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domingo, 11 de março de 2012

Profissões

Vou falar rapidamente sobre as profissões e sua importância.
Todas as profissões são importantes, por mais bobas ou por piores e mais difíceis que sejam. É através delas que o homem ajuda o próprio homem. É ajudando aos outros que ajudamos a nós mesmos. Através delas nos realizamos como seres humanos, servindo, de uma forma ou de outra, à coletividade. Infelizmente, nem todas recebem a atenção devida ou tem sua importância reconhecida. Os melhores exemplos que nós temos são os profissionais da saúde e os professores, e que para mim especialmente parecem ser os mais importantes, pelo menos de certo modo.

É através da saúde (e principalmente da prevenção ás mesmas e trabalhando na atenção primária - que é o conjunto de ações que visam evitar a doença na população, removendo os fatores causais, ou seja, visam a diminuição da incidência da doença. Tem por objetivo a promoção de saúde e proteção específica) que se pode fazer crescer uma nação, dando boas condições para que todos tenham uma vida digna. E infelizmente nossos governantes não têm dado a atenção necessária a esta área tão valiosa, já que esta é uma das categorias que mais está sucateada e que os profissionais são mais mal remunerados (ou quando temos uma profissão que quer se sobrepror às outras, sendo que todas elas têm sua importância).

Outra profissão que acredito ser uma das mais valiosas está na categoria ensino. Não entendo como o Brasil, crescendo como está e aprendendo tanto, não tenha percebido ainda o valor desses profissionais. Não é atoa que temos uma das piores classificações do ensino mundial, a começar pelo baixíssimo salário que os professores recebem. E porque esta profissão é tão importante? Pois somente através dela podemos nos transformar enquanto pessoas e, principalmente, poderemos ter profissionais cada vez mais qualificados, com muito mais estudos e pesquisas para melhoria não só de todas as áreas no Brasil (economia, política, cultura e lazer, moradia, saneamento e saúde, transporte, sociedade, justiça etc) como também de todo o mundo. Isso estimula o crescimento de toda a sociedade, por exemplo tendo maior excelência no nível dos cursos superiores, transformando o quadro de saúde que temos hoje em "primeiro mundo"; uma saúde realmente de qualidade. Resumindo: para mim, a educação é o carro-chefe, A grande responsável, pela transformação e crescimento de uma sociedade!

As domésticas e diaristas, carinhosamente conhecidas hoje como secretárias do lar. São uma classe em ascensão e declínio ao mesmo tempo, bem como sua grande necessidade e importância na sociedade mundial atualmente. Ascensão por conta da melhoria e qualidade do serviço prestado e declínio por conta da diminuição do número de profissionais que esta área vêm sofrendo. Sua importância está na necessidade de contar com essas pessoas para cuidar das nossas coisas, enquanto passamos fora o dia todo trabalhando. Dentro desta classe há ainda as babás, que cuidam e ensinam às nossas crianças o que nós deveríamos estar fazendo (educar os filhos é tarefa dos pais), são uma espécie de substitutos. E isso é bom ou ruim devido ao peso que carregam. A parte ruim vocês já conhecem dos noticiários, mas a parte boa a maioria esquece. No filme Histórias Cruzadas (que finalmente assisti!) há uma senhora que ensina a filha do casal para quem trabalha a dizer "você é gentil, você é inteligente e você é importante". Preciso falar mais? Quer responsabilidade maior do que criar uma pessoa, seja ela seu filho ou não? Assistam ao filme para ver numa passagem a gratidão (ao final, quando a patroa faz comida e os donos é quem a servem no almoço; emocionante!) que nós deveríamos ter por essas humildes (ok, nem sempre) trabalhadoras que são tão maltratadas em nossa sociedade.

