Lembrei-me que esqueci de falar algumas coisas como as corridas de carro, alterofilismo e mais um pouco sobre futebol (sobre o espaço que se tem na mídia e o tempo que nos é tomado). Como acabei de falar sobre futebol vou começar por ele.
Sobre o futebol esqueci de falar sobre o poder que este exerce na mídia e, esta por sua vez, exerce sobre a massa brasileira (pra não dizer mundial). É notório que o futebol tem um enorme espaço nos meios de comunicação, seja ele jornal, rádio, internet ou televisão. Como se não bastasse ter um espaço exclusivo nos telejornais e jornais impressos (e falo isso sobre todos os jornais que passam no dia), ainda há programas televisivos específicos dedicados somente a este esporte maravilhoso! Melhor dizendo, é dedicado aos esportes no geral, mas, fazendo um balancete, pode-se perceber a soberania do futebol. E o espaço que o futebol tem em nossas vidas? Enchem-nos de informações “inúteis” e nós, além de deixar isso acontecer, gostamos disso. Ao invés de gastar nossa memória com coisas que façam diferença no dia-a-dia e ao longo da vida preferem, por exemplo, saber os jogadores de determinado time, quem foi pra onde, quem foi rebaixado, qual classificação está em não sei qual campeonato, os passes e gols de determinado jogador, posição no time e, pra finalizar, fixam em determinados passes ou jogadas, descrevendo-os detalhadamente porque foi A jogada ou fez O gol (e colocam como a coisa mais bonita do mundo). Como se isso fizesse alguma diferença ou mudasse alguma coisa no mundo.
Outra paixão, em sua maioria do sexo masculino, são os carros. Perdem tempo analisando detalhadamente cada componente do carro, coisas que possam ser melhoradas no design ou no motor para melhorar desempenho e velocidade. A mesma coisa vale para as corridas de carro e o espaço que ambos têm na mídia. Que esporte mais legal este onde se passa horas a fil dentro de um carro, correndo loucamente, fazendo um barulho ensurdecedor para se ganhar uma corrida (porque, como já tinha dito, se compete para vencer, é o que importa). E as pessoas adoram assistir a corridas como esta na frente da Tv, a famosa Fórmula 1 ou “Gran Pri” não sei de onde (assistir ao vivo é melhor ainda, pois se gasta um dinheirão para ver um monte de carros passando, pessoas se arriscando e ficando surdo, tamanho o barulho que carros em alta velocidade emitem).
Por fim, o alterofilismo. Um esporte saudável, antes de se tornar alterofilismo. Por que? Para a manutensão da saúde devemos ter alimentação saudável e fazer atividades físicas, mas esta estrapola este conceito. Primeiro porque, para ficarem gigantes daquele jeito, usam suplementos e outros recursos (como anabolizantes, por exemplo); segundo porque têm como ideal isto como uma coisa saudável e bonita. Tudo bem que cada um tem seu conceito de beleza, mas deformar o próprio corpo como fazem é um pouco demais a meu ver. Sem contar que, como os outros que foram supracitados, não vai fazer diferença no mundo e serve para machucar, pois quando se perde o equilíbrio e um peso daqueles cai... já sabem o que acontece (são vários os vídeos que mostram fraturas e outras peripécias causadas por isso).
Bom, acho que era isso o que eu ainda tinha pra falar sobre o tema.
Até mais ver. E agradeço por acompanharem e compartilharem.
Au revoir.
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quarta-feira, 31 de agosto de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Esportes 3 - Futebol
Pra finalizar esta triologia sobre esportes, vou colocar a paixão mundial na mesa: o futebol. Vcs já sabem o que penso, mas quero dedicar este pequeno espaço para falar um pouco mais a respeito. E me refiro tanto ao futebol dos gramados quanto ao futebol de salão.
Como eu já mensionei e costumo dizer, a definição de futebol poderia ser a de pessoas que ficam correrndo atrás de uma bola, de um lado para outro, como bobos-alegre ou barata tonta. Ou seja: fazendo nada. E são vários os pontos que podemos colocar sobre esta paixão mundial. Por mês, um jogador recebe muito mais do que a enorme maioria dos trabalhadores brasileiros. Isso sem contar com profissionais como os da saúde e da educação que, ao meu ver, são os mais necessários para se fazer uma revolução em qualquer país. Não acho justo que jogadores, técnicos ou seja lá quem for recebam tanto dinheiro e fique por isso mesmo. Digo isso porque não vejo todo esse dinheiro fazer alguma diferença no mundo.
Muitos gastam o que têm (e as vezes até o que não têm) para irem aos estádios, quadras e afins, com o objetivo de ver um jogão protagonizados por seus ídolos (os heróis). Que heróis são esses, porque elegemos eles assim e que tipo de heróis são esses que não salvam vidas? "Jogam dinheiro fora", mas faltam coisas básicas (moradia, saúde, comida ou móveis e materiais domésticos, estudos etc), fazer investimentos (como poupança), fazer trabalhos sociais, ter lazer com a família ou, simplesmente, pagar as dívidas. Outros itens que são indispensáveis e faz-se qualquer sacrifício para se ter são camisas oficiais, bandeiras, decorações de casa, entre outros. As vezes pode faltar um coisa aqui outra acolá para o dia-a-dia, não tem importância. Faz parte, né? Mas é curioso... E parece que as pessoas são obrigadas a ter um time do coração. Assim, eu prefiro não em encaixar na sociedade.
Outro ponto óbvio são as consequências de tanta fama e dinheiro. Saiu na revista Veja (não lembro se no ano passado ou neste) - coisa que não é novidade para ninguém - falando sobre "sexo, drogas e rock'n roll" que rola nos bartidores. São orgias, travestis, drogas, aviões particulares, mansões e outras diversões. Esbanjam dinheiro como podem. E se esforçam, pois são muitas as coisas realmente necessárias. E para que tanto dinheiro? Os milhões que recebem por mês poderia ser bem utilizado por ele e sua família por 3 ou 4 vidas (contando com esta). E belos exemplos recebemos, hein? Vamos citar Neymar: adolescente rebelde, rico desde o berço e que, aos 19 anos, é pai! Que comportamento é este que ele e outros nos inspiram? Como eleger Pelé ou qualquer outro como Rei? E em que essa realeza muda o mundo?
