Estava me esquecendo que a Páscoa, como as demais datas comemorativas (carnaval, natal, entre outros) servem para reflexão e, posteriormente, merecem um lugar para publicação aqui. Não tem muito segredo, pois será mais ou menos parecido com as considerações que fiz sobre o natal.
A Páscoa, assim como outras datas comemorativas religiosas, perdeu o sentido. Na verdade, hoje virou um comércio. É apenas exploração do dinheiro suado dos trabalhadores em troca de poucos gramas de chocolate e alguns brinquedos que encarecem mais ainda os ovos. E são chocolates de todos os sabores, cores, gostos e texturas. Aliás, para alguns sequer têm um significado além de comer chocolate em formato de ovo (e que são simbologismos). Somado a isto ao fato de que a "sexta-feira santa" é feriado e, como tal, pouco importa o motivo. O que importa mesmo é que ficarão sem aula, sem trabalho e que terão um tempinho a mais, por menor que seja, para descançar. Mas a verdade não é bem essa...
Simbologias a parte, a páscoa é para comemorar a ressureição de Cristo após a morte, numa alegoria sobre a vida eterna que temos em espírito junto a Deus. É uma mensagem de triunfo do bem sobre o mal, de superação, de esperança, bondade, otimismo, confiança etc. E a sexta-feira é para lembrar o sofrimento (ou a paixão, como alguns preferem) de Crito passado, como forma de se fazer mais presente aquilo que Jesus fez por nós. E eu pergunto: isso realmente é necessário? Para mim não faz muito sentido. Isto é apenas parte da história e Jesus veio por outro motivo, não para que ficassem revivendo o que ele passou. Acho que ele e Deus não ficam muito felizes com essa "historização" que fazem todos os anos. A vontade de Cristo era que nós pegássemos os ensinamentos dele, aprendessemos e colocassemos em prática. Aliás, foi só isso o que ele veio fazer aqui: ensinar para que nós colocassemos em prática! E ao contrário disso ficamos aí refazendo tudo o que já aconteceu e fazendo tapetes multicoloridos com diversos materiais por ruas e avenidas, enquanto as pessoas continuam passando fome, sem estudo, moradia, problemas de igualdade social, financeiros, de emprego, entre outros. Esse tempo seria melhor gasto e Deus e Jesus ficariam muito mais feliz se, ao invés de dramatizarem e representarem parte da história, fizéssemos multirões de voluntariados para promover ações sociais e ajudar os menos favorecidos. Para mim, essa teatralização (e os filmes que são feitos e refeitos aos montes) é um pouco de perda de tempo, digamos - na falta de melhores palavras para descrição -, mas entendo que tem quem necessite desse tipo de estímulo para começar a entender e sentir, mesmo que parcialmente, a mensagem do Cristo.
Outra coisa que é interessante é o fato de que na sexta-feira santa não se pode comer carne. Acho isso, no mínimo engraçado, como se fosse uma desculpa para se comer peixe (outro símbolo) pelo menos 1 vez no ano. Tem quem não coma carne também durante a quaresma, período que antecede à páscoa. Aliás, não só carne: também fazem promessas com doces, bebidas etc. E o que eu vejo de interessante nisso? Sobre não comer carne (o vegetarianismo) falarei em outra oportunidade, mas sobre essas promessas é que são elas. Acho interessante o fato de que, mesmo em períodos fora de quaresma ou páscoa, as pessoas fazem promessas a Deus, afirmando que farão tal coisa se obtiverem o que elas querem. Uai, como Deus, um ser perfeito, criador de tudo e todos, justo, amoroso e bom, vai querer qualquer coisa que nós ofereçamos a ele se ele já tem tudo? Deus não funciona a base de "moeda de troca". Acho engraçado as pessoas não pararem sequer para refletir que, tudo o que fazemos, seja de bom ou de ruim, voltará para nós e que se corrermos atrás do que queremos e obtivermos será 1 ponto positivo para nós mesmos, mas se quisermos aliar isso a diminuir/parar de comer carne, estudar mais, procurar um emprego, fazer uma reeducação alimentar etc, serão 2 pontos positivos; então ao invés de se obter 1 "graça", serão 2 graças. E dependendo do que for, não só a gente, como o outro, os outros ou o planeta agradece.
Ao contrário do que possa parecer, não estou aqui para apontar, julgar ou criticar. Estou aqui para dar um empurrãozinho sobre coisas que devem ser refletidas para aqueles que não conseguem ainda perceber por si mesmos. Dar exemplo com situações concretas não é julgar. Além disso, reconheço que pelo menos a páscoa serve para dar muitos empregos a muitas pessoas, mesmo que seja por um "curto período de tempo".
De qualquer forma: feliz páscoa para todos! Que vcs possam descobrir a paz do senhor que está dentro de cada um de nós.
Namastê. Au revoir.
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domingo, 8 de abril de 2012
Páscoa
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sábado, 7 de janeiro de 2012
Natal
Era pra eu ter feito esta publicação no fim de semana que ocorreu o natal, porém a correria foi grande, festas, parentes chegando e preparação para viagem. Acabei esquecendo e transferindo para hoje, já que cheguei de viagem na metade desta semana e onde eu estava não funcionava celular, não tinha internet nem computador e a televisão foi esquecida.
Esta será uma publicação curta e rápida, onde falarei sobre o natal. Data muito importante mundialmente e mais importante ainda para os católicos (devido à influência do Catolicismo no quadro mundial, mas na verdade, para os cristãos como um todo). Esta seria a data que comemoraríamos o nascimento de Jesus, o maior dos avatares que recebemos, porém o que se vê por aí não é bem isso... A começar pelo motiva da comemoração que, segundo a revista Super Interessante, não seria a data correta do nascimento do Cristo (mas isso não vem ao caso). Poucos se lembram que o real motivo do natal é este grande nascimento, que deu início a uma nova era de maior paz e crescimento à humanidade, cujo ponto mais importante é, também, a valorização da família. Jesus foi substituído por um Bom Velhinho, com barba grade e farta, que se veste de vermelho e só aparece neste dia específico do ano. Porém isso não muda muita coisa, já que a intenção do Papai Noel é disceminar na caridade, generosidade, valorização do bom comportamento social (na escola, com os pais etc) e a gratificação pelo ano que passou.
Papai Noel é, na verdade, o senhor Nicolau de Mira, São Nicolau ou Santa Claus do século III, do qual poucos já ouviram falar e que deu origem ao mito que celebramos nos dias atuais. Daí a parte ruim do natal. Não pelo Santo ou o que ele representa, ao contrário: a troca de presentes. É, presente não é algo tão ruim, mas no que isso se transformou ao longo do tempo se tornou um "problema". Segundo a tradição, deve haver troca de presentes no dia de natal (o próprio Papai Noel traz presentes num saco bem grande para dar para as crianças), contudo isso fez com o que esta data festiva se transformasse em mais uma data comercial. Ainda mais se associarmos o 13° salário a isto. Portanto, o natal se transformou em mais um modo de ganhar dinheiro e explorar a população mundial, utiliando a imagem de um "Bom Velhinho" e fazendo-se esquecer do nascimento do Cristo. É compreensível que queiramos presentear quem nos é caro e faz parte da condição evolutiva atual da humanidade, visto que necessitamos de algo material para expressarmos agradecimento, apreço ou afeto (o que não será mais daqui há muitas décadas ou alguns séculos).
