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sábado, 9 de junho de 2012

Música

Publicação dedicada à reflexão sobre a música no mundo.

A música é a arte e a técnica de combinar sons de forma harmoniosa e melodiosa; organização de sons com intenções estéticas, artísticas ou lúdicas, variáveis de acordo com o autor, com um ritmo, com a zona geográfica, com a época, etc. Para mim, a música é algo que não tem nacionalidade, sexo, etinia ou qualquer outra particularidade egóica; é algo que transcende o físico e atinge o humor, o emocional e o espírito. De alguma forma, mexe no nosso íntimo mais profundo (se é que este termo existe), em maior ou menor grau, quer as crituras queiram ou não. Acredito que não há dureza que a música não quebre, caso exemplos e palavras não deem jeito, a música o faz, mesmo que aos poucos. Para a música, não há barreiras.

E como é que a música anda no mundo e o que nós estamos fazendo com ela? No decorrer da história do mundo, muito já aconteceu, mas muito ainda está por vir. Alguns defendem que as músicas antigas são melhores que as atuais, mas será mesmo? Nem sempre música antiga é sinal de boa música. E quando digo música quero dizer musicalidade, letra, melodia, ritmo, voz, harmonia, instrumentação, interpretação, o sentimento e tudo aquilo que a música é capaz de trazer. Acredito que com a mudança dos tempos, temos mais liberdade de expressão, incluindo na música, porém, quando pego uma música mais antiga e comparo com uma mais atual, não vejo tanta diferença na temática: às vezes dores de cotovelo, traições, amores ou outras coisas sem muito sentido/importância; pelo menos antigamente pareciam ser melhores. Convenhamos que hoje a maioria não fala nada com nada ou são de teor sexual "indireto".

Outro dia estava conversando com uma amiga do Rio (petropolitana, na verdade) num bar com música ao vivo e falávamos exatamente sobre isso. O moço em questão (que cantava no bar) tinha uma ótima voz e fazia uma intepretação muito boa. Nos questionávamos a respeito do grande sucesso de alguns artistas (Michel Teló, Tati Quebra-barraco, Black Eyed Peas, Rihanna, Ke$ha, Lady Gaga, Parangolé e outros de gêneros parecidos - sertanejo, axé e demais artistas ou bandas pops da atualidade) em detrimento de algumas pessoas ou bandas anônimas espalhadas nesse imenso Brasil, que cantam em bar ganhando de fato o "pão de cada dia, pouco a pouco e com um talento tão grande "desperdiçado" (ao menos, pouco reconhecido). Fico triste ao ver uma versão de "Ai se eu te pego" cantada no estrangeiro em inglês quando vejo que temos coisas melhores, mais interessantes e mais valiosas a oferecer. Também me entristesse ver as pessoas cantar aos quatro ventos I Gotta Feeling do grupo Black Eyed Peas sem saber que significa "Eu posso sentir/ Que hoje a noite vai ser boa/ Eu tenho meu dinheiro/ Vamos gastar até/ Sair e arrasar/ Vamos muito mais longe/ E perder todo o controle/ Encha meu copo/ Olha como ela dança/ Só tire isso/ Nos vamos acabar com isso/ Vamos queimar o teto/ Vem fácil/ Vai fácil/ Agora nós estamos no topo/ Festa todo o dia/ Vamos viver ao máximo". É isso que é viver? É isso que nossa vida vale? Outro imitam Lady Gaga com suas roupas glamurosas e figurinos um tanto diferenciados e outros ainda gostam das músicas sensuais de Rihanna e Ke$ha. Onde é que está a música (letra, melodia, voz, harmonia, interpretação etc) da música da Liga da Justiça (Foge Mulher Maravilha)? Acho que a única coisa que se tem é ritmo (bem como muitas outras: rock, sertanejas, de forró, funk ou pops). E vale? Para alguns sim, mas não para mim. Por isso sou taxado como chato e antissocial nas festas que vou quando me recuso a cantar ou dançar músicas de tipos semelhantes.