Trabalham tanto que se lesionam. Uma vida dura, que começa cedo e acaba cedo (praticamente obrigada). Como a maioria das crianças do sexo masculino, jogador de futebol é uma das primeiras opções e deve-se começar a empenhar cedo. O problema é que, tantos anos de sobre-carga no corpo, geram lesões após lesões, cirurgias após cirurgias. Mas tudo é (muito bem) compensado com um pouco de dinheiro como retorno. A boa notícia: não precisa esdutar para ser jogador profissional! Uma vida dessas, quem não quer? Dinheiro "fácil" desde cedo. Após a aposentadoria, para alguns deles (mais cedo ou mais tarde), dá-se início a uma nova carreira como treinador. Com a experiência de campo, usam isso como tática de combate para vencer e fazer uma carreira (praticamente) vitalícia. Vamos ponderar: rios de dinheiro, fama e sem necessidade de estudar. É o que (quase) todos querem: ganhar muito dinheiro sem fazer nada. Vamos nos atentar aos exemplos que eles nos dão e a influência que estes exercem em nossas vidas. A responsabilidade e a liberdade de aceitação são de todos.
Pra finalizar, gostaria de mensionar a diferença que o futebol faz na nossa vida. Considero que minha vida, e de outros que não são chegados neste esporte, é igual a de outros que o idolatram, com exceção que poupo mais dinheiro e tempo com isso. O futebol é necessário sim, mas não tanto quanto o mundo o considera. Gostaria de ver mais jogadores, técnicos e ex-jogadores e técnicos empenhados em utilizar o dinheiro, de modo a melhorar a sociedade e não apenas para fins egoístas e mesquinhos como vemos. Gostaria de ver mais ex-jogadores no anonimato, como é o caso de Rai, Túlio Maravilha e Guga (o tenista), trabalhando em prol do crescimento de todos. Enquanto isso, continuamos com a política do pão e circo moderno, com o futebol tomando tanto espaço em nossas vidas através de jogos e programas televisivos. O governo dá o que o povo quer. O futebol é de fato um esporte maravilhoso, de grande valor e que faz diferença em nossas vidas, desde que façamos ou se façam a coisa certa e lhe deem o devido valor. Como o vemos hoje faz parte da condição humana, mas ainda vão melhorar e muito as coias.
Au revoir.
Como eu já mensionei e costumo dizer, a definição de futebol poderia ser a de pessoas que ficam correrndo atrás de uma bola, de um lado para outro, como bobos-alegre ou barata tonta. Ou seja: fazendo nada. E são vários os pontos que podemos colocar sobre esta paixão mundial. Por mês, um jogador recebe muito mais do que a enorme maioria dos trabalhadores brasileiros. Isso sem contar com profissionais como os da saúde e da educação que, ao meu ver, são os mais necessários para se fazer uma revolução em qualquer país. Não acho justo que jogadores, técnicos ou seja lá quem for recebam tanto dinheiro e fique por isso mesmo. Digo isso porque não vejo todo esse dinheiro fazer alguma diferença no mundo.
Muitos gastam o que têm (e as vezes até o que não têm) para irem aos estádios, quadras e afins, com o objetivo de ver um jogão protagonizados por seus ídolos (os heróis). Que heróis são esses, porque elegemos eles assim e que tipo de heróis são esses que não salvam vidas? "Jogam dinheiro fora", mas faltam coisas básicas (moradia, saúde, comida ou móveis e materiais domésticos, estudos etc), fazer investimentos (como poupança), fazer trabalhos sociais, ter lazer com a família ou, simplesmente, pagar as dívidas. Outros itens que são indispensáveis e faz-se qualquer sacrifício para se ter são camisas oficiais, bandeiras, decorações de casa, entre outros. As vezes pode faltar um coisa aqui outra acolá para o dia-a-dia, não tem importância. Faz parte, né? Mas é curioso... E parece que as pessoas são obrigadas a ter um time do coração. Assim, eu prefiro não em encaixar na sociedade.
Outro ponto óbvio são as consequências de tanta fama e dinheiro. Saiu na revista Veja (não lembro se no ano passado ou neste) - coisa que não é novidade para ninguém - falando sobre "sexo, drogas e rock'n roll" que rola nos bartidores. São orgias, travestis, drogas, aviões particulares, mansões e outras diversões. Esbanjam dinheiro como podem. E se esforçam, pois são muitas as coisas realmente necessárias. E para que tanto dinheiro? Os milhões que recebem por mês poderia ser bem utilizado por ele e sua família por 3 ou 4 vidas (contando com esta). E belos exemplos recebemos, hein? Vamos citar Neymar: adolescente rebelde, rico desde o berço e que, aos 19 anos, é pai! Que comportamento é este que ele e outros nos inspiram? Como eleger Pelé ou qualquer outro como Rei? E em que essa realeza muda o mundo?
Trabalham tanto que se lesionam. Uma vida dura, que começa cedo e acaba cedo (praticamente obrigada). Como a maioria das crianças do sexo masculino, jogador de futebol é uma das primeiras opções e deve-se começar a empenhar cedo. O problema é que, tantos anos de sobre-carga no corpo, geram lesões após lesões, cirurgias após cirurgias. Mas tudo é (muito bem) compensado com um pouco de dinheiro como retorno. A boa notícia: não precisa esdutar para ser jogador profissional! Uma vida dessas, quem não quer? Dinheiro "fácil" desde cedo. Após a aposentadoria, para alguns deles (mais cedo ou mais tarde), dá-se início a uma nova carreira como treinador. Com a experiência de campo, usam isso como tática de combate para vencer e fazer uma carreira (praticamente) vitalícia. Vamos ponderar: rios de dinheiro, fama e sem necessidade de estudar. É o que (quase) todos querem: ganhar muito dinheiro sem fazer nada. Vamos nos atentar aos exemplos que eles nos dão e a influência que estes exercem em nossas vidas. A responsabilidade e a liberdade de aceitação são de todos.