Ficam de lado os valores morais e abraços sinceros para se dar lugar a presentes comprados no frenesi do comércio. E não é só isso: a época se transformou num símbolo de caridade e solidariedade, mas que eu vejo frequentemente como oportunidade de se dar esmolas em troca de remissão de falta, de pecado, de tempo, entre outros. Isto é, natal é data marcada para se fazer "caridade", como se no resto do ano não fosse possível fazê-la ou não tivesse importância. Nesta época do ano se proliferam campanhas em favor dos pobres ou pessoas que passam por dificuldades (como moradores de ruas e usuários de drogas), fazendo parecer que no resto do ano não se dá importância a esse tipo de coisa. Porque a ajuda e se importar com o próximo tem que vir só nesta época do ano? Neste sentido não falo somente da caridade social, mas também de reconciliações de brigas que acontecem na vida (entre familiares próximos ou distantes, colegas de trabalho etc). Engraçado, deve ser o famoso "espírito natalino" (que gostaria que acontecesse o ano todo), mas pode ser a falta de tempo da modernidade... Obviamente estou sendo generalista, mas gostaria que este texto trouxesse reflexão sobre qual o real sentido do natal.
Atrasado, mas ainda em tempo: Feliz Natal e Feliz Ano Novo, com um 2012 repleto de saúde, amor, sabedoria, prosperidade, realizações e alegria!
Namastê. Au revoir.
Esta será uma publicação curta e rápida, onde falarei sobre o natal. Data muito importante mundialmente e mais importante ainda para os católicos (devido à influência do Catolicismo no quadro mundial, mas na verdade, para os cristãos como um todo). Esta seria a data que comemoraríamos o nascimento de Jesus, o maior dos avatares que recebemos, porém o que se vê por aí não é bem isso... A começar pelo motiva da comemoração que, segundo a revista Super Interessante, não seria a data correta do nascimento do Cristo (mas isso não vem ao caso). Poucos se lembram que o real motivo do natal é este grande nascimento, que deu início a uma nova era de maior paz e crescimento à humanidade, cujo ponto mais importante é, também, a valorização da família. Jesus foi substituído por um Bom Velhinho, com barba grade e farta, que se veste de vermelho e só aparece neste dia específico do ano. Porém isso não muda muita coisa, já que a intenção do Papai Noel é disceminar na caridade, generosidade, valorização do bom comportamento social (na escola, com os pais etc) e a gratificação pelo ano que passou.
Papai Noel é, na verdade, o senhor Nicolau de Mira, São Nicolau ou Santa Claus do século III, do qual poucos já ouviram falar e que deu origem ao mito que celebramos nos dias atuais. Daí a parte ruim do natal. Não pelo Santo ou o que ele representa, ao contrário: a troca de presentes. É, presente não é algo tão ruim, mas no que isso se transformou ao longo do tempo se tornou um "problema". Segundo a tradição, deve haver troca de presentes no dia de natal (o próprio Papai Noel traz presentes num saco bem grande para dar para as crianças), contudo isso fez com o que esta data festiva se transformasse em mais uma data comercial. Ainda mais se associarmos o 13° salário a isto. Portanto, o natal se transformou em mais um modo de ganhar dinheiro e explorar a população mundial, utiliando a imagem de um "Bom Velhinho" e fazendo-se esquecer do nascimento do Cristo. É compreensível que queiramos presentear quem nos é caro e faz parte da condição evolutiva atual da humanidade, visto que necessitamos de algo material para expressarmos agradecimento, apreço ou afeto (o que não será mais daqui há muitas décadas ou alguns séculos).
Ficam de lado os valores morais e abraços sinceros para se dar lugar a presentes comprados no frenesi do comércio. E não é só isso: a época se transformou num símbolo de caridade e solidariedade, mas que eu vejo frequentemente como oportunidade de se dar esmolas em troca de remissão de falta, de pecado, de tempo, entre outros. Isto é, natal é data marcada para se fazer "caridade", como se no resto do ano não fosse possível fazê-la ou não tivesse importância. Nesta época do ano se proliferam campanhas em favor dos pobres ou pessoas que passam por dificuldades (como moradores de ruas e usuários de drogas), fazendo parecer que no resto do ano não se dá importância a esse tipo de coisa. Porque a ajuda e se importar com o próximo tem que vir só nesta época do ano? Neste sentido não falo somente da caridade social, mas também de reconciliações de brigas que acontecem na vida (entre familiares próximos ou distantes, colegas de trabalho etc). Engraçado, deve ser o famoso "espírito natalino" (que gostaria que acontecesse o ano todo), mas pode ser a falta de tempo da modernidade... Obviamente estou sendo generalista, mas gostaria que este texto trouxesse reflexão sobre qual o real sentido do natal.
Atrasado, mas ainda em tempo: Feliz Natal e Feliz Ano Novo, com um 2012 repleto de saúde, amor, sabedoria, prosperidade, realizações e alegria!
Namastê. Au revoir.
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quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Esportes 4 - Os esquecidos
Lembrei-me que esqueci de falar algumas coisas como as corridas de carro, alterofilismo e mais um pouco sobre futebol (sobre o espaço que se tem na mídia e o tempo que nos é tomado). Como acabei de falar sobre futebol vou começar por ele.
Sobre o futebol esqueci de falar sobre o poder que este exerce na mídia e, esta por sua vez, exerce sobre a massa brasileira (pra não dizer mundial). É notório que o futebol tem um enorme espaço nos meios de comunicação, seja ele jornal, rádio, internet ou televisão. Como se não bastasse ter um espaço exclusivo nos telejornais e jornais impressos (e falo isso sobre todos os jornais que passam no dia), ainda há programas televisivos específicos dedicados somente a este esporte maravilhoso! Melhor dizendo, é dedicado aos esportes no geral, mas, fazendo um balancete, pode-se perceber a soberania do futebol. E o espaço que o futebol tem em nossas vidas? Enchem-nos de informações “inúteis” e nós, além de deixar isso acontecer, gostamos disso. Ao invés de gastar nossa memória com coisas que façam diferença no dia-a-dia e ao longo da vida preferem, por exemplo, saber os jogadores de determinado time, quem foi pra onde, quem foi rebaixado, qual classificação está em não sei qual campeonato, os passes e gols de determinado jogador, posição no time e, pra finalizar, fixam em determinados passes ou jogadas, descrevendo-os detalhadamente porque foi A jogada ou fez O gol (e colocam como a coisa mais bonita do mundo). Como se isso fizesse alguma diferença ou mudasse alguma coisa no mundo.
Outra paixão, em sua maioria do sexo masculino, são os carros. Perdem tempo analisando detalhadamente cada componente do carro, coisas que possam ser melhoradas no design ou no motor para melhorar desempenho e velocidade. A mesma coisa vale para as corridas de carro e o espaço que ambos têm na mídia. Que esporte mais legal este onde se passa horas a fil dentro de um carro, correndo loucamente, fazendo um barulho ensurdecedor para se ganhar uma corrida (porque, como já tinha dito, se compete para vencer, é o que importa). E as pessoas adoram assistir a corridas como esta na frente da Tv, a famosa Fórmula 1 ou “Gran Pri” não sei de onde (assistir ao vivo é melhor ainda, pois se gasta um dinheirão para ver um monte de carros passando, pessoas se arriscando e ficando surdo, tamanho o barulho que carros em alta velocidade emitem).
Por fim, o alterofilismo. Um esporte saudável, antes de se tornar alterofilismo. Por que? Para a manutensão da saúde devemos ter alimentação saudável e fazer atividades físicas, mas esta estrapola este conceito. Primeiro porque, para ficarem gigantes daquele jeito, usam suplementos e outros recursos (como anabolizantes, por exemplo); segundo porque têm como ideal isto como uma coisa saudável e bonita. Tudo bem que cada um tem seu conceito de beleza, mas deformar o próprio corpo como fazem é um pouco demais a meu ver. Sem contar que, como os outros que foram supracitados, não vai fazer diferença no mundo e serve para machucar, pois quando se perde o equilíbrio e um peso daqueles cai... já sabem o que acontece (são vários os vídeos que mostram fraturas e outras peripécias causadas por isso).
Bom, acho que era isso o que eu ainda tinha pra falar sobre o tema.
Até mais ver. E agradeço por acompanharem e compartilharem.
Au revoir.