Temos os engenheiros e arquitetos que planejam e constroem nossas casas e prédios, para que possamos estar abrigados confortavelmente para construir família, nos protegermos contra as intempéries, termos qualidade de vida e um local onde podemos chamar de "lar". Por falar em proteção... temos ainda os bombeiros e policiais no geral que fazem a guarda da nossa segurança e integridade, tornando nossas vidas mais tranquilas. Claro que temos problemas diversos nessas áreas, bem como em todos os lugares, mas ela não deixa de ter sua importância e, principalmente, necessidade. As pessoas que trabalham com importação, exportação e transporte de comida (bem como os responsáveis por fazer a comida: os cozinheiros), para que nós possamos estar bem alimentados, possamos experimentar do que quisermos do mundo e tenhamos energia para realizar nossos afazeres. Cantores, atores e artistas plásticos que nos entretem, tornando a vida um pouco menos cansativa, pessimista e tristonha, permitindo-nos sermos representados por uma música ou por determinado personagem. Os coveiros e funerárias (ah, profissão ingrata!) que fazem por nós uma das coisas mais dolorosas: enterrar nossos entes queridos. Os políticos, que são os responsáveis por tomar decisões importantíssimas para bem conduzir milhares de pessoas que estão sobre sua "tutela", articulando-se uns com os outros e consigo próprios, apesar de alguns se esquivarem de suas responsabilidades de guiar a coletividade e preferirem o caminho mais fácil (o da corrupção e desvio de dinheiro etc...). Trabalhadores das indústrias e comércio, que distribuem os itens necessários para nossa sobrevivência. Motoristas e pilotos no geral (como os de aviões) que nos levam onde queremos ir. Os guias religiosos, que têm a competência de levar a paz aos corações aflitos, capazes de transformar o íntimo da criatura que tenha vontade para tal, mesmo que outros desviem do seu caminho acabando na pedofilia, estagnação do crescimento pessoal proporcionado pelo que se põe a pregar ou gerar conflitos entre outras formas de expressão religiosa, devido ao pensamento egóico e não pelo bem maior.

Obviamente há algumas que têm lá sua importância, apesar de eu não percebê-la tanto, como é o caso dos modelos. Ser cabide ambulante para uma roupa ou peça em específico, para receber um tanto de dinheiro e ser famoso (em "poucos" casos) por um trabalho relativamente simples me faz pensar que é desnecessário, pois enquanto se discute tal peça pra moda de tal época e local há pessoas que morrem de fome ou doenças. Mas também há o lado positivo de ser estilista e design de moda lado positivo: exploram uma infinidade de produtos que tornam nossas vidas mais práticas (como as roupas que não molham etc).

Enfim, há uma infinidade de profissões que merecem nossa atenção, todas são dignas e têm sua importância (mesmo algumas como as lutas de MMA e outras que, eu em minha pequenez, não compreendo), mas não há tempo hábil pra falar de todas elas nem paciência (ou a famosa falta de tempo) para lê-los. Isto que eu trouxe é apenas uma pequena parcela para contribuir para a auto-reflexão: o que nós estamos fazendo das nossas vidas ou que tipo de escolhas estamos fazendo em nossas vidas? Uma reflexão como esta foi feita num filme recente (Hugo Cabret, que concorreu ao Oscar deste ano), cuja mensagem é que o mundo funciona como um grande relógio e nós somos as engrenagens, cada um em sua posição específica fazendo o trabalho que lhe cabe e que lhe está predestinado, de uma forma ou de outra. Nascemos para fazer algo, às vezes não tão claro, mas que tem sua importância e necessidade.

Namastê. Au revoir.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Igualdade de direitos?