Para finalizar, gostaria de falar um pouco sobre o assombroso poder do qual a música é possuidora. A música transforma! Ela está em todo o lugar (como mostrado no filme O Som do Coração) e, para mim, a música é vida! Ela preenche nosso ser, parece dar colorido e sentido à vida (como ilustrado nesta publicação, acima). Vejam só o exemplo das trilhas sonoras dos filmes: é a música que nos traz maior proximidade ao que está nos sendo trasmitido pela película. Elas enriquecem de tal maneira, que a fotografia, o roteiro e até as interpretações parece que melhoram. Filmes com pouca ou sem nenhuma trilha sonora parecem ser sem-graça e mortas ou morimbundas. Parecem estar em preto e branco. Homenageei com uma tatuagem as 2 coisas que mais gosto: música e filme. Infelizmente o que se vê hoje é pouca música (quando falo música é com todas aquelas características acima, ou pelo menos a maioria delas) e muito de outras coisas (vozes não tão boas, ritmos alucinantes e músicas sem letra ou melodia). Mas graças ao bom Deus a música do futuro será música de verdade (ou pelo menos aquilo que era pra ser).

Namastê. Au revoir.

sábado, 26 de março de 2011

Imagine, What a Wonderful World!


Para essa postagem será utilizada como base 2 das músicas que gosto muito: Imagine de John Lennon e What a Wonderful World de Louis Armstrong. Para quem não conhece ou não sabe o que dizem as letras, podem clicar aqui e aqui e seguir. Também já postei aqui a letra de Imagine e acrescentei alguns dizeres rápidos sobre ela. Tratarei agora, de maneira um pouco mais profunda, o futuro nosso e do planeta que habitamos.

Sim, soa como loucura ou ficção científica para alguns, mas provas cabais já nos apresentam diariamente mostrando que, não apenas o que está por vir, mas o que já está acontecendo e como fazemos parte disso. Todos falam e temem o apocalipse, mas ele não ocorrerá como se espera, ou pelo menos não como se imagina. As mudanças sempre são para melhor. Obviamente que Deus, sendo a suprema bondade, justiça, amor e, portanto, sendo perfeito, não deixaria que nos acontecesse mal algum que não fosse para o nosso crescimento, portanto também não vale a ideia de céu e inferno como nos é mostrada. Mas isso é outra história...

O apocalipse será apenas a transformação do planeta de forma a abrigar pessoas mais boas, humildes, justas, serenas etc. São pessoas mais virtuosas do que somos hoje, mas ainda estão longe de serem perfeitas. O planeta mudará energeticamente e a matéria, que é uma das formas como ela é apresentada para nós, é apenas parte dessa energia, portanto também está sofrendo alterações. Vemos por todos os lados terremotos, tsunames, erupções vulcânicas, a mudança de eixo da Terra etc. Pouco a pouco o planeta será inundado por pessoas que ainda possuem suas dificuldades, porém serão melhores, mais espiritualizadas [e eu não disse religiosas] e mais virtuosas. Podemos comprovar isso com a chegada de uma imensa leva de crianças que praticamente já nascem sabendo mexer com a tecnologia que nos está disposta.

Como diz a letra de What a Wonderful World, seremos mais otimistas, veremos bondade em tudo e em todos, sem muitas disconfianças ou falsidades, a natureza será parte integrante e fundamental de nós mesmos, seremos mais simples, inteligentes, pacientes e felizes [e não será essa felicidade momentânea ou "fútil" que temos hoje em dia], teremos mais amor [o amor verdadeiro], seremos mais amigos, mais companheiros e diremos sinceramente "eu te amo" sem menores problemas, o individual será coletivo e o coletivo será individual. Enfim, o mundo será maravilhoso "Yes, I think to myself, what a wonderful world [Sim, eu penso comigo... que mundo maravilhoso]! Podemos ilustrar isso com um filme recente bem conhecido, chamado Avatar, onde os seres azuis viviam em profunda conexão com seu planeta [na verdade é a lua - Pandora - de um planeta], tanto que qualquer coisa que fosse atacada ou destruída feria a eles próprios. A natureza era parte deles mesmos ou como se fosse uma extensão deles. Orgulhavam-se desta conexão com a natureza e isso era uma coisa natural [conhecido como espiritualidade, o que não é o mesmo que Espiritismo, religiosidade ou religião].