Pra finalizar, gostaria de mensionar a diferença que o futebol faz na nossa vida. Considero que minha vida, e de outros que não são chegados neste esporte, é igual a de outros que o idolatram, com exceção que poupo mais dinheiro e tempo com isso. O futebol é necessário sim, mas não tanto quanto o mundo o considera. Gostaria de ver mais jogadores, técnicos e ex-jogadores e técnicos empenhados em utilizar o dinheiro, de modo a melhorar a sociedade e não apenas para fins egoístas e mesquinhos como vemos. Gostaria de ver mais ex-jogadores no anonimato, como é o caso de Rai, Túlio Maravilha e Guga (o tenista), trabalhando em prol do crescimento de todos. Enquanto isso, continuamos com a política do pão e circo moderno, com o futebol tomando tanto espaço em nossas vidas através de jogos e programas televisivos. O governo dá o que o povo quer. O futebol é de fato um esporte maravilhoso, de grande valor e que faz diferença em nossas vidas, desde que façamos ou se façam a coisa certa e lhe deem o devido valor. Como o vemos hoje faz parte da condição humana, mas ainda vão melhorar e muito as coias.
Au revoir.
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sábado, 20 de agosto de 2011
Esportes 2 - MMA e outros descartes
Vou continuar falando dos esportes, mas desta vez de maneira mais direcionada. Desta vez vou falar sobre o MMA (sigla em inglês para Artes Marciais Mistas), vales-tudo, pesca esportiva, tiro ao alvo e outros tipos de "esportes" que, ao meu ver, poderiam ser extintas e entrar para a galeria de esportes extintos.
Um dia assisti uma palestra na televisão sobre a filosofia das artes marciais, e que palestra! Infelizmente não consigo encontrar essa palestra na internet, mas uma das coisas mais bacanas que ouvi nela foi que as artes marciais na atualidade perderam o sentido que tinham quando foram criadas: a de manter uma boa saúde do corpo e da mente através de posturas e do respeito aos "oponentes", sendo este um dos caminhos para se chegar ao criador (assim como a meditação, as religiões etc). E o que se vê por aí é exatamente o contrário disso.
O vale-tudo e o MMA por exemplo, é, para mim, coisa de animais. Obviamente não preciso repetir que não estou julgando nem criticando, apenas utilizando-os como exemplo. E por que de animais? Simples: as pessoas se enfrentam, ganham este espaço para brigar "legalmente", praticamente se matam ou deixam inúmeras sequelas (braços e pernas quebradas ou traumatismos cranianos), se cumprimentam falsamente (porque na verdade o que querem é ganhar status, fama e dinheiro, e não se importam uns com os outros) e dizem que estão se divertindo ou trabalhando. Ora, que trabalho ou divertimento é este que o objetivo é acabar com o outro para que um possa se sobressair? É dinheiro regado a sangue e farelo de osso. Parecem animais brigando (como trogloditas demarcando território, espressados na cara de mal que fazem para posar para fotos e vídeos promocionais), mas os bichos fazem isso por sobrevivência, não para ficar famosos ou ganhar dinheiro. Lutas como estas me fazem lembrar de cenários como o Coliseu. O lugar mudou, mas o espetáculo continua o mesmo e mais modernizado.
Outro ponto é a pesca ou caça esportiva. Compreendo os que gostam, mas não concordo. Explico-me melhor: qual a razão para atirar em animais indefesos ou pescá-los com anzóis (portanto ferindo-os) e depois lhes devolver para a natureza machucados ou ainda em pior estado? O motivo disso? Diversão, claro! Entende-se quem faça isso como ganha-pão para que outros possam se alimentar. Normalmente quem procura isto são os mais ricos. De qualquer forma, ricos ou não, fazem isso para desestressarem do dia-a-dia, se livrar das tensões e se divertirem. Para isso, infezmente os pobres animais que não têm nada a ver pagam o pato (literalmente e sem trocadilhos). Falta um pouco de bom-senso, respeito e amor próprio, eu diria.
Por fim, o tiro ao alvo. Isso, se não me engano, é uma modalidade olímpica, mas porque não ficar apenas com o velho conhecido arco e flecha? Acho que a manipulação da arma traz maior segurança e maior imposição, já que esta é uma das maiores (e mais letais) formas de "se defender" criadas pelo homem. Tudo bem que queiram usar, mas se esquecem que, com isto, fazem apologia ao uso de armas de fogo. Isso é grave. E perigoso. Como competir pelo o desarmamento desta forma? Quem mais perde é quem tem uma arma em casa, pois antes de se defenderem, tornam-se vítimas de sua própria ignorância. Enquanto existirem armas, que seja para uso exclusivos de provas como estas, elas existirão para nos ameaçar.
Além disso tudo, claro que entram aí também o uso de drogas, dinheiro e outras coisas que isso possa trazer. O importante é vencer, não competir. Por isso muitos atletas se metem com esteróides e drogas diversas e precisam do dopping.
A próxima questão a ser publicada a aqui(e imagino que seja a última nesta abordagem sobre esportes) será sobre o maravilhoso futebol.
Au revoir.
Um dia assisti uma palestra na televisão sobre a filosofia das artes marciais, e que palestra! Infelizmente não consigo encontrar essa palestra na internet, mas uma das coisas mais bacanas que ouvi nela foi que as artes marciais na atualidade perderam o sentido que tinham quando foram criadas: a de manter uma boa saúde do corpo e da mente através de posturas e do respeito aos "oponentes", sendo este um dos caminhos para se chegar ao criador (assim como a meditação, as religiões etc). E o que se vê por aí é exatamente o contrário disso.