É difícil acreditar em coisas como estas veiculando pela internet (e pela mídia). Embora estejam todos em seus direitos de opinião e expressão, mudaria o nome do email (ou do dito protesto) para Ditadura Heterossexual. Me envergonha ler coisa deste tipo, simplesmente por se tratar de violação dos direitos HUMANOS e, ainda pior, por querer passar por cima da maior lei defendida pela dita e tão mencionada maioria professada também por grande parte do mundo: A LEI DE AMOR. Onde está o tão famoso ditado "amai o próximo como a si mesmo" que tanto se professa? Isso é um tanto controverso...
Não há caça aos heterossexuais, violação dos direitos heterossexuais, imposição da minoria sobre a maioria, tolhimento da liberdade ou violação psicológica, ética, social, dentre outros quando se diz respeito às crianças. A heterossexialidade é bemvinda e necessária, principalmente para a perpetuação da espécie (e não que gays não possam ajudar e fazer parte desse processo também). Depois disso o que virá? O retorno da chibata, do tronco, invalidação dos direitos conquistados pelas mulheres, negros, estrangeiros, guerras em nome de Deus etc? Isso é radicalismo, fanatismo, retrocesso. Parecem animais demarcando e defendendo território. Sem contar que são discursos repetitivos e vazios. Até porque, mesmo que todos os direitos fossem legalizados hoje, as coisas ainda não funcionariam bem: temos o exemplo da abolição da escravatura e do direito das mulheres que, até hoje, recebem menores salários, são discriminados etc. Lembrete: toda conquista demanda tempo para se consolidar. O movimento de libertação da mulher (ou a abolição da escravatura) perdura há mais um século e em muitos países praticamente não saiu do lugar.
Desconheço totalmente o tal Kit Gay que inventaram, portanto não posso emitir opinião alguma a respeito. Devo ressaltar que uns poucos não podem atrapalhar o ganho de direitos da maioria. Quero dizer, não é porque existam gays que não se respeitem que a igualdade de direito deva deixar de existir. Assim também poderíamos falar do negros como exemplo: se alguns poucos negros fossem realmente ruins (roubando, vandalizando etc), não seria por causa deles que a escravidão deveria continuar existindo.
O problema está na (falta de) comunicação que houvesse equilíbrio e uma discussão sadia. As pessoas não sabem dialogar: ouvir e falar (preferem impor). Desta forma, quero destacar a importância de 2 frases: o ideal é que todos se respeitassem mutuamente e não somente no uso da liberdade de expressão. O "amai-vos uns aos outros" está longe de ser compreendido, sentido e praticado, mas o respeito já seria um grande avanço.
Não estou aqui para levantar ou defender nenhum tipo de bandeira, apenas acho que fazem tempestade num copo d'água. É passado da época de começarmos a nos tratar como irmãos. A igualdade de direitos faz parte desse processo. Lembre-se: devemos amar-nos uns aos outros, não ao contrário como estamos fazendo.

Segue o texto abaixo. Há (muitas) partes que considerei mais deselegantes (chegando a ser hilárias, tamanha a revolta da pessoa que se sente "atacada") e demoraria muito para destacá-las, de modo que optei por deixar o texto como foi escrito na íntegra. Apenas coloquei entre parêntesis opiniões pessoais no decorrer do texto. O que tiver entre parêntesis em itálico é o que o autor do texto colocou entre parêntesis).



"Ditadura Gay - por Jota Araújo.

Estamos vivendo a transição da democracia para qualquer outro modelo político e cultural que mais parece uma ditadura. Ainda nem bem amadurecemos a democracia e o Brasil já vive uma seqüência de acontecimentos, movimentos, decisões, imposições que a descaracterizam.
Em meio aos conflitos e intranqüilidades relacionados a princípios, valores e liberdade de consciência encontramos algumas posturas do governo ao instituir determinadas leis (ex. Pndh3), a questão do aborto e as diversas exigências dos movimentos homossexuais e simpatizantes (Lgbt).
Contudo, quero colocar em destaque, nestas linhas, as exigências homossexuais e seus absurdos seguidos pelo governo. Podemos constatar que os movimentos pró-homossexualismo e afins (?), se manifestando como verdadeira ideologia, querem implementar uma revolução cultural, moral e política (?) no Brasil. Estamos caminhando para uma ditadura político-cultural gay. Esta é a realidade que estamos vivendo.
De diversas formas, seus movimentos não pretendem apenas a proteção contra a violência e o respeito à sua cidadania, mas também e absurdamente, extirpar, condenar, punir todo sinal de posicionamento divergente, calar as consciências contrárias, disseminar, difundir a prática homossexual junto às crianças e, pasmem, ter o direito exclusivo (?) de ensinar sua opção como boa, saudável, melhor. (Nunca vi ninguém dizendo que essa é a melhor opção, até porque não acredito que as pessoas escolham ser perseguidas e agredidas por vontade própria)