Sobre o futebol esqueci de falar sobre o poder que este exerce na mídia e, esta por sua vez, exerce sobre a massa brasileira (pra não dizer mundial). É notório que o futebol tem um enorme espaço nos meios de comunicação, seja ele jornal, rádio, internet ou televisão. Como se não bastasse ter um espaço exclusivo nos telejornais e jornais impressos (e falo isso sobre todos os jornais que passam no dia), ainda há programas televisivos específicos dedicados somente a este esporte maravilhoso! Melhor dizendo, é dedicado aos esportes no geral, mas, fazendo um balancete, pode-se perceber a soberania do futebol. E o espaço que o futebol tem em nossas vidas? Enchem-nos de informações “inúteis” e nós, além de deixar isso acontecer, gostamos disso. Ao invés de gastar nossa memória com coisas que façam diferença no dia-a-dia e ao longo da vida preferem, por exemplo, saber os jogadores de determinado time, quem foi pra onde, quem foi rebaixado, qual classificação está em não sei qual campeonato, os passes e gols de determinado jogador, posição no time e, pra finalizar, fixam em determinados passes ou jogadas, descrevendo-os detalhadamente porque foi A jogada ou fez O gol (e colocam como a coisa mais bonita do mundo). Como se isso fizesse alguma diferença ou mudasse alguma coisa no mundo.
Outra paixão, em sua maioria do sexo masculino, são os carros. Perdem tempo analisando detalhadamente cada componente do carro, coisas que possam ser melhoradas no design ou no motor para melhorar desempenho e velocidade. A mesma coisa vale para as corridas de carro e o espaço que ambos têm na mídia. Que esporte mais legal este onde se passa horas a fil dentro de um carro, correndo loucamente, fazendo um barulho ensurdecedor para se ganhar uma corrida (porque, como já tinha dito, se compete para vencer, é o que importa). E as pessoas adoram assistir a corridas como esta na frente da Tv, a famosa Fórmula 1 ou “Gran Pri” não sei de onde (assistir ao vivo é melhor ainda, pois se gasta um dinheirão para ver um monte de carros passando, pessoas se arriscando e ficando surdo, tamanho o barulho que carros em alta velocidade emitem).
Por fim, o alterofilismo. Um esporte saudável, antes de se tornar alterofilismo. Por que? Para a manutensão da saúde devemos ter alimentação saudável e fazer atividades físicas, mas esta estrapola este conceito. Primeiro porque, para ficarem gigantes daquele jeito, usam suplementos e outros recursos (como anabolizantes, por exemplo); segundo porque têm como ideal isto como uma coisa saudável e bonita. Tudo bem que cada um tem seu conceito de beleza, mas deformar o próprio corpo como fazem é um pouco demais a meu ver. Sem contar que, como os outros que foram supracitados, não vai fazer diferença no mundo e serve para machucar, pois quando se perde o equilíbrio e um peso daqueles cai... já sabem o que acontece (são vários os vídeos que mostram fraturas e outras peripécias causadas por isso).
Bom, acho que era isso o que eu ainda tinha pra falar sobre o tema.
Até mais ver. E agradeço por acompanharem e compartilharem.
Au revoir.
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terça-feira, 23 de agosto de 2011
Esportes 3 - Futebol
Pra finalizar esta triologia sobre esportes, vou colocar a paixão mundial na mesa: o futebol. Vcs já sabem o que penso, mas quero dedicar este pequeno espaço para falar um pouco mais a respeito. E me refiro tanto ao futebol dos gramados quanto ao futebol de salão.
Como eu já mensionei e costumo dizer, a definição de futebol poderia ser a de pessoas que ficam correrndo atrás de uma bola, de um lado para outro, como bobos-alegre ou barata tonta. Ou seja: fazendo nada. E são vários os pontos que podemos colocar sobre esta paixão mundial. Por mês, um jogador recebe muito mais do que a enorme maioria dos trabalhadores brasileiros. Isso sem contar com profissionais como os da saúde e da educação que, ao meu ver, são os mais necessários para se fazer uma revolução em qualquer país. Não acho justo que jogadores, técnicos ou seja lá quem for recebam tanto dinheiro e fique por isso mesmo. Digo isso porque não vejo todo esse dinheiro fazer alguma diferença no mundo.
Muitos gastam o que têm (e as vezes até o que não têm) para irem aos estádios, quadras e afins, com o objetivo de ver um jogão protagonizados por seus ídolos (os heróis). Que heróis são esses, porque elegemos eles assim e que tipo de heróis são esses que não salvam vidas? "Jogam dinheiro fora", mas faltam coisas básicas (moradia, saúde, comida ou móveis e materiais domésticos, estudos etc), fazer investimentos (como poupança), fazer trabalhos sociais, ter lazer com a família ou, simplesmente, pagar as dívidas. Outros itens que são indispensáveis e faz-se qualquer sacrifício para se ter são camisas oficiais, bandeiras, decorações de casa, entre outros. As vezes pode faltar um coisa aqui outra acolá para o dia-a-dia, não tem importância. Faz parte, né? Mas é curioso... E parece que as pessoas são obrigadas a ter um time do coração. Assim, eu prefiro não em encaixar na sociedade.
Outro ponto óbvio são as consequências de tanta fama e dinheiro. Saiu na revista Veja (não lembro se no ano passado ou neste) - coisa que não é novidade para ninguém - falando sobre "sexo, drogas e rock'n roll" que rola nos bartidores. São orgias, travestis, drogas, aviões particulares, mansões e outras diversões. Esbanjam dinheiro como podem. E se esforçam, pois são muitas as coisas realmente necessárias. E para que tanto dinheiro? Os milhões que recebem por mês poderia ser bem utilizado por ele e sua família por 3 ou 4 vidas (contando com esta). E belos exemplos recebemos, hein? Vamos citar Neymar: adolescente rebelde, rico desde o berço e que, aos 19 anos, é pai! Que comportamento é este que ele e outros nos inspiram? Como eleger Pelé ou qualquer outro como Rei? E em que essa realeza muda o mundo?
Trabalham tanto que se lesionam. Uma vida dura, que começa cedo e acaba cedo (praticamente obrigada). Como a maioria das crianças do sexo masculino, jogador de futebol é uma das primeiras opções e deve-se começar a empenhar cedo. O problema é que, tantos anos de sobre-carga no corpo, geram lesões após lesões, cirurgias após cirurgias. Mas tudo é (muito bem) compensado com um pouco de dinheiro como retorno. A boa notícia: não precisa esdutar para ser jogador profissional! Uma vida dessas, quem não quer? Dinheiro "fácil" desde cedo. Após a aposentadoria, para alguns deles (mais cedo ou mais tarde), dá-se início a uma nova carreira como treinador. Com a experiência de campo, usam isso como tática de combate para vencer e fazer uma carreira (praticamente) vitalícia. Vamos ponderar: rios de dinheiro, fama e sem necessidade de estudar. É o que (quase) todos querem: ganhar muito dinheiro sem fazer nada. Vamos nos atentar aos exemplos que eles nos dão e a influência que estes exercem em nossas vidas. A responsabilidade e a liberdade de aceitação são de todos.
Pra finalizar, gostaria de mensionar a diferença que o futebol faz na nossa vida. Considero que minha vida, e de outros que não são chegados neste esporte, é igual a de outros que o idolatram, com exceção que poupo mais dinheiro e tempo com isso. O futebol é necessário sim, mas não tanto quanto o mundo o considera. Gostaria de ver mais jogadores, técnicos e ex-jogadores e técnicos empenhados em utilizar o dinheiro, de modo a melhorar a sociedade e não apenas para fins egoístas e mesquinhos como vemos. Gostaria de ver mais ex-jogadores no anonimato, como é o caso de Rai, Túlio Maravilha e Guga (o tenista), trabalhando em prol do crescimento de todos. Enquanto isso, continuamos com a política do pão e circo moderno, com o futebol tomando tanto espaço em nossas vidas através de jogos e programas televisivos. O governo dá o que o povo quer. O futebol é de fato um esporte maravilhoso, de grande valor e que faz diferença em nossas vidas, desde que façamos ou se façam a coisa certa e lhe deem o devido valor. Como o vemos hoje faz parte da condição humana, mas ainda vão melhorar e muito as coias.