O vale-tudo e o MMA por exemplo, é, para mim, coisa de animais. Obviamente não preciso repetir que não estou julgando nem criticando, apenas utilizando-os como exemplo. E por que de animais? Simples: as pessoas se enfrentam, ganham este espaço para brigar "legalmente", praticamente se matam ou deixam inúmeras sequelas (braços e pernas quebradas ou traumatismos cranianos), se cumprimentam falsamente (porque na verdade o que querem é ganhar status, fama e dinheiro, e não se importam uns com os outros) e dizem que estão se divertindo ou trabalhando. Ora, que trabalho ou divertimento é este que o objetivo é acabar com o outro para que um possa se sobressair? É dinheiro regado a sangue e farelo de osso. Parecem animais brigando (como trogloditas demarcando território, espressados na cara de mal que fazem para posar para fotos e vídeos promocionais), mas os bichos fazem isso por sobrevivência, não para ficar famosos ou ganhar dinheiro. Lutas como estas me fazem lembrar de cenários como o Coliseu. O lugar mudou, mas o espetáculo continua o mesmo e mais modernizado.
Outro ponto é a pesca ou caça esportiva. Compreendo os que gostam, mas não concordo. Explico-me melhor: qual a razão para atirar em animais indefesos ou pescá-los com anzóis (portanto ferindo-os) e depois lhes devolver para a natureza machucados ou ainda em pior estado? O motivo disso? Diversão, claro! Entende-se quem faça isso como ganha-pão para que outros possam se alimentar. Normalmente quem procura isto são os mais ricos. De qualquer forma, ricos ou não, fazem isso para desestressarem do dia-a-dia, se livrar das tensões e se divertirem. Para isso, infezmente os pobres animais que não têm nada a ver pagam o pato (literalmente e sem trocadilhos). Falta um pouco de bom-senso, respeito e amor próprio, eu diria.
Por fim, o tiro ao alvo. Isso, se não me engano, é uma modalidade olímpica, mas porque não ficar apenas com o velho conhecido arco e flecha? Acho que a manipulação da arma traz maior segurança e maior imposição, já que esta é uma das maiores (e mais letais) formas de "se defender" criadas pelo homem. Tudo bem que queiram usar, mas se esquecem que, com isto, fazem apologia ao uso de armas de fogo. Isso é grave. E perigoso. Como competir pelo o desarmamento desta forma? Quem mais perde é quem tem uma arma em casa, pois antes de se defenderem, tornam-se vítimas de sua própria ignorância. Enquanto existirem armas, que seja para uso exclusivos de provas como estas, elas existirão para nos ameaçar.
Além disso tudo, claro que entram aí também o uso de drogas, dinheiro e outras coisas que isso possa trazer. O importante é vencer, não competir. Por isso muitos atletas se metem com esteróides e drogas diversas e precisam do dopping.
A próxima questão a ser publicada a aqui(e imagino que seja a última nesta abordagem sobre esportes) será sobre o maravilhoso futebol.
Au revoir.
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sábado, 13 de agosto de 2011
Esportes 1
Esse é muito conhecido, pouco debatido e com pouca importância e relevância para a maioria das pessoas. Novamente não estou criticando ou julgando, pois é uma coisa que todos conhecem e sabe como é, isto é, estou apenas exemplificando.
De fato, os esportes promovem a saúde, deixam as pessoas "longe das drogas" e só trazem benefícios, mas não é bem isso que ando vendo por aí... Sim, o esporte promove a saúde, porém nos esquecemos que todos os esportistas profissionais se lesam, em algum momento da vida devido ao escesso de uso do corpo. Além disso, entra em questão a competitividade (que está presente na maioria deles), distanciando as pessoas do objetivo que os esportes tinham ao serem criados: integrar os grupos sociais, promover saúde e promover um bom relacionamento entre as pessoas. As pessoas competem para vencer, apenas isso, o que faz com que muitos usem de métodos pouco recomendáveis para tal (como usar drogas ou sabotear colegas). Tirando claro que podem ganhar fama e dinheiro. E onde foi parar "o importante é competir"?
Eis outro ponto que me faz desgostar do que o esporte realmente poderia fazer: dinheiro. Vamos pegar o futebol como exemplo. Por mês, um jogador pouco conhecido deve receber em torno de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) - tirei isso da minha cabeça - e pra fazer o que? Ficar "confinado" em algum canto com outros na mesma situação para apenas correr atrás de uma bola de uma lado para outro, se lesionando ou causando lesão em outros. Simples assim. Para mim a definição de futebol poderia ser essa. O pior é que "grandes" jogadores recebem milhões POR MÊS para fazer vcs sabem o que (quero dizer: nada). Não acho justo que jogadores, técnicos ou seja lá quem for recebam tudo isso enquanto pessoas trabalhadoras recebam tão pouco, como no caso da Educação e da Saúde (onde me incluo) - que ao meu ver são muito mais importante e dão muito mais retorno. Em outro momento, gostaria de falar penas do "maravilhoso" futebol que muitos ovacionam (na verdade, acho que ele foi o motivo principal para eu fazer essa publicação).
Muitos gastam o que têm (e as vezes o que não têm) para verem seus ídolos nos estádios, quadras e afins. Até viagam para ver um "jogão", em vez de gastar o dinheiro para melhorar suas casas, fazer investimentos (como poupança), ter lazer com a família, mais comida em casa ou diminuir/quitar as dívidas. Para o jogo, camisas de seleção e outros materiais com o timão tem dinheiro, para o dia-a-dia não. Engraçado... Sem contar que as pessoas são quase obrigadas a terem um "time do coração". Para que? Ou porque? Isso sem contar com esportes tão desnecessários ou de pouco bom-gosto que não sei como ainda existem ou porque têm adeptos.