Neste intento, percebemos três linhas de ação:
a. Dissipar com toda opinião contrária à prática homossexual fazendo calar a consciência dos demais através de leis. Usando deste mecanismo, defendem a criação de leis que façam calar opinião divergente como se o direito de praticar, defender e ensinar suas opções pertencesse somente aos homossexuais e simpatizantes. Isto é grave crime contra a democracia e contra a declaração universal dos direitos humanos, em seus Artigos 18 e 19.
b. Querem punição severa (achei que fosse apenas punição, como um crime qualquer... Mas posso estar enganado) para crimes contra homossexuais, mas este deveria ser direito de todo cidadão. Desprezando nordestinos, negros, pobres, etc. que são alvos de piadas ofensivas, tratamento indigno ou mesmo agressão, pretendem ser uma classe privilegiada (???), com direitos especiais (???), acima de qualquer crítica.
c. Querem formar uma nova geração com uma mentalidade forjada a partir de seus valores. Aqui entram diversas exigências de seu movimento e o controverso "kit Gay".
d. Ao convencer órgãos do governo e educadores a introduzirem nas escolas públicas o material denominado "Kit gay" e formas polêmicas de abordar a questão da homossexualidade, o movimento desrespeita a maioria da população e intenta destruir princípios de comportamento e valores caros à família e à história cultural da sociedade brasileira.
Neste propósito, estão usando o artifício de sufocar o direito inafiançável da liberdade e expressão daqueles que optam e defendem a heterossexualidade, bem como o de ensiná-la (não sabia que se ensinava a ser hetero ou homo). Esta é a ideologia das ditaduras: Para eles, todos os direitos, para os contrários, nenhum direito. Mas não termina aí. Sob os olhos e aprovação do Estado, estão roubando da família brasileira seu direito histórico, natural, cultural e democrático de orientar os filhos. Se valendo de leis e tais procedimentos, os construtores da ideologia Gay, com total apoio do Estado, ao mesmo tempo que intentam proibir (?) os heterossexuais de emitirem sua opinião, de defenderem e ensinarem seus filhos sua opção, ainda querem ter acesso a estas crianças, despertar-lhes a sexualidade agressivamente e ensiná-las sobre a opção homossexual, sem a permissão dos pais e de forma não aprovada por estes. Relembro que não se trata mais de uma questão de defesa contra a violência e da liberdade deles exercerem sua opção sexual. Este argumento já se esvaziou. O debate e objetivo de seus movimentos já ultrapassaram estes objetivos. Agora, o propósito é disseminar a prática homossexual e torná-la comum, no sentido de predominante (???), bem como de imprimir a supremacia (?) de seus ideais políticos, éticos, sociais, morais na sociedade.

Ora, deixem-me dizer algumas coisas que já deveriam ter sido ditas, mas não se teve coragem (?):
a. O Brasil vive a política do "leva quem gritar mais alto". Ou seja, quem faz mais barulho, mesmo sendo a minoria, conquista o interesse de nossos políticos e ganha o direito de afrontar a maioria, usurpar seus direitos e conquistar tudo que quer. Afinal, as campanhas eleitorais amam movimentos que fazem barulho.
b. A grande maioria da população brasileira é contra a prática homossexual, apesar de serem, igualmente, contra a violência aos mesmos. Com toda certeza prefere que seus filhos sejam heterossexuais. Entretanto, muitos preferem não se manifestar contrários para evitar a discriminação (olha o absurdo!) e porque temem retaliações ou constrangimentos. Deste modo prefere dar uma resposta mais aceita. Parece piada! Onde está a liberdade? (eu que pergunto)
c. Embora sendo maioria, são os defensores do heterossexualismo que estão se sentindo discriminados (?). Agora, são os heterossexuais que estão se sentindo constrangidos de falarem de sua preferência sexual (??? Oi? Acho que não entendi).
d. É fato no comportamento humano que uma pessoa, ao ser exposta, prefere professar adesão àquilo que é modismo ainda que tal postura contrarie valores internalizados.
e. A grande maioria das famílias brasileiras entende que é muito cedo para que estas crianças sejam expostas a este assunto.
f. A grande maioria da população não deseja que seu filho seja exposto a desenhos, filmes, imagens e discursos que defendam a prática homossexual (embora seja favorável à promoção da não violência e do respeito à escolha do próximo) (nossa, nem parece com todo esse discurso...), e prefere que este assunto seja amadurecido no ambiente familiar, no processo de educação que ocorre na relação entre filhos e pais.
g. A escola e o Estado violam o direito e o dever da família ser a responsável pela educação de seus filhos (?), inclusive em aspectos morais, éticos e na sexualidade, segundo preceitos que julgar melhor aos seus filhos.
h. A escola e o Estado violam o direito da criança e da família à livre consciência. Muitas crianças sofrerão conflitos internos com as divergências de valores entre a família e a escola, já que a grande maioria das famílias, não deixará de orientar seus filhos na heterossexualidade. De forma nenhuma isto é saudável.
i. À escola cabe o dever prioritário de educar nas ciências e à família pertence o direito prioritário de passar valores.
j. Em nome da coerência devemos lembrar que ao julgar entre os pais, a escola, o estado e os movimentos homossexuais, certamente que o direito de optar pela educação sexual da criança é dos pais. Qualquer posição contrária caracteriza uma violação de conceitos e valores muito bem alicerçados em nossa história, solidificados em nossa mentalidade e do quais as famílias em geral não abrem mão.