Au revoir.
Como eu já mensionei e costumo dizer, a definição de futebol poderia ser a de pessoas que ficam correrndo atrás de uma bola, de um lado para outro, como bobos-alegre ou barata tonta. Ou seja: fazendo nada. E são vários os pontos que podemos colocar sobre esta paixão mundial. Por mês, um jogador recebe muito mais do que a enorme maioria dos trabalhadores brasileiros. Isso sem contar com profissionais como os da saúde e da educação que, ao meu ver, são os mais necessários para se fazer uma revolução em qualquer país. Não acho justo que jogadores, técnicos ou seja lá quem for recebam tanto dinheiro e fique por isso mesmo. Digo isso porque não vejo todo esse dinheiro fazer alguma diferença no mundo.
Muitos gastam o que têm (e as vezes até o que não têm) para irem aos estádios, quadras e afins, com o objetivo de ver um jogão protagonizados por seus ídolos (os heróis). Que heróis são esses, porque elegemos eles assim e que tipo de heróis são esses que não salvam vidas? "Jogam dinheiro fora", mas faltam coisas básicas (moradia, saúde, comida ou móveis e materiais domésticos, estudos etc), fazer investimentos (como poupança), fazer trabalhos sociais, ter lazer com a família ou, simplesmente, pagar as dívidas. Outros itens que são indispensáveis e faz-se qualquer sacrifício para se ter são camisas oficiais, bandeiras, decorações de casa, entre outros. As vezes pode faltar um coisa aqui outra acolá para o dia-a-dia, não tem importância. Faz parte, né? Mas é curioso... E parece que as pessoas são obrigadas a ter um time do coração. Assim, eu prefiro não em encaixar na sociedade.
Outro ponto óbvio são as consequências de tanta fama e dinheiro. Saiu na revista Veja (não lembro se no ano passado ou neste) - coisa que não é novidade para ninguém - falando sobre "sexo, drogas e rock'n roll" que rola nos bartidores. São orgias, travestis, drogas, aviões particulares, mansões e outras diversões. Esbanjam dinheiro como podem. E se esforçam, pois são muitas as coisas realmente necessárias. E para que tanto dinheiro? Os milhões que recebem por mês poderia ser bem utilizado por ele e sua família por 3 ou 4 vidas (contando com esta). E belos exemplos recebemos, hein? Vamos citar Neymar: adolescente rebelde, rico desde o berço e que, aos 19 anos, é pai! Que comportamento é este que ele e outros nos inspiram? Como eleger Pelé ou qualquer outro como Rei? E em que essa realeza muda o mundo?
Trabalham tanto que se lesionam. Uma vida dura, que começa cedo e acaba cedo (praticamente obrigada). Como a maioria das crianças do sexo masculino, jogador de futebol é uma das primeiras opções e deve-se começar a empenhar cedo. O problema é que, tantos anos de sobre-carga no corpo, geram lesões após lesões, cirurgias após cirurgias. Mas tudo é (muito bem) compensado com um pouco de dinheiro como retorno. A boa notícia: não precisa esdutar para ser jogador profissional! Uma vida dessas, quem não quer? Dinheiro "fácil" desde cedo. Após a aposentadoria, para alguns deles (mais cedo ou mais tarde), dá-se início a uma nova carreira como treinador. Com a experiência de campo, usam isso como tática de combate para vencer e fazer uma carreira (praticamente) vitalícia. Vamos ponderar: rios de dinheiro, fama e sem necessidade de estudar. É o que (quase) todos querem: ganhar muito dinheiro sem fazer nada. Vamos nos atentar aos exemplos que eles nos dão e a influência que estes exercem em nossas vidas. A responsabilidade e a liberdade de aceitação são de todos.
Pra finalizar, gostaria de mensionar a diferença que o futebol faz na nossa vida. Considero que minha vida, e de outros que não são chegados neste esporte, é igual a de outros que o idolatram, com exceção que poupo mais dinheiro e tempo com isso. O futebol é necessário sim, mas não tanto quanto o mundo o considera. Gostaria de ver mais jogadores, técnicos e ex-jogadores e técnicos empenhados em utilizar o dinheiro, de modo a melhorar a sociedade e não apenas para fins egoístas e mesquinhos como vemos. Gostaria de ver mais ex-jogadores no anonimato, como é o caso de Rai, Túlio Maravilha e Guga (o tenista), trabalhando em prol do crescimento de todos. Enquanto isso, continuamos com a política do pão e circo moderno, com o futebol tomando tanto espaço em nossas vidas através de jogos e programas televisivos. O governo dá o que o povo quer. O futebol é de fato um esporte maravilhoso, de grande valor e que faz diferença em nossas vidas, desde que façamos ou se façam a coisa certa e lhe deem o devido valor. Como o vemos hoje faz parte da condição humana, mas ainda vão melhorar e muito as coias.
Au revoir.
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sábado, 20 de agosto de 2011
Esportes 2 - MMA e outros descartes
Vou continuar falando dos esportes, mas desta vez de maneira mais direcionada. Desta vez vou falar sobre o MMA (sigla em inglês para Artes Marciais Mistas), vales-tudo, pesca esportiva, tiro ao alvo e outros tipos de "esportes" que, ao meu ver, poderiam ser extintas e entrar para a galeria de esportes extintos.
Um dia assisti uma palestra na televisão sobre a filosofia das artes marciais, e que palestra! Infelizmente não consigo encontrar essa palestra na internet, mas uma das coisas mais bacanas que ouvi nela foi que as artes marciais na atualidade perderam o sentido que tinham quando foram criadas: a de manter uma boa saúde do corpo e da mente através de posturas e do respeito aos "oponentes", sendo este um dos caminhos para se chegar ao criador (assim como a meditação, as religiões etc). E o que se vê por aí é exatamente o contrário disso.
O vale-tudo e o MMA por exemplo, é, para mim, coisa de animais. Obviamente não preciso repetir que não estou julgando nem criticando, apenas utilizando-os como exemplo. E por que de animais? Simples: as pessoas se enfrentam, ganham este espaço para brigar "legalmente", praticamente se matam ou deixam inúmeras sequelas (braços e pernas quebradas ou traumatismos cranianos), se cumprimentam falsamente (porque na verdade o que querem é ganhar status, fama e dinheiro, e não se importam uns com os outros) e dizem que estão se divertindo ou trabalhando. Ora, que trabalho ou divertimento é este que o objetivo é acabar com o outro para que um possa se sobressair? É dinheiro regado a sangue e farelo de osso. Parecem animais brigando (como trogloditas demarcando território, espressados na cara de mal que fazem para posar para fotos e vídeos promocionais), mas os bichos fazem isso por sobrevivência, não para ficar famosos ou ganhar dinheiro. Lutas como estas me fazem lembrar de cenários como o Coliseu. O lugar mudou, mas o espetáculo continua o mesmo e mais modernizado.
Outro ponto é a pesca ou caça esportiva. Compreendo os que gostam, mas não concordo. Explico-me melhor: qual a razão para atirar em animais indefesos ou pescá-los com anzóis (portanto ferindo-os) e depois lhes devolver para a natureza machucados ou ainda em pior estado? O motivo disso? Diversão, claro! Entende-se quem faça isso como ganha-pão para que outros possam se alimentar. Normalmente quem procura isto são os mais ricos. De qualquer forma, ricos ou não, fazem isso para desestressarem do dia-a-dia, se livrar das tensões e se divertirem. Para isso, infezmente os pobres animais que não têm nada a ver pagam o pato (literalmente e sem trocadilhos). Falta um pouco de bom-senso, respeito e amor próprio, eu diria.