Por falar em ídolos... Vamos falar um pouco dos exemplos que eles nos passam. Podemos começar falando que, desde pequenos, muitos querem seguir os esportes porque, apesar de ser um trabalho "duro e difícil", ganha-se muito (para não fazer "nada"), não precisam estudar e também porque vão ficar famosos. E quem é que se importa em dar bom exemplo? Eles têm que ser apenas eles mesmos, nada mais, só querem um pouco de privacidade. Aí podemos ver envolvimento com drogas, tráfico, compra de mansões (também casas de praia, no estrangeiro etc), traições, orgias, violência, racismo e outros preconceitos (como de sexo e religioso, por exemplo), jogadores com envolvimento com travestis ou milícias criminosas. E por aí vai... Mas quem se importa? "Tão pagaaaando!" Bons exemplos? Claro que temos excessões (graças a Deus), pena que são tão poucos os que se inserem em trabalhos sociais. E pra finalizar: com tantas pessoas tão novas com lesões, eles acabam se aposentando cedo demais... E continuam ganhando muito bem, obrigado (isso quando não dão um jeito de continuar no mesmo ramo, como jogador de futebol que vira técnico)! Que beleza!
Apesar dos pesares, ainda há esperança! Assim como se apresenta, faz parte da condição atual da humanidade. A energia dispensada para tal está afinizada com a ressonância que se encontra neste mundo, neste período. No futuro começará a se transmormar (muito embora não se tenha percebido uma diferença tão significativa). Não teremos pessoas ganhando tanto e nem tanta competitividade para mostrar quem é o mais forte. O esporte se igualará às artes, como forma de integração cultural e individual, como também poderá gerar maior igualdade social. Não terá essa importância que tem hoje. Terá sua relevância manifestada em sua verdadeira essência.
Au revoir.
De fato, os esportes promovem a saúde, deixam as pessoas "longe das drogas" e só trazem benefícios, mas não é bem isso que ando vendo por aí... Sim, o esporte promove a saúde, porém nos esquecemos que todos os esportistas profissionais se lesam, em algum momento da vida devido ao escesso de uso do corpo. Além disso, entra em questão a competitividade (que está presente na maioria deles), distanciando as pessoas do objetivo que os esportes tinham ao serem criados: integrar os grupos sociais, promover saúde e promover um bom relacionamento entre as pessoas. As pessoas competem para vencer, apenas isso, o que faz com que muitos usem de métodos pouco recomendáveis para tal (como usar drogas ou sabotear colegas). Tirando claro que podem ganhar fama e dinheiro. E onde foi parar "o importante é competir"?
Eis outro ponto que me faz desgostar do que o esporte realmente poderia fazer: dinheiro. Vamos pegar o futebol como exemplo. Por mês, um jogador pouco conhecido deve receber em torno de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) - tirei isso da minha cabeça - e pra fazer o que? Ficar "confinado" em algum canto com outros na mesma situação para apenas correr atrás de uma bola de uma lado para outro, se lesionando ou causando lesão em outros. Simples assim. Para mim a definição de futebol poderia ser essa. O pior é que "grandes" jogadores recebem milhões POR MÊS para fazer vcs sabem o que (quero dizer: nada). Não acho justo que jogadores, técnicos ou seja lá quem for recebam tudo isso enquanto pessoas trabalhadoras recebam tão pouco, como no caso da Educação e da Saúde (onde me incluo) - que ao meu ver são muito mais importante e dão muito mais retorno. Em outro momento, gostaria de falar penas do "maravilhoso" futebol que muitos ovacionam (na verdade, acho que ele foi o motivo principal para eu fazer essa publicação).
Muitos gastam o que têm (e as vezes o que não têm) para verem seus ídolos nos estádios, quadras e afins. Até viagam para ver um "jogão", em vez de gastar o dinheiro para melhorar suas casas, fazer investimentos (como poupança), ter lazer com a família, mais comida em casa ou diminuir/quitar as dívidas. Para o jogo, camisas de seleção e outros materiais com o timão tem dinheiro, para o dia-a-dia não. Engraçado... Sem contar que as pessoas são quase obrigadas a terem um "time do coração". Para que? Ou porque? Isso sem contar com esportes tão desnecessários ou de pouco bom-gosto que não sei como ainda existem ou porque têm adeptos.
Por falar em ídolos... Vamos falar um pouco dos exemplos que eles nos passam. Podemos começar falando que, desde pequenos, muitos querem seguir os esportes porque, apesar de ser um trabalho "duro e difícil", ganha-se muito (para não fazer "nada"), não precisam estudar e também porque vão ficar famosos. E quem é que se importa em dar bom exemplo? Eles têm que ser apenas eles mesmos, nada mais, só querem um pouco de privacidade. Aí podemos ver envolvimento com drogas, tráfico, compra de mansões (também casas de praia, no estrangeiro etc), traições, orgias, violência, racismo e outros preconceitos (como de sexo e religioso, por exemplo), jogadores com envolvimento com travestis ou milícias criminosas. E por aí vai... Mas quem se importa? "Tão pagaaaando!" Bons exemplos? Claro que temos excessões (graças a Deus), pena que são tão poucos os que se inserem em trabalhos sociais. E pra finalizar: com tantas pessoas tão novas com lesões, eles acabam se aposentando cedo demais... E continuam ganhando muito bem, obrigado (isso quando não dão um jeito de continuar no mesmo ramo, como jogador de futebol que vira técnico)! Que beleza!
Apesar dos pesares, ainda há esperança! Assim como se apresenta, faz parte da condição atual da humanidade. A energia dispensada para tal está afinizada com a ressonância que se encontra neste mundo, neste período. No futuro começará a se transmormar (muito embora não se tenha percebido uma diferença tão significativa). Não teremos pessoas ganhando tanto e nem tanta competitividade para mostrar quem é o mais forte. O esporte se igualará às artes, como forma de integração cultural e individual, como também poderá gerar maior igualdade social. Não terá essa importância que tem hoje. Terá sua relevância manifestada em sua verdadeira essência.
Au revoir.
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terça-feira, 14 de junho de 2011
Igualdade de direitos?