Portanto, se a escola e o Estado, sob a influência dos movimentos gays, implantarem tal ensino e tal cartilha estarão violando a democracia, a Declaração Universal dos Direitos Humanos (?) em seus Artigos 18 e 19, a liberdade de consciência e de expressão de opinião, bem como os direitos naturais e históricos da família. Além disso, tal ato caracterizará o uso do serviço público e de todos - parece redundante dizer tal coisa! - para servir a uma minoria e a um propósito não comungado pela maioria. O estado democrático não pode impor tais agressões às consciências (???) do modo como tem intentado. A liberdade pretendida pelos homossexuais de optar e praticar suas preferências sexuais não lhes dá o direito de caçar a liberdade (?) daqueles que preferem outra prática e de ensiná-la aos seus filhos. Sendo assim, cansado de ficar calado e ver o povo brasileiro silenciar diante destes e outros abusos, manifesto minha concordância com o Deputado Jair Bolsonaro, declarando entender como absurdas as exigências (?) dos movimentos gays, a conduta do ministério da educação, do Congresso Nacional e do Governo.
O ministério da educação e o governo deveriam aplicar mais tempo e recursos na busca de melhoria do salário de professores, estrutura das escolas, saúde e segurança e temas de maior relevância para a população. (concordo plenamente, mas os direitos dos cidadãos também fazem-se necessários!)
Registro meu PROTESTO contra as exigências dos movimentos gays e o apoio que encontram junto ao governo, que concede todo tipo (?) de facilidades e investe altos recursos em materiais desta natureza, sem analisar com seriedade suas implicações. PROTESTO, igualmente, contra esta gana em mudar os valores da sociedade e da família brasileira (?), impondo (?) sua ideologia sobre a maioria, a revelia desta, sufocando seus valores, direitos e liberdades. Também PROTESTO contra as facilidades com que recebem recursos públicos (Tem quantos anos mesmo que lutam por direitos iguais? Parece que na bíblia fala de homossexualidade...) e usam da máquina pública em detrimento de outros seguimentos da sociedade. E, finalmente, PROTESTO contra as violações que intentam praticar às nossas crianças impondo-lhes a exposição de temas constrangedores, desrespeitando a individualidade de cada uma, inclusive com imagens.
Finalizo dizendo que apesar de discordar, reconheço a liberdade que cada um tem de fazer suas escolhas e mesmo de divulgá-las. Entretanto, requeiro igualmente, e não admito que seja violado (E quem é que está fazendo isso?), o reconhecimento do direito que os heterossexuais têm de acreditarem em sua opção como melhor, bem como de a exercerem, divulgarem e defenderem sem entraves,censura ou discriminação.
Sendo assim, neste caso, é melhor que o Estado não se meta. Neste assunto e outros mais quem ensina meus filhos sou eu cidadão brasileiro. Aliás, os cidadãos, que pagam impostos, não são separados por preferência sexual. Que o uso deste imposto respeite a todos. (Também concordo)

O que passar disto é ditadura gay.
Jota Araújo."