Por fim, o tiro ao alvo. Isso, se não me engano, é uma modalidade olímpica, mas porque não ficar apenas com o velho conhecido arco e flecha? Acho que a manipulação da arma traz maior segurança e maior imposição, já que esta é uma das maiores (e mais letais) formas de "se defender" criadas pelo homem. Tudo bem que queiram usar, mas se esquecem que, com isto, fazem apologia ao uso de armas de fogo. Isso é grave. E perigoso. Como competir pelo o desarmamento desta forma? Quem mais perde é quem tem uma arma em casa, pois antes de se defenderem, tornam-se vítimas de sua própria ignorância. Enquanto existirem armas, que seja para uso exclusivos de provas como estas, elas existirão para nos ameaçar.
Além disso tudo, claro que entram aí também o uso de drogas, dinheiro e outras coisas que isso possa trazer. O importante é vencer, não competir. Por isso muitos atletas se metem com esteróides e drogas diversas e precisam do dopping.
A próxima questão a ser publicada a aqui(e imagino que seja a última nesta abordagem sobre esportes) será sobre o maravilhoso futebol.
Au revoir.
Um dia assisti uma palestra na televisão sobre a filosofia das artes marciais, e que palestra! Infelizmente não consigo encontrar essa palestra na internet, mas uma das coisas mais bacanas que ouvi nela foi que as artes marciais na atualidade perderam o sentido que tinham quando foram criadas: a de manter uma boa saúde do corpo e da mente através de posturas e do respeito aos "oponentes", sendo este um dos caminhos para se chegar ao criador (assim como a meditação, as religiões etc). E o que se vê por aí é exatamente o contrário disso.
O vale-tudo e o MMA por exemplo, é, para mim, coisa de animais. Obviamente não preciso repetir que não estou julgando nem criticando, apenas utilizando-os como exemplo. E por que de animais? Simples: as pessoas se enfrentam, ganham este espaço para brigar "legalmente", praticamente se matam ou deixam inúmeras sequelas (braços e pernas quebradas ou traumatismos cranianos), se cumprimentam falsamente (porque na verdade o que querem é ganhar status, fama e dinheiro, e não se importam uns com os outros) e dizem que estão se divertindo ou trabalhando. Ora, que trabalho ou divertimento é este que o objetivo é acabar com o outro para que um possa se sobressair? É dinheiro regado a sangue e farelo de osso. Parecem animais brigando (como trogloditas demarcando território, espressados na cara de mal que fazem para posar para fotos e vídeos promocionais), mas os bichos fazem isso por sobrevivência, não para ficar famosos ou ganhar dinheiro. Lutas como estas me fazem lembrar de cenários como o Coliseu. O lugar mudou, mas o espetáculo continua o mesmo e mais modernizado.
Outro ponto é a pesca ou caça esportiva. Compreendo os que gostam, mas não concordo. Explico-me melhor: qual a razão para atirar em animais indefesos ou pescá-los com anzóis (portanto ferindo-os) e depois lhes devolver para a natureza machucados ou ainda em pior estado? O motivo disso? Diversão, claro! Entende-se quem faça isso como ganha-pão para que outros possam se alimentar. Normalmente quem procura isto são os mais ricos. De qualquer forma, ricos ou não, fazem isso para desestressarem do dia-a-dia, se livrar das tensões e se divertirem. Para isso, infezmente os pobres animais que não têm nada a ver pagam o pato (literalmente e sem trocadilhos). Falta um pouco de bom-senso, respeito e amor próprio, eu diria.
Por fim, o tiro ao alvo. Isso, se não me engano, é uma modalidade olímpica, mas porque não ficar apenas com o velho conhecido arco e flecha? Acho que a manipulação da arma traz maior segurança e maior imposição, já que esta é uma das maiores (e mais letais) formas de "se defender" criadas pelo homem. Tudo bem que queiram usar, mas se esquecem que, com isto, fazem apologia ao uso de armas de fogo. Isso é grave. E perigoso. Como competir pelo o desarmamento desta forma? Quem mais perde é quem tem uma arma em casa, pois antes de se defenderem, tornam-se vítimas de sua própria ignorância. Enquanto existirem armas, que seja para uso exclusivos de provas como estas, elas existirão para nos ameaçar.
Além disso tudo, claro que entram aí também o uso de drogas, dinheiro e outras coisas que isso possa trazer. O importante é vencer, não competir. Por isso muitos atletas se metem com esteróides e drogas diversas e precisam do dopping.
A próxima questão a ser publicada a aqui(e imagino que seja a última nesta abordagem sobre esportes) será sobre o maravilhoso futebol.
Au revoir.
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sábado, 13 de agosto de 2011
Esportes 1
Esse é muito conhecido, pouco debatido e com pouca importância e relevância para a maioria das pessoas. Novamente não estou criticando ou julgando, pois é uma coisa que todos conhecem e sabe como é, isto é, estou apenas exemplificando.
De fato, os esportes promovem a saúde, deixam as pessoas "longe das drogas" e só trazem benefícios, mas não é bem isso que ando vendo por aí... Sim, o esporte promove a saúde, porém nos esquecemos que todos os esportistas profissionais se lesam, em algum momento da vida devido ao escesso de uso do corpo. Além disso, entra em questão a competitividade (que está presente na maioria deles), distanciando as pessoas do objetivo que os esportes tinham ao serem criados: integrar os grupos sociais, promover saúde e promover um bom relacionamento entre as pessoas. As pessoas competem para vencer, apenas isso, o que faz com que muitos usem de métodos pouco recomendáveis para tal (como usar drogas ou sabotear colegas). Tirando claro que podem ganhar fama e dinheiro. E onde foi parar "o importante é competir"?
Eis outro ponto que me faz desgostar do que o esporte realmente poderia fazer: dinheiro. Vamos pegar o futebol como exemplo. Por mês, um jogador pouco conhecido deve receber em torno de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) - tirei isso da minha cabeça - e pra fazer o que? Ficar "confinado" em algum canto com outros na mesma situação para apenas correr atrás de uma bola de uma lado para outro, se lesionando ou causando lesão em outros. Simples assim. Para mim a definição de futebol poderia ser essa. O pior é que "grandes" jogadores recebem milhões POR MÊS para fazer vcs sabem o que (quero dizer: nada). Não acho justo que jogadores, técnicos ou seja lá quem for recebam tudo isso enquanto pessoas trabalhadoras recebam tão pouco, como no caso da Educação e da Saúde (onde me incluo) - que ao meu ver são muito mais importante e dão muito mais retorno. Em outro momento, gostaria de falar penas do "maravilhoso" futebol que muitos ovacionam (na verdade, acho que ele foi o motivo principal para eu fazer essa publicação).
Muitos gastam o que têm (e as vezes o que não têm) para verem seus ídolos nos estádios, quadras e afins. Até viagam para ver um "jogão", em vez de gastar o dinheiro para melhorar suas casas, fazer investimentos (como poupança), ter lazer com a família, mais comida em casa ou diminuir/quitar as dívidas. Para o jogo, camisas de seleção e outros materiais com o timão tem dinheiro, para o dia-a-dia não. Engraçado... Sem contar que as pessoas são quase obrigadas a terem um "time do coração". Para que? Ou porque? Isso sem contar com esportes tão desnecessários ou de pouco bom-gosto que não sei como ainda existem ou porque têm adeptos.
