber que caminho vamos percorrer.
E vou ficando por aqui, pois ainda há muito pano pra manga.
Quem sabe não volto a falar disso novamente no futuro?
Au revoir.
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quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Amor 1
Transcrevo abaixo a Primeira Carta aos Coríntios, capítulo 13, onde Paulo de Tarso descreve, da maneira mais linda e o que chega mais perto do que conhecemos como o amor verdadeiro. Para acompanhar como trilha sonora a música Amor de Mi Alma cantada em espanhol e em coro.
"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor."
Au revoir.
"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor."
Au revoir.
sábado, 16 de outubro de 2010
Trabalho
Hoje irei expor um pouco a respeito de trabalho. Não esse mesmo que estamos acostumados a ver, onde empregamos horas em uma determinada atividade para fins lucrativos, mas uma visão um pouco mais ampla e profunda.
Um dicionário que consultei traz que trabalho é "qualquer ocupação manual ou intelectual; esmero, cuidado que se emprega na feitura de uma obra; obra feita ou que se faz ou está para se fazer." Desta forma, está certo, mas muitos veem o trabalho apenas como uma forma de ganhar dinheiro para gastar com coisas [muitas vezes, des] necessárias. O trabalho está intimamente ligado com à reforma íntima, que venho falando. A reforma íntima tem a mesma dosagem de encantamento e dificuldade, já que, nós ainda em nossa pequenez, não conseguimos enxergar muito além do que nossos olhos nos mostram [e alguns de nós também não querem ver, o que me faz lembrar de um ditado "o pior cego é aquele que não quer ver"].
Como nos mostra o dicionário, o trabalho é o cuidado na realização de uma obra e esta obra é, indubitavelmente [mesmo que muitos ainda não tenham se conscientizado para isso], a divinização do ser humano. Devemos trabalhar nossos conteúdos internos para garimpar as virtudes que temos [e depois exercitá-las para que possam crescer], diminuir/evitar nossos pecados [ou melhor dizendo combater nossas "más" inclinações, já que pecado não existe] e, mesmo que não as tenhamos conquistado ainda, começar a cultivá-las.
Como já disse uma grande alma: Conhece-te a ti mesmo. Somos seres espirituais passando por uma experiência na matéria e não o contrário, como alguns [ou muitos] imaginam. Somos seres de luz criados para alcançar a luz. Um diamante não deixa de ser diamante só por estar coberto de lama. E fazemos isso como? Através do trabalho incessante e edificante. Essa semana mesmo fui ao banco pagar uma conta e, claro, tinha fila. Observei que as pessoas da fila não ficavam no espaço demarcado entre a entrada e a saída. A saída, na boca do caixa, estava na ordem certa, mas era só dobrar para marcação no chão que a fila desandava e praticamente tomou conta de onde ficava a entrada, "bloqueando a entrada". Não sei se deu para me entender, mas a reflexão é: se não conseguimos nem nos posicionarmos corretamente na fila onde há lugares demarcados extrapolando seus limites para ficarmos mais confortaveis, mesmo não podendo ou não sendo correto, como é que queremos melhorar alguma coisa no mundo? Isso é algo tão comum de acontecer que são raros os que percebem isso e param para pensar sobre [ou será que é falta do que fazer ficar pensando em coisas como essas?]. Nós fazemos as coisas sem nos darmos conta, é essa irreflexão que nos deixa estagnados no meio do caminho. Temos que sair da nossa zona de conforto para melhorar alguma coisa, ou seja, temos que trabalhar.
E lembro novamente que não fazemos isso sozinhos, por isso a necessidade do próximo [família, amigos, colegas de trabalho e a sociedade em geral]. Somente nos relacionando com o próximo poderemos burilar nossas dificuldades e lapidarmos o diamente que somos. Outro lembrete: isso não acontece da noite para o dia, portanto nada de afobamento. Quanto antes melhor, mas temos que ter paciência com nossas próprias dificuldades e limitações. Terceiro lembrete: o mundo [ou a vida] só melhora se nos melhorarmos. Mas isso só pode ser feito por cada um de nós, individualmente, e por ninguém mais. Nenhuma outra pessoa, seja quem for [seja Maria, Jesus, Deus, Jeová, Maomé, Alá, Buda, Zoroastro, Krishna etc], pode fazer nada por nós se não fizermos nossa parte. Somente nos ajudarão se nós nos ajudarmos primeiro.
E essa evolução global só ocorrerá quando este ser bípede e "racional" deixar de ser homem para ser humano.
Façam brilhar sua luz.
Au revoir.
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