Como o tema é a diversidade, liberdade e igualdade de direitos, tivemos o texto acima contra os homossexuais, e agora seguimos com o vídeo de Fábio Miranda a favor dos direitos gays (cuja foto está representada ao lado deste parágrafo).

Para finalizar essa (enorme) matéria, quero parafrasear um trecho do texto do pastor Ricardo Gondim em entrevista à revista Carta Capital (que foi postada anteriormente a este texto):
"O Brasil é um país laico. Minhas convicções de fé não podem influenciar, tampouco atropelar o direito de outros. Temos de respeitar as necessidades e aspirações que surgem a partir de outra realidade social. (...) deve entender que nem todas as relações homossensuais são promíscuas. Tenho minhas posições contra a promiscuidade, que considero ruim para as relações humanas, mas isso não tem uma relação estreita com a homossexualidade ou heterossexualidade."

Au revoir

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Política 3 - Tropa de Elite


Inicialmente gostaria de dar as boas vindas ao novo ano, já que hoje é o último dia de 2010. Que seja repleto de muita saúde, amor, paz, juízo, trabalho, sabedoria, respeito, paciência e responsabilidade. Deus nos abençoe e que possamos dar o melhor de nós mesmos todos os dias de 2011 para melhor desempenharmos nossas tarefas!
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Vamos aos últimos retoques, ao menos temporariamente, sobre a política.
Para começar amanhã temos as posses da nova governadoria no país. Espero que de fato realizem o papel a que se propuseram em tempos de campanha, não só como políticos, mas primeiramente como ser humano. Durante este texto usarei 2 filmes como sitações: Se Nada Mais Der Certo e Tropa de Elite 1 e 2.

O primeiro filme trata de um rapaz comum que se envolve com uma moça andrógena e um taxista na formação de uma espécie de quadrilha, formada após a decepção deste com o sistema empregatício do país. Mostra medidas desesperadas para se ganhar dinheiro fácil, visto que a vida assalariado e pagando um monte de contas, impostos e ainda tentando manter a família. Achei o filme também um tanto desesperado, digamos. De fato a vida é difícil, mas ir para "o lado negro da força" não é a melhor saída. Embora muitas pessoas, em sua ingênua ignorância, pesem ser esta a única saída. Mostra entretanto um cidadão comum inserido em um sistema em processo de falência com muitos buracos, corrupção e difíceis soluções.

Já os 2 Tropas tem uma maior importância aqui, neste momento, pois falam mais diretamente sobre o assunto em palta. O primeiro eu assisti um bom tempo depois de ter vazado na net e de ter ido ao cinema. Achei bom, porém um tanto animalesco. O segundo vi algumas semanas depois da estreia nos cinemas e achei bem melhor que a primeira versão, por vários motivos. Um deles é que tem bem menos violência, por ter sido mais inteligente e, infelizmente, mais realista. Sabemos que o sistema é similar ao que nos foi mostrado, por isso não vou entrar em maiores detalhes. Em ambos os filmes nos é mostrado esse sistema que nos rege e do qual eu falei anteriormente aqui e aqui. Eis o quadro tristemente fidedigno da nossa realidade política, com pequenas nuances de boa política.

A polícia está realmente fazendo seu trabalho? Vejo raros casos que a resposta é afirmativa. Os políciais usam do abuso de poder, da violência e impunidade para coagirem cidadãos comuns. Desta forma é válido perguntar: A polícia é mocinha ou bandida? Acho que o lado que ela fica varia de acordo com suas ações, sendo que na maioria das vezes a resposta é "bandida". Vemos isso também em Tropa de Elite. Aliás, interessante ressaltar que tivesse o filme demorado mais tempo para estrear, poderíamos dizer que a invasão ao Complexo do Alemão tinha sido filmada para colocar no filme. Porque falo isso? Simples: a polícia fez isso depois da estreia do filme, logo é válido perguntar se fizeram isso na vida real por fazer parte de seu trabalho ou porque queriam mostrar que o que se vê na ficção os deixaram envergonhados por não fazerem seu trabalho e resolveram "limpar o nome"? A diferença está apenas que limparam a favela do grande esquema do tráfico de drogas e no filme procuravam armas ilegais. De uma forma ou de outra a vilência é extrema e mostra, ao menos para mim, que os fins não justificam os meios e que eles deixaram a situação chegar ao que nos foi mostrado, quando poderiam ter agido preventivamente. Foram sagazes e inteligentes o bastante usando o tema, do momento e da abordagem, mostrando e cultuando um heroi que combate a violência com violência, tirando proveito da sede de vingança (caracterizado como justiça erroneamente) do povo brasileiro.