Na música Imagine mostra realmente como será a vida nesse novo mundo que nos apresenta, então deixará de ser imaginação e será a própria realidade. Como a música é bem objetiva, transcreverei os trechos mais importantes: Imagine não existir países/ Nada pelo que matar ou morrer E nenhuma religião também/ Imagine não existir posses/ Sem necessidade de ganância ou fome/ Uma irmandade de homens/ Imagine todas as pessoas Compartilhando todo o mundo. Como podemos ver, o coletivo também será individual, trabalharemos individualmente em prol do coletivo, compartilhando uns com os outros para crescermos juntos. Com a unificação dos homens e o trabalho que realizarão em conjunto para a edificação de todos a religião deixará de existir para dar lugar à espiritualidade, já que Deus é um só. Religião será um dos tópicos que tratarei aqui, porém o que posso adiantar é que o homem ainda necessita dela, já que não sabe adorar a Deus de outra forma senão ritualística, além do que as várias religiões existentes servem para abrigar uma infinidade de pessoas que ainda não O encontraram dentro de si e também porque cada um encontra-se num nível de consciência diferente, identificando-se com as religiões que podem melhor podem compreender num determinado momento. Vou deixar pra falar de religião mais pra frente.

Enfim, finalizando, imaginem agora como seria um mundo com Madres Teresas, Chicos Xavieres, Gandhis, Buddhas, entre outros? Pois é o que teremos, ou pelo menos chegaremos perto disso. Começamos a vislumbrar as bençãos divinas para os que ajudarão a construir o novo mundo. As coisas ainda vão piorar bastante até que uma paz ainda desconhecida faça parte de nosso cotidiano. Aparentemente haverá mais sofrimento e dor para, só então, as coisas melhorarem. Enfim, imaginem que mundo maravilhoso! Agora não imaginem mais, pois esta será a realidade daqui a algumas décadas! E parem de imaginar e comecem a trabalhar para que possam fazer parte dele também!

Au revoir.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Carnaval


Bem, infelizmente não pude escrever antes como planejado. Tinha pensado em escrever justamente no "feriado" de carnaval que era mais propício, mas não podendo, eis-me aqui agora.
Vamos falar de uma das maiores propagandas do Brasil e que o torna tão famoso: o carnaval. Para começo de conversa, gostaria de esclarecer a "origem" do carnaval e que vao embasar um pouco desta exposição. O nosso carnaval é uma adaptação das festas romanas e gregas, que tinha como nome CARne-NAda-VALe [cuja a derivação e simplificação linguística para nós ficou carnaval...] e que tinha como motivação a "festa da carne" [meio óbvio, não?].
Pois bem, a história que conheço [contadas por um orador famoso e bem conceituado no Brasil] é essa: tais festas eram promovidas pelos poderosos da época [reis, "governo" etc], regadas a muito vinho [a bebida alcoólica mais comum na época], comida e sexo. Faziam verdadeiras orgias, com um número grande de pessoas e todos usavam máscaras. Será que tem alguma semelhança com a festa que fazemos?

Um ponto interessante a ser ressaltado é o motivo pelo qual usavam máscaras. Elas eram colocadas, justamente como sugerido pelo nome, para fazerem o que quiserem, satisfazerem seus desejos, promover a libertinagem por um determinado período de modo que não sentissem culpa pelo que fizessem. A máscara era como se falassem: na sociedade eu não posso fazer isso, sou uma pessoa séria e bem comportada, e aqui eu posso, posso tudo, já que não é meu rosto que está estampado aqui... Ainda hoje usamos máscaras, sejam de plástico, sejam de carne e pele ou seja social. Reflitam.