Por falar em ídolos... Vamos falar um pouco dos exemplos que eles nos passam. Podemos começar falando que, desde pequenos, muitos querem seguir os esportes porque, apesar de ser um trabalho "duro e difícil", ganha-se muito (para não fazer "nada"), não precisam estudar e também porque vão ficar famosos. E quem é que se importa em dar bom exemplo? Eles têm que ser apenas eles mesmos, nada mais, só querem um pouco de privacidade. Aí podemos ver envolvimento com drogas, tráfico, compra de mansões (também casas de praia, no estrangeiro etc), traições, orgias, violência, racismo e outros preconceitos (como de sexo e religioso, por exemplo), jogadores com envolvimento com travestis ou milícias criminosas. E por aí vai... Mas quem se importa? "Tão pagaaaando!" Bons exemplos? Claro que temos excessões (graças a Deus), pena que são tão poucos os que se inserem em trabalhos sociais. E pra finalizar: com tantas pessoas tão novas com lesões, eles acabam se aposentando cedo demais... E continuam ganhando muito bem, obrigado (isso quando não dão um jeito de continuar no mesmo ramo, como jogador de futebol que vira técnico)! Que beleza!
Apesar dos pesares, ainda há esperança! Assim como se apresenta, faz parte da condição atual da humanidade. A energia dispensada para tal está afinizada com a ressonância que se encontra neste mundo, neste período. No futuro começará a se transmormar (muito embora não se tenha percebido uma diferença tão significativa). Não teremos pessoas ganhando tanto e nem tanta competitividade para mostrar quem é o mais forte. O esporte se igualará às artes, como forma de integração cultural e individual, como também poderá gerar maior igualdade social. Não terá essa importância que tem hoje. Terá sua relevância manifestada em sua verdadeira essência.
Au revoir.
De fato, os esportes promovem a saúde, deixam as pessoas "longe das drogas" e só trazem benefícios, mas não é bem isso que ando vendo por aí... Sim, o esporte promove a saúde, porém nos esquecemos que todos os esportistas profissionais se lesam, em algum momento da vida devido ao escesso de uso do corpo. Além disso, entra em questão a competitividade (que está presente na maioria deles), distanciando as pessoas do objetivo que os esportes tinham ao serem criados: integrar os grupos sociais, promover saúde e promover um bom relacionamento entre as pessoas. As pessoas competem para vencer, apenas isso, o que faz com que muitos usem de métodos pouco recomendáveis para tal (como usar drogas ou sabotear colegas). Tirando claro que podem ganhar fama e dinheiro. E onde foi parar "o importante é competir"?
Eis outro ponto que me faz desgostar do que o esporte realmente poderia fazer: dinheiro. Vamos pegar o futebol como exemplo. Por mês, um jogador pouco conhecido deve receber em torno de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) - tirei isso da minha cabeça - e pra fazer o que? Ficar "confinado" em algum canto com outros na mesma situação para apenas correr atrás de uma bola de uma lado para outro, se lesionando ou causando lesão em outros. Simples assim. Para mim a definição de futebol poderia ser essa. O pior é que "grandes" jogadores recebem milhões POR MÊS para fazer vcs sabem o que (quero dizer: nada). Não acho justo que jogadores, técnicos ou seja lá quem for recebam tudo isso enquanto pessoas trabalhadoras recebam tão pouco, como no caso da Educação e da Saúde (onde me incluo) - que ao meu ver são muito mais importante e dão muito mais retorno. Em outro momento, gostaria de falar penas do "maravilhoso" futebol que muitos ovacionam (na verdade, acho que ele foi o motivo principal para eu fazer essa publicação).
Muitos gastam o que têm (e as vezes o que não têm) para verem seus ídolos nos estádios, quadras e afins. Até viagam para ver um "jogão", em vez de gastar o dinheiro para melhorar suas casas, fazer investimentos (como poupança), ter lazer com a família, mais comida em casa ou diminuir/quitar as dívidas. Para o jogo, camisas de seleção e outros materiais com o timão tem dinheiro, para o dia-a-dia não. Engraçado... Sem contar que as pessoas são quase obrigadas a terem um "time do coração". Para que? Ou porque? Isso sem contar com esportes tão desnecessários ou de pouco bom-gosto que não sei como ainda existem ou porque têm adeptos.
Por falar em ídolos... Vamos falar um pouco dos exemplos que eles nos passam. Podemos começar falando que, desde pequenos, muitos querem seguir os esportes porque, apesar de ser um trabalho "duro e difícil", ganha-se muito (para não fazer "nada"), não precisam estudar e também porque vão ficar famosos. E quem é que se importa em dar bom exemplo? Eles têm que ser apenas eles mesmos, nada mais, só querem um pouco de privacidade. Aí podemos ver envolvimento com drogas, tráfico, compra de mansões (também casas de praia, no estrangeiro etc), traições, orgias, violência, racismo e outros preconceitos (como de sexo e religioso, por exemplo), jogadores com envolvimento com travestis ou milícias criminosas. E por aí vai... Mas quem se importa? "Tão pagaaaando!" Bons exemplos? Claro que temos excessões (graças a Deus), pena que são tão poucos os que se inserem em trabalhos sociais. E pra finalizar: com tantas pessoas tão novas com lesões, eles acabam se aposentando cedo demais... E continuam ganhando muito bem, obrigado (isso quando não dão um jeito de continuar no mesmo ramo, como jogador de futebol que vira técnico)! Que beleza!
Apesar dos pesares, ainda há esperança! Assim como se apresenta, faz parte da condição atual da humanidade. A energia dispensada para tal está afinizada com a ressonância que se encontra neste mundo, neste período. No futuro começará a se transmormar (muito embora não se tenha percebido uma diferença tão significativa). Não teremos pessoas ganhando tanto e nem tanta competitividade para mostrar quem é o mais forte. O esporte se igualará às artes, como forma de integração cultural e individual, como também poderá gerar maior igualdade social. Não terá essa importância que tem hoje. Terá sua relevância manifestada em sua verdadeira essência.
Au revoir.
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terça-feira, 31 de maio de 2011
O fim justifica os meios?
Esta pergunta serve como continuação da discussão anterior. Porquê? Bem, acho que seria válido perguntar se, por exemplo, num caso de vingança, se o fim justifica os meios. Ou seja, se para "fazer justiça" [que é o fim] justifica alguém fazer qualquer coisa para que possa conseguir o que quer. Mesmo que não seja um caso de vingança, seria lícito, digno, benéfico, prudente ou justificável fazermos qualquer coisa pra atingir algum objetivo? Acho que essa é uma questão que temos que fazer intimamente à nossa consciência. Para alguns a resposta é sim, para outros, como eu, a resposta é não. E por quê? Vamos ao meu desenvolvimento sobre o tema. Como já disse, não estou aqui para julgar quem ou o que quer que seja, mas é sabido [e não é de hoje] que existem pessoas que fazem isso. Faço apenas questionamentos e reflexões sobre variados temas sobre o cunho filosófico, espiritualista, científico e moral e os trago para cá, para os que estão interessados em conhecer e compartilhar.
Uma coisa é lutarmos para conseguir o que queremos, outra coisa é usarmos de qualquer artifício para atingirmos o objetivo. Há pessoas que passariam por cima de outras, trapaceariam, puxariam o tapete ou usariam outra[s] pessoa[s] ou nomes ou situações para se favorecerem ou se autopromoverem. Mas a pergunta mais importante é: eu também faço isso? Deveríamos vaculhar, senão sempre ao menos de vez em quando, o porão da nossa consciência e verificarmos se nos pequenos atos do dia-a-dia fazemos isso de alguma forma. E porque nos pequenos atos? Porque se soubermos fazer no pouco, saberemos fazer no muito. Por exemplo: se soubermos administrar nossas finanças e economias bem, com o pouco que temos, saberemos como fazer se tivemos muito [no caso de se ganhar na loteria]. Isso claro se não deixarmos a ganância, a avareza, o poder, o egoísmo e a ilusão de que somos melhores porque temos dinheiro tomarem conta antes.