Transcrevo abaixo interessantes trechos retirados dos filmes citados acima e copiados aqui por mim para reflexão:
Se Nada Mais Der Certo: "Qual é a lógica do pobre quando ele rouba alguém que tem mais dinheiro que ele? Ele simplesmente está querendo algo que ele não tem. Qual é a lógica do rico que rouba o pobre se ele já tem? Porque que o rico precisa roubar se ele já tem? Às vezes eu começo a achar que faz sentido roubar o rico, mas a gente é educado para não roubar. Mas a gente não é educado para não ser roubado. Por mais que vc acha que existem vários caminhos, não existem."

Tropa de Elite: "Prisão hoje é um lugar extremamente caro para tornar as pessoas piores. Limpeza étnica e limpeza social. Não podemos admitir que um representante do Estado seja mais violento do que aqueles que a gente acha que está preso por ser violento. Isso é absurdo e está ficando cotidiano e ninguém acha estranho. Pra certas pessoas a guerra é a cura, te move como uma válvula de escape. A pressão aumenta em casa, o pau come na rua. A política usa do sistema pra ganhar dinheiro."

Por hora, reflitam com seus botões sobre essas coisas e qual o nosso papel nisso tudo, relembrando que amanhã é dia 01/01/11, dia de posses da nova política.

Feliz 2011!!! \o/

Au revoir.

sábado, 13 de novembro de 2010

Política 2

É, Dilma ganhou, graças a Deus! Não que eu tenha escolhido ela, Serra, Marina, Plínio, Eymael ou qualquer outro dos candidatos. Mas foi ela quem ganhou e é ela que terá que fazer seu melhor para trazer o progresso para a sociedade brasileira. Que ela esteja sempre atenta aos direcionamentos que Deus dá para que sua tarefa possa ser aproveitada da melhor maneira possível!
Outra coisa que esqueci de comentar na outra postagem (que foi bom ter esquecido para não alongar ainda mais o que já estava grande e, possivelmente, cansativo) foi sobre toda a reviravolta que ocorre na vida de milhares de pessoas devido um ou outro candidato que ganhe. Sempre é assim: entra alguém novo, muitos são os que perdem o emprego e outros muitos são contratados para repor seus lugares por apoiarem o candidato vencedor. Não acredito ser justo a vida de tantos milhares de pessoas dependendo que alguém ganhe uma eleição para conseguirem ter condições de sustentabilidade. Ganham 1 ou 2 eleições, são 4 ou 8 anos; e depois? E os outros que apoiaram o candidato que perdeu a eleição? Cada um deve conquistar as coisas pelo seu próprio mérito ao invés de esperar as coisas caírem do céu.
Isso me lembra outra coisa: as divisões que a política faz dentro da família ou dos demais relacionamentos entre as pessoas. Familiares brigam seriamente por disputas políticas, deixam de conversar, namorados se separam temporariamente... isso tudo por um pensar de um jeito e o outro não. É como se tudo dependesse de política. A política é sim de extema importância na vida de todos, mas não é prioridade nem deve ser tratado como se tudo girasse em torno dela. Isso vale para os demais campos da vida: regilião, sexo, entre outros. Tudo precisa ter equilíbrio, portanto tanto a falta quanto o excesso são prejudiciais.
O assunto em questão é intrigante e ainda pode ser abordado aqui, porém não há mais necessidade de explorá-lo por agora. Gostaria de lembrar e relembrar algumas coisas que estão muito relacionadas à política (e demais campos da vida, claro):

- Não temos o que merecemos, temos sempre aquilo que precisamos.
- Esquecem-se que somos responsáveis pelos frutos que plantamos.
- A situação permanecerá a mesma, a menos que mudemos nossas condutas e reeducarmos nossas mentes. A escolha é sempre nossa e a escolha coletiva é de responsabilidade de todos.