Depois de um pouco de história, vamos passar para a parte mais prática: o carnaval na sociedade moderna ou poderíamos dizer "o samba do crioulo doido". Essa festa se tornou popular, porém cara, muito cara. E pra que isso? Adivinhem? Para explorar ainda mais o povo e encher o bolso de quem mexe com isso. E o lucro é grande! Quem dirá para "artistas" e políticos. Aí, novamente, a velha política do Pão e Circo, como já falei. Cobra-se caro por abadás, como passaportes da alegria [mas não é assim que vejo], e a população não tem sequer a moradia, educação, saúde ou comida que precise para que isso se justifique, ou pelo menos para que se desfarce. Isso sem contar com as músicas fantásticas do momento: Rebolation, Melô da Mulher Maravilha ou Quero não/Posso não etc. É de uma musicalidade, melodia e letras de dar inveja a Bach, Beethoven, Mozart, Caetano Veloso, Engenheiros do Havaí, Legião Urbana, Maria Bethânia e similares. Acho que esses primeiros se revirariam no túmulo...

Outra coisa interessante que se vê é a quantidade de ambulância que disponibilizam para atender bêbados e arruaceiros neste período, sendo que os pobres não as têm nem quando passam mal, a ponto de morrer sem a assistência básica. A mesma coisa vale para os policiais que fazem a segurança da festa, hospitais lotados sem a mínima condição de atendimento adequado ou médicos e enfermeiros para socorrer quem precisa. A quem conteste, dizendo que os pequenos comerciantes faturam bastante nessa época também. É... podem estar certos, mas se essas famílias dependessem dessa data para venderem cervejas/refrigerantes, churrasquinhos, aparatos carnavalescos e outros balango-dangos passariam fome no resto do ano.
Tem até uma repórter da Paraíba que falou um pouco sobre isso, como forma de desabafo talvez, e, talvez, falando em nome de outros e que foi veiculado na internet esses tempos. É, pensamos praticamente do mesmo jeito, apesar de ter achado um tanto quanto desesperado e até agressivo. Podemos ser mais respeitosos, lembrando que tudo o que coloco aqui são pensamentos meus sem julgamento ou pré-conceitos, para mais ou para menos. No atual momento, sobre o que acho do carnaval, quem gosta e quem participa dele. Cada um escolhe o que acha melhor para si, como colocado na postagem sobre liberdade e libertinagem.

Tem também os que gostam de ver os famosos desfiles das escolas de samba, no Rio e em São Paulo. Há os camarotes vips, com artistas televisivos e outros tipos, a galera que paga para desfilar e uma competição [para mim sem sentido] para ver qual das escolas vai ganhar. Oras, passa-se o ano planejando e executando todas aquelas alegorias, cobra-se a um preço exorbitante pelas fantasias para desfilar e, se perde [ou se acontece um acidente, como o que aconteceu este ano], chora-se amarga e longamente [a mesma coisa pode-se falar do futebol, mas isso é conversa para um outro momento]. Porque se preocupar com isso, quando se tem um terremoto, um tsuname e um desastre nuclear devastando todo um país? Tudo bem, sei muito bem que o acontecido no Japão foi depois do carnaval, mas nosso objeto de interesse parece estar mais voltado ao fútil do que ao útil, e falo isso em linhas gerais sem querer apontar o dedo na cara de alguém. Porque nos importarmos com uma competição e umas fantasias em detrimento de milhares de pessoas que estão morrendo necessitando de ajuda? Mas compreendo que cada um tem um tempo para despertar e está num nível de consciência [em que já estive há muito tempo atrás, inclusive].

Pra finalizar, acho que não paramos para pensar no quanto se gasta com tudo isso. O quanto se gasta com a quantidade de mortos que aumentam nesse período ou com a quantidade de gastos com a saúde daqueles que adquirem algum tipo de sequela por acidentes. Impressionante que o governo [e nós] tem dinheiro para investir nisso, mas reclamamos ou nao se tem dinheiro para aplicar na população carcerária e em sua reeducação, na saúde, na educação, no transporte, no saneamento básico, na moradia etc etc etc. Por último, gostaria de falar sobre as consequências em comemoração da festa da alegria [comemorar o que mesmo? E que alegria é essa?]. O que vemos antes, durante e depois [variável de acordo com a região do nosso país, já que sabemos que os nordestinos lideram com relação a isso]: mortos ou sequelas por acidentes diversos, DSTs sendo transmitidas aos montes, gravidez indesejadas, abortos ou mães [e raramente pais] despreparados [e, muitas vezes, adolescentes e desempregados], alcoolismo [ou, pelo menos, aumento dos vícios considerados lícitos - álcool e cigarro], milhares de aves que morrem para doarem suas penas para que possa ser usadas de enfeites nas fantasias etc... Saldo positivo? Não para mim. Essa alegria, que dizem ter o carnaval, não me seduz. É ilusão e muitos querem ser iludidos, ainda.