Vamos a um exemplo prático e mais palpável. Não sou de assistir novela [pelo fato de não ser algo que considere muito útil e por estar trabalhando nos horários], mas como estou de repouso após a cirurgia em casa tenho assistido quase todos os dias [embora seja apenas as partes que me chamem a atenção, no caso apenas a personagem Dulce, vivida por Cássia Kiss, na novela das 19h]. Uma personagem muito simples, humilde e sofrida. Não é ela o exemplo que procuramos, mas sim seu filho na tal novela: Guilherme. Ele se fingiu ter estudado medicina enquanto usava o dinheiro suadíssimo que sua mãe mandava e depois voltou para a cidadezinha de onde veio. Lá deu um jeito de ser diretor do posto médico e tentou casar com a filha do prefeito da cidade. Sua mãe fazia de tudo para ele, até passar fome, e mesmo assim ele a "tratava mal". Sempre afirmava que fazia o que fazia porque ia ganhar muito dinheiro e, assim, poderia dar mais conforto. Sempre que confrontado vinha com sua desculpa: "Mas eu vou ganhar mais dinheiro e tudo vai melhorar, tudo vai dar certo". Tudo o que idealiza só pode ser feito mediante o dinheiro que tiver. Será que realmente precisamos de dinheiro pra vivermos bem e tratar bem as pessoas [neste caso, principalmente a própria mãe]? Será que dinheiro é fonte de felicidade? Será que é justificável ele maltratar a mãe e enganar a todos fingindo se passar por médico e fingir ser rico para se casar com uma moça porque ela é rica?
Ok, este exemplo é atual, mas não é de hoje que essa discussão existe [ao menos para quem lê nas entrelinhas]. Vamos a um caso mais clássico: Robin Hood [ilustrado na figura acima e ao lado]. O famoso camponês que roubava do rei para dar aos pobres. É justificável tirar de quem tem mais para dar a quem tem menos ou não tem? Acho que um roubo não deixa de ser um roubo, mesmo que seja do mais para o menos, para equilíbrio sócio-econômico. Um ladrão não deixa de ser ladrão porque o destino do objeto roubado é alguém que é pobre e quem foi roubado é muito rico, mesmo que esse dinheiro do rei tenho sido obtido de maneira ilícita ou pouco aconselhável. Portanto, o ato não deixa de ser um roubo e o ladrão não deixa de ser ladrão por ter dado um destino benígno ao que foi tomado de outrem. Para mim, deve ser tratado da mesma maneira que alguém que rouba na rua, seja uma loja, seja uma pessoa menos favorecida ou seja um ricaço. Tanto faz ser pobre roubando rico ou rico roubando pobre. Os fatores não alteram o significado nem o objetivo.
Podemos ser mais extremistas: seria correto matar em legítima defesa? "Obvio que sim, claro!" respondem as pessoas sem pestanejar. Para mim, que já entendi e senti [motivo pelo qual entendi verdadeiramente], a resposta é não. Quem sou eu para achar que minha vida é mais valiosa que a do outro, mesmo que esse outro esteja fazendo algo pouco recomendável? Não, todas as formas de vida são valiosas e importantes [inclui-se aí os animais e um dos motivos do vegetarianismo. Mas isso é outro assunto...]. Prefiro ser eu a ficar sem vida do que ser eu o autor da retirada de vida de outro, seja quem quer que seja e porque motivo seja. Mais uma vez podemos passar de vítimas a agressores, e a grande maioria das pessoas nem se dá conta disso. Aliás, a grande maioria das pessoas nem percebem que estão vivas...
Por hora fiquem com essa pequena reflexão.
Au revoir.
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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Política 3 - Tropa de Elite
Inicialmente gostaria de dar as boas vindas ao novo ano, já que hoje é o último dia de 2010. Que seja repleto de muita saúde, amor, paz, juízo, trabalho, sabedoria, respeito, paciência e responsabilidade. Deus nos abençoe e que possamos dar o melhor de nós mesmos todos os dias de 2011 para melhor desempenharmos nossas tarefas!
----------
Vamos aos últimos retoques, ao menos temporariamente, sobre a política.
Para começar amanhã temos as posses da nova governadoria no país. Espero que de fato realizem o papel a que se propuseram em tempos de campanha, não só como políticos, mas primeiramente como ser humano. Durante este texto usarei 2 filmes como sitações: Se Nada Mais Der Certo e Tropa de Elite 1 e 2.
O primeiro filme trata de um rapaz comum que se envolve com uma moça andrógena e um taxista na formação de uma espécie de quadrilha, formada após a decepção deste com o sistema empregatício do país. Mostra medidas desesperadas para se ganhar dinheiro fácil, visto que a vida assalariado e pagando um monte de contas, impostos e ainda tentando manter a família. Achei o filme também um tanto desesperado, digamos. De fato a vida é difícil, mas ir para "o lado negro da força" não é a melhor saída. Embora muitas pessoas, em sua ingênua ignorância, pesem ser esta a única saída. Mostra entretanto um cidadão comum inserido em um sistema em processo de falência com muitos buracos, corrupção e difíceis soluções.
Já os 2 Tropas tem uma maior importância aqui, neste momento, pois falam mais diretamente sobre o assunto em palta. O primeiro eu assisti um bom tempo depois de ter vazado na net e de ter ido ao cinema. Achei bom, porém um tanto animalesco. O segundo vi algumas semanas depois da estreia nos cinemas e achei bem melhor que a primeira versão, por vários motivos. Um deles é que tem bem menos violência, por ter sido mais inteligente e, infelizmente, mais realista. Sabemos que o sistema é similar ao que nos foi mostrado, por isso não vou entrar em maiores detalhes. Em ambos os filmes nos é mostrado esse sistema que nos rege e do qual eu falei anteriormente aqui e aqui. Eis o quadro tristemente fidedigno da nossa realidade política, com pequenas nuances de boa política.
A polícia está realmente fazendo seu trabalho? Vejo raros casos que a resposta é afirmativa. Os políciais usam do abuso de poder, da violência e impunidade para coagirem cidadãos comuns. Desta forma é válido perguntar: A polícia é mocinha ou bandida? Acho que o lado que ela fica varia de acordo com suas ações, sendo que na maioria das vezes a resposta é "bandida". Vemos isso também em Tropa de Elite. Aliás, interessante ressaltar que tivesse o filme demorado mais tempo para estrear, poderíamos dizer que a invasão ao Complexo do Alemão tinha sido filmada para colocar no filme. Porque falo isso? Simples: a polícia fez isso depois da estreia do filme, logo é válido perguntar se fizeram isso na vida real por fazer parte de seu trabalho ou porque queriam mostrar que o que se vê na ficção os deixaram envergonhados por não fazerem seu trabalho e resolveram "limpar o nome"? A diferença está apenas que limparam a favela do grande esquema do tráfico de drogas e no filme procuravam armas ilegais. De uma forma ou de outra a vilência é extrema e mostra, ao menos para mim, que os fins não justificam os meios e que eles deixaram a situação chegar ao que nos foi mostrado, quando poderiam ter agido preventivamente. Foram sagazes e inteligentes o bastante usando o tema, do momento e da abordagem, mostrando e cultuando um heroi que combate a violência com violência, tirando proveito da sede de vingança (caracterizado como justiça erroneamente) do povo brasileiro.
Transcrevo abaixo interessantes trechos retirados dos filmes citados acima e copiados aqui por mim para reflexão:
Se Nada Mais Der Certo: "Qual é a lógica do pobre quando ele rouba alguém que tem mais dinheiro que ele? Ele simplesmente está querendo algo que ele não tem. Qual é a lógica do rico que rouba o pobre se ele já tem? Porque que o rico precisa roubar se ele já tem? Às vezes eu começo a achar que faz sentido roubar o rico, mas a gente é educado para não roubar. Mas a gente não é educado para não ser roubado. Por mais que vc acha que existem vários caminhos, não existem."
Tropa de Elite: "Prisão hoje é um lugar extremamente caro para tornar as pessoas piores. Limpeza étnica e limpeza social. Não podemos admitir que um representante do Estado seja mais violento do que aqueles que a gente acha que está preso por ser violento. Isso é absurdo e está ficando cotidiano e ninguém acha estranho. Pra certas pessoas a guerra é a cura, te move como uma válvula de escape. A pressão aumenta em casa, o pau come na rua. A política usa do sistema pra ganhar dinheiro."