É difícil acreditar em coisas como estas veiculando pela internet (e pela mídia). Embora estejam todos em seus direitos de opinião e expressão, mudaria o nome do email (ou do dito protesto) para Ditadura Heterossexual. Me envergonha ler coisa deste tipo, simplesmente por se tratar de violação dos direitos HUMANOS e, ainda pior, por querer passar por cima da maior lei defendida pela dita e tão mencionada maioria professada também por grande parte do mundo: A LEI DE AMOR. Onde está o tão famoso ditado "amai o próximo como a si mesmo" que tanto se professa? Isso é um tanto controverso...
Não há caça aos heterossexuais, violação dos direitos heterossexuais, imposição da minoria sobre a maioria, tolhimento da liberdade ou violação psicológica, ética, social, dentre outros quando se diz respeito às crianças. A heterossexialidade é bemvinda e necessária, principalmente para a perpetuação da espécie (e não que gays não possam ajudar e fazer parte desse processo também). Depois disso o que virá? O retorno da chibata, do tronco, invalidação dos direitos conquistados pelas mulheres, negros, estrangeiros, guerras em nome de Deus etc? Isso é radicalismo, fanatismo, retrocesso. Parecem animais demarcando e defendendo território. Sem contar que são discursos repetitivos e vazios. Até porque, mesmo que todos os direitos fossem legalizados hoje, as coisas ainda não funcionariam bem: temos o exemplo da abolição da escravatura e do direito das mulheres que, até hoje, recebem menores salários, são discriminados etc. Lembrete: toda conquista demanda tempo para se consolidar. O movimento de libertação da mulher (ou a abolição da escravatura) perdura há mais um século e em muitos países praticamente não saiu do lugar.
Desconheço totalmente o tal Kit Gay que inventaram, portanto não posso emitir opinião alguma a respeito. Devo ressaltar que uns poucos não podem atrapalhar o ganho de direitos da maioria. Quero dizer, não é porque existam gays que não se respeitem que a igualdade de direito deva deixar de existir. Assim também poderíamos falar do negros como exemplo: se alguns poucos negros fossem realmente ruins (roubando, vandalizando etc), não seria por causa deles que a escravidão deveria continuar existindo.
O problema está na (falta de) comunicação que houvesse equilíbrio e uma discussão sadia. As pessoas não sabem dialogar: ouvir e falar (preferem impor). Desta forma, quero destacar a importância de 2 frases: o ideal é que todos se respeitassem mutuamente e não somente no uso da liberdade de expressão. O "amai-vos uns aos outros" está longe de ser compreendido, sentido e praticado, mas o respeito já seria um grande avanço.
Não estou aqui para levantar ou defender nenhum tipo de bandeira, apenas acho que fazem tempestade num copo d'água. É passado da época de começarmos a nos tratar como irmãos. A igualdade de direitos faz parte desse processo. Lembre-se: devemos amar-nos uns aos outros, não ao contrário como estamos fazendo.
Segue o texto abaixo. Há (muitas) partes que considerei mais deselegantes (chegando a ser hilárias, tamanha a revolta da pessoa que se sente "atacada") e demoraria muito para destacá-las, de modo que optei por deixar o texto como foi escrito na íntegra. Apenas coloquei entre parêntesis opiniões pessoais no decorrer do texto. O que tiver entre parêntesis em itálico é o que o autor do texto colocou entre parêntesis).
"Ditadura Gay - por Jota Araújo.
Estamos vivendo a transição da democracia para qualquer outro modelo político e cultural que mais parece uma ditadura. Ainda nem bem amadurecemos a democracia e o Brasil já vive uma seqüência de acontecimentos, movimentos, decisões, imposições que a descaracterizam.
Em meio aos conflitos e intranqüilidades relacionados a princípios, valores e liberdade de consciência encontramos algumas posturas do governo ao instituir determinadas leis (ex. Pndh3), a questão do aborto e as diversas exigências dos movimentos homossexuais e simpatizantes (Lgbt).
Contudo, quero colocar em destaque, nestas linhas, as exigências homossexuais e seus absurdos seguidos pelo governo. Podemos constatar que os movimentos pró-homossexualismo e afins (?), se manifestando como verdadeira ideologia, querem implementar uma revolução cultural, moral e política (?) no Brasil. Estamos caminhando para uma ditadura político-cultural gay. Esta é a realidade que estamos vivendo.
De diversas formas, seus movimentos não pretendem apenas a proteção contra a violência e o respeito à sua cidadania, mas também e absurdamente, extirpar, condenar, punir todo sinal de posicionamento divergente, calar as consciências contrárias, disseminar, difundir a prática homossexual junto às crianças e, pasmem, ter o direito exclusivo (?) de ensinar sua opção como boa, saudável, melhor. (Nunca vi ninguém dizendo que essa é a melhor opção, até porque não acredito que as pessoas escolham ser perseguidas e agredidas por vontade própria)
Neste intento, percebemos três linhas de ação:
a. Dissipar com toda opinião contrária à prática homossexual fazendo calar a consciência dos demais através de leis. Usando deste mecanismo, defendem a criação de leis que façam calar opinião divergente como se o direito de praticar, defender e ensinar suas opções pertencesse somente aos homossexuais e simpatizantes. Isto é grave crime contra a democracia e contra a declaração universal dos direitos humanos, em seus Artigos 18 e 19.
b. Querem punição severa (achei que fosse apenas punição, como um crime qualquer... Mas posso estar enganado) para crimes contra homossexuais, mas este deveria ser direito de todo cidadão. Desprezando nordestinos, negros, pobres, etc. que são alvos de piadas ofensivas, tratamento indigno ou mesmo agressão, pretendem ser uma classe privilegiada (???), com direitos especiais (???), acima de qualquer crítica.
c. Querem formar uma nova geração com uma mentalidade forjada a partir de seus valores. Aqui entram diversas exigências de seu movimento e o controverso "kit Gay".
d. Ao convencer órgãos do governo e educadores a introduzirem nas escolas públicas o material denominado "Kit gay" e formas polêmicas de abordar a questão da homossexualidade, o movimento desrespeita a maioria da população e intenta destruir princípios de comportamento e valores caros à família e à história cultural da sociedade brasileira.