Acho que a festa da alegria do Carne-Nada-Vale poderia ser substituído pela verdadeira Festa da Vida, mas teríamos que planejar e organizar ainda do jeito que a Vida merece. Poderíamos começar ajudando nossos irmão nipônicos, na medida do possível, e comemorarmos juntos as Vidas. Na verdade, minha vontade era estar lá, mas não é possível, bem como não foi possível estar no Haiti, no Rio de Janeiro ou Blumenau nas dificuldades que passaram. Pelo menos não como eu gostaria, mas se não é possível estar fisicamente, trabalhemos em pensamento. Com tudo isso que coloquei, será que a história do carnaval dita no começo tem alguma coisa a ver com o que fazemos hoje? Para mim foi só a vestimenta mudou e ficou mais modernizada, mas o significado é, praticamente, o mesmo.

Au revoir.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Imagine


Pois bem, estou como a maioria das pessoas atualmente: correndo sem tempo. Ia postar a terceira e "última" parte sobre política, porém não foi possível no momento. Por hora fiquem com o que o futuro nos guarda para as próximas décadas, o que será melhor abordado em momento oportuno. Deixará de ser, finalmente, imaginação para se tornar realidade.

Imagine - John Lennon

Imagine que não existe paraíso
É fácil se você tentar
Nenhum inferno abaixo de nós
Acima de nós, só há o céu

Imagine todas as pessoas
Vivendo pelo dia de hoje
Imagine que não existem países
Não é difícil de fazer

Nada pelo que matar ou morrer
E nenhuma religião também
Imagine todas as pessoas
Vivendo a vida em paz

Você pode dizer que eu sou um sonhador
Mas eu não sou o único
Espero que algum dia você se junte a nós
E o mundo será como um

Imagine nenhuma posse
Gostaria de saber se é possível
Não há necessidade de ganância ou fome
Uma fraternidade do homem

Imagine todas as pessoas
Compartilhando todo o mundo
Você pode dizer que eu sou um sonhador
Mas eu não sou o único

Espero que algum dia você se junte a nós
E que o mundo viva como um
E que o mundo viva como um
E que o mundo viva como um


Au revoir.

sábado, 9 de outubro de 2010

Diversidade de assuntos

Boa noite.
Na verdade não sei bem o que escrever hoje, talvez apenas reforçar a necessidade dos questonamentos e reflexões sobre tudo o que nos rodeia. São tantos os assuntos que quero escrever que nem sei por onde começar... Falarei um pouco de política, religião, os pecados, as lutas interiores, o trabalho, fórmulas mágicas etc. Situações simples do dia-a-dia me fazem refletir sobre o existir: porque e pra que? Aliás, meus próximos e sua [as vezes estranha] relação com o mundo vêm me chamar a atenção para, dentre outras coisas como a auto-reflexão, a necessidade cada vez maior [e, de certa forma, urgente] da reforma íntima. Não é para menos que o mundo está como está.

Por hora fiquem com uma foto do filme [que existia em livro antes de ir para a grande mídia cinematográfica] Flor do Deserto [Desert Flower, 2009] que conta a história da ex-modelo somali Waris Dirie e sua difícil e redentora trajetória de vida. Um filme relativamente novo e que me marcou profundamente pela mensagem que traz, o que ainda será discutido daqui outra vez com maior profundidade, bem como outras coisas relevantes e similares, posteriormente em momento mais oportuno. Aliás, coisa que posso falar é sobre filmes, já que tenho um pouco de gabarito para isso, o que será outro assunto recorrente e que será muito utilizado para dar exemplos.

Por hora, fiquem na paz do Senhor.