Por hora, reflitam com seus botões sobre essas coisas e qual o nosso papel nisso tudo, relembrando que amanhã é dia 01/01/11, dia de posses da nova política.
Feliz 2011!!! \o/
Au revoir.
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sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Política 1
Aproveitando que as eleições estão acontecendo novamente, vou falar sobre política. O dever de quem assume este cargo é o de desenvolver e trazer melhorias às coletividades, o que pouco se vê neste ramo. Não podemos generalizar, claro que existem políticos honestos e trabalhadores [raridade], mas o que vemos por aí é uma extensa rede de corrupção e disputa de interesses. Também existem aqueles que “roubam, mas fazem o dever de casa [ao menos em partes]. Parece uma corrida para ver quem consegue ganhar mais dinheiro em cima da população. Já disseram que o Brasil precisava de um empresário, não de um presidente. Mas um país não é uma empresa.
Em tempos de eleição, o que vemos nas campanhas é um atacando o outro, como se fossem inimigos ferrenhos, e sem muita preocupação com seus projetos de campanha. Afinal, eles deveriam se importar única e exclusivamente com o que fará depois de eleito e como pretende melhorar a situação das pessoas que estão “sob sua guarda”. Mas insistem em falar o que o outro deixou de fazer ou que tudo o que fez não trouxe benefícios. Tratam-se como inimigos quando na verdade não passam de irmãos. Insultam uns aos outros com delicadeza e palavras “gentis”, como a mascarar a falta de educação e respeito com relação ao “oponente” político. As ruas são tomadas de lixo novo. Santinhos, adesivos, bandeirolas e outras parafernálias invadem o país. Tudo vira mais uma folia. “Palhaços” se candidatam e são eleitos como forma de protesto. Com tantas formas mais inteligentes e sensatas de se protestar, o próprio povo cai na graça e desembesta um novo carnaval de 4 anos. Isso sem contar a nova roupagem da velha política do Pão e Circo, que a deixa voluptuosa, sutil e elegante. Os políticos dão o que o povo quer, não é isso? Levam tantos à miséria e outros poucos à riqueza, tornando sua carga mais pesada quando se faz mal uso do poder, carregando a vida de milhões em suas costas fazendo-se perder, para mais ou para menos.
Brigam ferozmente pela tomada do poder, esquecendo-se de seu dever com os próximos. A coletividade se torna invisível. É triste ver tantos ataques, divergências e disputas de egos quando deveriam juntar forças para promoverem o bem a todos. O político sério e honesto preocuparia-se em sua própria campanha, independente dos ataques. Alguns prometem inicialmente que não atacará, mas ao primeiro golpe do oponente revidam em nome da “auto-defesa”. Deveriam se preocupar com seus afazeres, mesmo que sofressem mil ataques. Explodem acusações e escândalos de todos os lados, mas querem permanecer santos. Parece que querem se macular fazendo-se acreditar que o outro quer apenas prejudicar o que já está prejudicado, como se não fizessem o mesmo. Não entendem que qualquer um que ocupe este tipo de cargo tem o poder de levar o crescimento a todos. Sai o Povo e entra o Eu. Ganham uma eleição, perdem uma eleição; trocam-se os partidos e, em linhas gerais, tudo permanece igual. Volta e meia aparece o dinheiro público. O lugar não é onde deveriam estar, mas estranhamente gostam de lugares exóticos: bolso, mala, cueca ou meia: quem se importa? “Como acontece quase sempre, os heróis na promessa fraquejam na realização”.
Podres Poderes de Caetano fala bem de política, mas aquele era outro tempo. Mesmo assim, continuo achando um certo tom de desespero e exagero nela. É sempre o mesmo em todos os tempos da política: montam, planejam, debatem e discutem. Criam ideologias lindas, utopias até, e não saem do lugar. Partidos se partem, partidos são montados, uns melhores que os outros, mas permanecem fotográficos quando chegam ao poder. Imprescindível destacar que houveram melhorias em todos esses séculos e décadas, mas não chegam a três décimos do que poderia ter sido feito. Esquecem-se que somos responsáveis pelos frutos que plantamos. A situação permanecerá a mesma, a menos que mudemos nossas condutas e reeducarmos nossas mentes. A escolha é sempre nossa e a escolha coletiva é de responsabilidade de todos.
Au revoir.
Em tempos de eleição, o que vemos nas campanhas é um atacando o outro, como se fossem inimigos ferrenhos, e sem muita preocupação com seus projetos de campanha. Afinal, eles deveriam se importar única e exclusivamente com o que fará depois de eleito e como pretende melhorar a situação das pessoas que estão “sob sua guarda”. Mas insistem em falar o que o outro deixou de fazer ou que tudo o que fez não trouxe benefícios. Tratam-se como inimigos quando na verdade não passam de irmãos. Insultam uns aos outros com delicadeza e palavras “gentis”, como a mascarar a falta de educação e respeito com relação ao “oponente” político. As ruas são tomadas de lixo novo. Santinhos, adesivos, bandeirolas e outras parafernálias invadem o país. Tudo vira mais uma folia. “Palhaços” se candidatam e são eleitos como forma de protesto. Com tantas formas mais inteligentes e sensatas de se protestar, o próprio povo cai na graça e desembesta um novo carnaval de 4 anos. Isso sem contar a nova roupagem da velha política do Pão e Circo, que a deixa voluptuosa, sutil e elegante. Os políticos dão o que o povo quer, não é isso? Levam tantos à miséria e outros poucos à riqueza, tornando sua carga mais pesada quando se faz mal uso do poder, carregando a vida de milhões em suas costas fazendo-se perder, para mais ou para menos.
Brigam ferozmente pela tomada do poder, esquecendo-se de seu dever com os próximos. A coletividade se torna invisível. É triste ver tantos ataques, divergências e disputas de egos quando deveriam juntar forças para promoverem o bem a todos. O político sério e honesto preocuparia-se em sua própria campanha, independente dos ataques. Alguns prometem inicialmente que não atacará, mas ao primeiro golpe do oponente revidam em nome da “auto-defesa”. Deveriam se preocupar com seus afazeres, mesmo que sofressem mil ataques. Explodem acusações e escândalos de todos os lados, mas querem permanecer santos. Parece que querem se macular fazendo-se acreditar que o outro quer apenas prejudicar o que já está prejudicado, como se não fizessem o mesmo. Não entendem que qualquer um que ocupe este tipo de cargo tem o poder de levar o crescimento a todos. Sai o Povo e entra o Eu. Ganham uma eleição, perdem uma eleição; trocam-se os partidos e, em linhas gerais, tudo permanece igual. Volta e meia aparece o dinheiro público. O lugar não é onde deveriam estar, mas estranhamente gostam de lugares exóticos: bolso, mala, cueca ou meia: quem se importa? “Como acontece quase sempre, os heróis na promessa fraquejam na realização”.
Podres Poderes de Caetano fala bem de política, mas aquele era outro tempo. Mesmo assim, continuo achando um certo tom de desespero e exagero nela. É sempre o mesmo em todos os tempos da política: montam, planejam, debatem e discutem. Criam ideologias lindas, utopias até, e não saem do lugar. Partidos se partem, partidos são montados, uns melhores que os outros, mas permanecem fotográficos quando chegam ao poder. Imprescindível destacar que houveram melhorias em todos esses séculos e décadas, mas não chegam a três décimos do que poderia ter sido feito. Esquecem-se que somos responsáveis pelos frutos que plantamos. A situação permanecerá a mesma, a menos que mudemos nossas condutas e reeducarmos nossas mentes. A escolha é sempre nossa e a escolha coletiva é de responsabilidade de todos.
Au revoir.
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