Neste propósito, estão usando o artifício de sufocar o direito inafiançável da liberdade e expressão daqueles que optam e defendem a heterossexualidade, bem como o de ensiná-la (não sabia que se ensinava a ser hetero ou homo). Esta é a ideologia das ditaduras: Para eles, todos os direitos, para os contrários, nenhum direito. Mas não termina aí. Sob os olhos e aprovação do Estado, estão roubando da família brasileira seu direito histórico, natural, cultural e democrático de orientar os filhos. Se valendo de leis e tais procedimentos, os construtores da ideologia Gay, com total apoio do Estado, ao mesmo tempo que intentam proibir (?) os heterossexuais de emitirem sua opinião, de defenderem e ensinarem seus filhos sua opção, ainda querem ter acesso a estas crianças, despertar-lhes a sexualidade agressivamente e ensiná-las sobre a opção homossexual, sem a permissão dos pais e de forma não aprovada por estes. Relembro que não se trata mais de uma questão de defesa contra a violência e da liberdade deles exercerem sua opção sexual. Este argumento já se esvaziou. O debate e objetivo de seus movimentos já ultrapassaram estes objetivos. Agora, o propósito é disseminar a prática homossexual e torná-la comum, no sentido de predominante (???), bem como de imprimir a supremacia (?) de seus ideais políticos, éticos, sociais, morais na sociedade.
Ora, deixem-me dizer algumas coisas que já deveriam ter sido ditas, mas não se teve coragem (?):
a. O Brasil vive a política do "leva quem gritar mais alto". Ou seja, quem faz mais barulho, mesmo sendo a minoria, conquista o interesse de nossos políticos e ganha o direito de afrontar a maioria, usurpar seus direitos e conquistar tudo que quer. Afinal, as campanhas eleitorais amam movimentos que fazem barulho.
b. A grande maioria da população brasileira é contra a prática homossexual, apesar de serem, igualmente, contra a violência aos mesmos. Com toda certeza prefere que seus filhos sejam heterossexuais. Entretanto, muitos preferem não se manifestar contrários para evitar a discriminação (olha o absurdo!) e porque temem retaliações ou constrangimentos. Deste modo prefere dar uma resposta mais aceita. Parece piada! Onde está a liberdade? (eu que pergunto)
c. Embora sendo maioria, são os defensores do heterossexualismo que estão se sentindo discriminados (?). Agora, são os heterossexuais que estão se sentindo constrangidos de falarem de sua preferência sexual (??? Oi? Acho que não entendi).
d. É fato no comportamento humano que uma pessoa, ao ser exposta, prefere professar adesão àquilo que é modismo ainda que tal postura contrarie valores internalizados.
e. A grande maioria das famílias brasileiras entende que é muito cedo para que estas crianças sejam expostas a este assunto.
f. A grande maioria da população não deseja que seu filho seja exposto a desenhos, filmes, imagens e discursos que defendam a prática homossexual (embora seja favorável à promoção da não violência e do respeito à escolha do próximo) (nossa, nem parece com todo esse discurso...), e prefere que este assunto seja amadurecido no ambiente familiar, no processo de educação que ocorre na relação entre filhos e pais.
g. A escola e o Estado violam o direito e o dever da família ser a responsável pela educação de seus filhos (?), inclusive em aspectos morais, éticos e na sexualidade, segundo preceitos que julgar melhor aos seus filhos.
h. A escola e o Estado violam o direito da criança e da família à livre consciência. Muitas crianças sofrerão conflitos internos com as divergências de valores entre a família e a escola, já que a grande maioria das famílias, não deixará de orientar seus filhos na heterossexualidade. De forma nenhuma isto é saudável.
i. À escola cabe o dever prioritário de educar nas ciências e à família pertence o direito prioritário de passar valores.
j. Em nome da coerência devemos lembrar que ao julgar entre os pais, a escola, o estado e os movimentos homossexuais, certamente que o direito de optar pela educação sexual da criança é dos pais. Qualquer posição contrária caracteriza uma violação de conceitos e valores muito bem alicerçados em nossa história, solidificados em nossa mentalidade e do quais as famílias em geral não abrem mão.
Portanto, se a escola e o Estado, sob a influência dos movimentos gays, implantarem tal ensino e tal cartilha estarão violando a democracia, a Declaração Universal dos Direitos Humanos (?) em seus Artigos 18 e 19, a liberdade de consciência e de expressão de opinião, bem como os direitos naturais e históricos da família. Além disso, tal ato caracterizará o uso do serviço público e de todos - parece redundante dizer tal coisa! - para servir a uma minoria e a um propósito não comungado pela maioria. O estado democrático não pode impor tais agressões às consciências (???) do modo como tem intentado. A liberdade pretendida pelos homossexuais de optar e praticar suas preferências sexuais não lhes dá o direito de caçar a liberdade (?) daqueles que preferem outra prática e de ensiná-la aos seus filhos. Sendo assim, cansado de ficar calado e ver o povo brasileiro silenciar diante destes e outros abusos, manifesto minha concordância com o Deputado Jair Bolsonaro, declarando entender como absurdas as exigências (?) dos movimentos gays, a conduta do ministério da educação, do Congresso Nacional e do Governo.
O ministério da educação e o governo deveriam aplicar mais tempo e recursos na busca de melhoria do salário de professores, estrutura das escolas, saúde e segurança e temas de maior relevância para a população. (concordo plenamente, mas os direitos dos cidadãos também fazem-se necessários!)
Registro meu PROTESTO contra as exigências dos movimentos gays e o apoio que encontram junto ao governo, que concede todo tipo (?) de facilidades e investe altos recursos em materiais desta natureza, sem analisar com seriedade suas implicações. PROTESTO, igualmente, contra esta gana em mudar os valores da sociedade e da família brasileira (?), impondo (?) sua ideologia sobre a maioria, a revelia desta, sufocando seus valores, direitos e liberdades. Também PROTESTO contra as facilidades com que recebem recursos públicos (Tem quantos anos mesmo que lutam por direitos iguais? Parece que na bíblia fala de homossexualidade...) e usam da máquina pública em detrimento de outros seguimentos da sociedade. E, finalmente, PROTESTO contra as violações que intentam praticar às nossas crianças impondo-lhes a exposição de temas constrangedores, desrespeitando a individualidade de cada uma, inclusive com imagens.