Au revoir.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Política 1

Aproveitando que as eleições estão acontecendo novamente, vou falar sobre política. O dever de quem assume este cargo é o de desenvolver e trazer melhorias às coletividades, o que pouco se vê neste ramo. Não podemos generalizar, claro que existem políticos honestos e trabalhadores [raridade], mas o que vemos por aí é uma extensa rede de corrupção e disputa de interesses. Também existem aqueles que “roubam, mas fazem o dever de casa [ao menos em partes]. Parece uma corrida para ver quem consegue ganhar mais dinheiro em cima da população. Já disseram que o Brasil precisava de um empresário, não de um presidente. Mas um país não é uma empresa.

Em tempos de eleição, o que vemos nas campanhas é um atacando o outro, como se fossem inimigos ferrenhos, e sem muita preocupação com seus projetos de campanha. Afinal, eles deveriam se importar única e exclusivamente com o que fará depois de eleito e como pretende melhorar a situação das pessoas que estão “sob sua guarda”. Mas insistem em falar o que o outro deixou de fazer ou que tudo o que fez não trouxe benefícios. Tratam-se como inimigos quando na verdade não passam de irmãos. Insultam uns aos outros com delicadeza e palavras “gentis”, como a mascarar a falta de educação e respeito com relação ao “oponente” político. As ruas são tomadas de lixo novo. Santinhos, adesivos, bandeirolas e outras parafernálias invadem o país. Tudo vira mais uma folia. “Palhaços” se candidatam e são eleitos como forma de protesto. Com tantas formas mais inteligentes e sensatas de se protestar, o próprio povo cai na graça e desembesta um novo carnaval de 4 anos. Isso sem contar a nova roupagem da velha política do Pão e Circo, que a deixa voluptuosa, sutil e elegante. Os políticos dão o que o povo quer, não é isso? Levam tantos à miséria e outros poucos à riqueza, tornando sua carga mais pesada quando se faz mal uso do poder, carregando a vida de milhões em suas costas fazendo-se perder, para mais ou para menos.

Brigam ferozmente pela tomada do poder, esquecendo-se de seu dever com os próximos. A coletividade se torna invisível. É triste ver tantos ataques, divergências e disputas de egos quando deveriam juntar forças para promoverem o bem a todos. O político sério e honesto preocuparia-se em sua própria campanha, independente dos ataques. Alguns prometem inicialmente que não atacará, mas ao primeiro golpe do oponente revidam em nome da “auto-defesa”. Deveriam se preocupar com seus afazeres, mesmo que sofressem mil ataques. Explodem acusações e escândalos de todos os lados, mas querem permanecer santos. Parece que querem se macular fazendo-se acreditar que o outro quer apenas prejudicar o que já está prejudicado, como se não fizessem o mesmo. Não entendem que qualquer um que ocupe este tipo de cargo tem o poder de levar o crescimento a todos. Sai o Povo e entra o Eu. Ganham uma eleição, perdem uma eleição; trocam-se os partidos e, em linhas gerais, tudo permanece igual. Volta e meia aparece o dinheiro público. O lugar não é onde deveriam estar, mas estranhamente gostam de lugares exóticos: bolso, mala, cueca ou meia: quem se importa? “Como acontece quase sempre, os heróis na promessa fraquejam na realização”.

Podres Poderes de Caetano fala bem de política, mas aquele era outro tempo. Mesmo assim, continuo achando um certo tom de desespero e exagero nela. É sempre o mesmo em todos os tempos da política: montam, planejam, debatem e discutem. Criam ideologias lindas, utopias até, e não saem do lugar. Partidos se partem, partidos são montados, uns melhores que os outros, mas permanecem fotográficos quando chegam ao poder. Imprescindível destacar que houveram melhorias em todos esses séculos e décadas, mas não chegam a três décimos do que poderia ter sido feito. Esquecem-se que somos responsáveis pelos frutos que plantamos. A situação permanecerá a mesma, a menos que mudemos nossas condutas e reeducarmos nossas mentes. A escolha é sempre nossa e a escolha coletiva é de responsabilidade de todos.

Au revoir.