Finalizo dizendo que apesar de discordar, reconheço a liberdade que cada um tem de fazer suas escolhas e mesmo de divulgá-las. Entretanto, requeiro igualmente, e não admito que seja violado (E quem é que está fazendo isso?), o reconhecimento do direito que os heterossexuais têm de acreditarem em sua opção como melhor, bem como de a exercerem, divulgarem e defenderem sem entraves,censura ou discriminação.
Sendo assim, neste caso, é melhor que o Estado não se meta. Neste assunto e outros mais quem ensina meus filhos sou eu cidadão brasileiro. Aliás, os cidadãos, que pagam impostos, não são separados por preferência sexual. Que o uso deste imposto respeite a todos. (Também concordo)
O que passar disto é ditadura gay.
Jota Araújo."
Como o tema é a diversidade, liberdade e igualdade de direitos, tivemos o texto acima contra os homossexuais, e agora seguimos com o vídeo de Fábio Miranda a favor dos direitos gays (cuja foto está representada ao lado deste parágrafo).
Para finalizar essa (enorme) matéria, quero parafrasear um trecho do texto do pastor Ricardo Gondim em entrevista à revista Carta Capital (que foi postada anteriormente a este texto):
"O Brasil é um país laico. Minhas convicções de fé não podem influenciar, tampouco atropelar o direito de outros. Temos de respeitar as necessidades e aspirações que surgem a partir de outra realidade social. (...) deve entender que nem todas as relações homossensuais são promíscuas. Tenho minhas posições contra a promiscuidade, que considero ruim para as relações humanas, mas isso não tem uma relação estreita com a homossexualidade ou heterossexualidade."
Au revoir
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sábado, 16 de outubro de 2010
Trabalho
Hoje irei expor um pouco a respeito de trabalho. Não esse mesmo que estamos acostumados a ver, onde empregamos horas em uma determinada atividade para fins lucrativos, mas uma visão um pouco mais ampla e profunda.
Um dicionário que consultei traz que trabalho é "qualquer ocupação manual ou intelectual; esmero, cuidado que se emprega na feitura de uma obra; obra feita ou que se faz ou está para se fazer." Desta forma, está certo, mas muitos veem o trabalho apenas como uma forma de ganhar dinheiro para gastar com coisas [muitas vezes, des] necessárias. O trabalho está intimamente ligado com à reforma íntima, que venho falando. A reforma íntima tem a mesma dosagem de encantamento e dificuldade, já que, nós ainda em nossa pequenez, não conseguimos enxergar muito além do que nossos olhos nos mostram [e alguns de nós também não querem ver, o que me faz lembrar de um ditado "o pior cego é aquele que não quer ver"].
Como nos mostra o dicionário, o trabalho é o cuidado na realização de uma obra e esta obra é, indubitavelmente [mesmo que muitos ainda não tenham se conscientizado para isso], a divinização do ser humano. Devemos trabalhar nossos conteúdos internos para garimpar as virtudes que temos [e depois exercitá-las para que possam crescer], diminuir/evitar nossos pecados [ou melhor dizendo combater nossas "más" inclinações, já que pecado não existe] e, mesmo que não as tenhamos conquistado ainda, começar a cultivá-las.
Como já disse uma grande alma: Conhece-te a ti mesmo. Somos seres espirituais passando por uma experiência na matéria e não o contrário, como alguns [ou muitos] imaginam. Somos seres de luz criados para alcançar a luz. Um diamante não deixa de ser diamante só por estar coberto de lama. E fazemos isso como? Através do trabalho incessante e edificante. Essa semana mesmo fui ao banco pagar uma conta e, claro, tinha fila. Observei que as pessoas da fila não ficavam no espaço demarcado entre a entrada e a saída. A saída, na boca do caixa, estava na ordem certa, mas era só dobrar para marcação no chão que a fila desandava e praticamente tomou conta de onde ficava a entrada, "bloqueando a entrada". Não sei se deu para me entender, mas a reflexão é: se não conseguimos nem nos posicionarmos corretamente na fila onde há lugares demarcados extrapolando seus limites para ficarmos mais confortaveis, mesmo não podendo ou não sendo correto, como é que queremos melhorar alguma coisa no mundo? Isso é algo tão comum de acontecer que são raros os que percebem isso e param para pensar sobre [ou será que é falta do que fazer ficar pensando em coisas como essas?]. Nós fazemos as coisas sem nos darmos conta, é essa irreflexão que nos deixa estagnados no meio do caminho. Temos que sair da nossa zona de conforto para melhorar alguma coisa, ou seja, temos que trabalhar.
E lembro novamente que não fazemos isso sozinhos, por isso a necessidade do próximo [família, amigos, colegas de trabalho e a sociedade em geral]. Somente nos relacionando com o próximo poderemos burilar nossas dificuldades e lapidarmos o diamente que somos. Outro lembrete: isso não acontece da noite para o dia, portanto nada de afobamento. Quanto antes melhor, mas temos que ter paciência com nossas próprias dificuldades e limitações. Terceiro lembrete: o mundo [ou a vida] só melhora se nos melhorarmos. Mas isso só pode ser feito por cada um de nós, individualmente, e por ninguém mais. Nenhuma outra pessoa, seja quem for [seja Maria, Jesus, Deus, Jeová, Maomé, Alá, Buda, Zoroastro, Krishna etc], pode fazer nada por nós se não fizermos nossa parte. Somente nos ajudarão se nós nos ajudarmos primeiro.
E essa evolução global só ocorrerá quando este ser bípede e "racional" deixar de ser homem para ser humano.
Façam brilhar sua luz.
Au revoir.
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